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quarta-feira, fevereiro 24, 2016

Automobilistas com medo de circular na N1 em Moçambique

Uma semana após a introdução de escoltas obrigatórias em dois troços da Estrada Nacional 1, a maior estrada do país, os automobilistas e os passageiros demonstram receio em circular na via. Após os sucessivos ataques a viaturas civis, na província de Sofala, por alegados homens armados da RENAMO, a polícia moçambicana introduziu escoltas militares no troço Maringue-Caia, da Estrada Nacional 1, em Moçambique.
Ainda assim, as populações demonstram medo em viajar nesta que é a maior estrada do país, principalmente após os últimos três ataques contra colunas militares que escoltavam viaturas civis. Ler mais (Deutsche Welle, 24.02.2016)

quarta-feira, agosto 27, 2014

Tráfego rodoviário entre o Save e Muxúnguè já é feito sem escolta militar

Na sequência dos acordos alcançados entre o Governo e o partido Renamo e do cessar fogo em Moçambique, declarado na noite do passado domingo (24), a tensão militar começa a dissipar-se na região centro do país de onde saíram, durante esta quarta-feira (27), efectivos das Forças de Defesa e Segurança (FDS) e o tráfego rodoviário, pela única via que liga o Sul ao Centro e o Norte, já é feito sem escolta de militares. Ler mais (@Veredade)

terça-feira, junho 10, 2014

Automobilistas recusam-se a integrar colunas de exército no centro de Moçambique

Automobilistas e passageiros recusaram-se hoje a integrar colunas do exército no troço de cem quilómetros entre Save e Muxúnguè, Sofala, centro de Moçambique, exigindo o seu cancelamento, por estarem a "atiçar a instabilidade e o conflito".
"O exército escolta-nos, mas há ataques constantes no troço. Estes ataques visam militares. Então que nos deixem fazer sozinhos o percurso como dantes", disse à Lusa por telefone, Sebastião Jorge, transportador de carga, e que descreveu a existência de milhares de carros parados, cujos proprietários "recusam-se a integrar a coluna no Save".

terça-feira, maio 27, 2014

Escoltas de viaturas só acabam quando houver segurança no centro do país, diz Polícia

As escoltas militares de viaturas num troço da principal estrada do país só serão desactivadas quando se atingir a "estabilidade e segurança" das pessoas, disse hoje à Lusa o vice-comandante da Polícia.
"O estado precisa garantir a segurança dos transeuntes naquele troço, é o nosso dever assegurar que as pessoas viajem tranquilas", declarou Basílio Monteiro, vice-comandante da Polícia moçambicana, sobre as escoltas na N1, entre Save e Muxúnguè, na província de Sofala, no centro do país e cenário da tensão político-militar dos últimos meses opondo o exército e o principal partido de oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo).

domingo, outubro 31, 2010

Escoltas, escoltas e escoltas

TRIBUNA DO EDITOR

Por Fernando Gonçalves

Na sexta-feira da semana passada, presenciei a uma das mais estúpidas coisas que acontecem nas nossas cidades. Encontrava-me na Avenida Salvador Allende, entre as Avenidas Ahmed Sekou Toure e Eduardo Mondlane, quando de repente ouvi uma sirene. Pelo retrovisor vi que era uma viatura da polícia municipal, com as luzes acesas, em sinal de emergência. A viatura depois passou ao meu lado, em contra-mão, seguida de uma outra da marca Toyota Land Cruiser Prado, com uma cor quase castanha, que ao chegar no semáforo do cruzamento da Salvador Allende e Eduardo Mondlane virou para esta última em direcção ao Alto-Maé, mesmo estando o sinal no vermelho.