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quarta-feira, janeiro 08, 2014

– HOMOÍNE/RENAMO RECONHECE COMO SEUS MILITANTES OS HOMENS ARMADOS

A Renamo, antigo movimento rebelde e maior partido da oposição em Moçambique, confirma o reagrupamento da sua força ilegal na localidade de Pembe, distrito de Homoíne, província meridional de Inhambane, onde, na Terça-feira, travou confrontos com as Forças de Defesa e Segurança.

terça-feira, agosto 13, 2013

Renamo reivindica morte de 36 membros das forças armadas

A Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, reivindicou a morte de 36 membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e da Força de Intervenção Rápida (FIR) em Pandje, província de Sofala, durante o fim de semana.
Em conferência de imprensa, Fernando Mazanga, porta-voz da Renamo, salientou que as forças do partido agiram em legítima defesa e que não houve vítimas mortais entre as tropas fieis a Afonso Dhlakama.
Até ao momento ainda não houve qualquer reação por parte do governo moçambicano a estas declarações.
Apesar do elevado números de mortes, Mazanga salientou que Moçambique «não está em guerra» e apelou a um compromisso entre o governo e a Renamo, de forma a impedir que surjam novos ataques que possam levar a um retrocedimento no desenvolvimento económico do país.

Fonte: A Bola - 13.08.2013

domingo, abril 07, 2013

Renamo desmente ataques a civis em Muxunguè

A Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, desmentiu hoje a autoria de ataques, no sábado, no centro do país, contra dois autocarros e um camião-cisterna, que causaram três mortos.
"A Renamo não ataca civis, o nosso alvo está bem definido: atacamos quem nos ataca", disse hoje o porta-voz do partido, Fernando Mazanga.
"Eles querem imputar-nos esses ataques para confundir a opinião pública", disse Mazanga, referindo-se ao governo da Frelimo, partido no poder em Moçambique desde a independência, em 1975.
"Apelamos à população para não se deixar enganar e para ter cuidado quando circular naquela zona", acrescentou o porta-voz da Renamo.
Desde a passada quinta-feira que pelo menos oito pessoas morreram na zona de Muxungué, provínca de Sofala, centro de Moçambique, em resultado de ataques de homens armados contra uma esquadra da polícia e, no sábado, contra dois autocarros de passageiros e um camião-cisterna.

Fonte:(Rádio Moçambique (RM/Lusa) - 07.04.2013

quarta-feira, junho 10, 2009

Comentários interessantes

Leia o segunte e tire ilações:

Daviz Simango está a tentar fazer da Renamo, uma “machamba”, (campo agrícola), onde alicia membros desta força política para o MDM, e é uma postura que “provoca revolta em muitos membros. Fernando Mazanga in O País online

A forma como as duas forças políticas (leia-se Renamo e MDM) se comportam demonstra inequivocamente que elas não estão preparadas e nem estão organizadas para merecerem a confiança dos moçambicanos, pois agem sem urbanidade, usando sistematicamente métodos pré-convencionais e condenáveis a todos os ângulos. Edson Macuácua in Notícias.

terça-feira, setembro 16, 2008

Fernando Mazanga e o seu conceito rebelião

Fernando Mazanga afirmou nesta tarde, na Rádio Moçambique que a candidatura de Daviz Simango é uma candidatura rebelde. Não sei em que dicionário político Fernando Mazanga encontrou esse conceito.

Acho também interessante o conceito quando pronunciado por um membro de um partido que emergiu dum movimento rebelde. Mazanga deve saber quão importante rebelar-se contra qualquer ditadura é. Julgo foi pelo reconhecimento do papel da rebelião e ainda armada que a Frelimo evitou chamar a Renamo de um movimento rebelde durante a guerra civil.

Porém, o grande problema do conceito de Mazanga é de a candidatura de Daviz Simango não opor-se a qualquer lei moçambicana, isto é, não violar a Constituição da República, a lei das eleições autárquicas e mesmo a lei dos partidos políticos. Ao contrário, parece haver violação da lei dos partidos políticos por parte de quem Mazanga é porta-voz

Por outro lado, tanto as reais bases da Renamo que apoiam e submeteram a candidatura de Daviz Simango como o próprio candidato independente, não violam os estatutos do partido Renamo. Mazanga produz um conceito sem cabimento nos estatutos do partido?

Os moçambicanos devem estar serenamente esperando das alegações da liderança da Renamo. Com certeza o Conselho Jurisdicional Nacional ou Provincial de Sofala deve estar a trabalhar arduamente para até sexta-feira, encontrar um argumento jurídico para a medida a tomar-se contra a candidatura independente num país democrático. Conforme os estatutos da Renamo, secção VI, no seu artigo 35 e secção VI, no artigo 49 , o Conselho Jurisdicional Nacional e Provincial é o órgão encarregue de velar, ao nível nacional ou provincial, pelo cumprimento das disposições legais e estatuárias por que se rege o Partido.


Nota: 1. Infelizmente, os estatutos da Renamo foram retirados do portal do Partido. Será que a Ivone pode pedir o senhor Fernando Mazanga, o responsável pelo portal para colocá-los à disposição de todos?

2. Não sou jurista, pelo que eu seria grato se alguém me/nos ajudar a interpretar o que está para acontecer? Acho que da mesma maneira que não se deixa o Presidente da República e o governo a violar as leis, não se pode deixar que um partido as viole.