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terça-feira, novembro 12, 2013

Bispos católicos apontam intolerância política e exclusão como ameaça à paz

Os bispos católicos de Moçambique, que durante a semana passada estiveram reunidos em assembleia plenária no Seminário Santo Agostinho na cidade da Matola, província de Maputo, descrevem o actual momento de tensão político-militar e de sucessivos raptos que o País está a atravessar, como sendo de “dor, angústia e desespero” do povo moçambicano.

"Neste momento de dor, angústia e desespero do povo moçambicano causado pelo regresso à guerra no País, queremos unir a nossa voz à voz do povo que clama pela paz e respeito da sua vida", referem.

Os bispos lembram que em Carta Pastoral de Agosto de 2012, "escrevemos que o clima de intolerância e a falta de inclusão de todos os cidadãos ameaçavam a paz conquistada com tanto sacrifício há 21 anos".

sexta-feira, novembro 08, 2013

Igreja Católica moçambicana pede "acções visíveis" ao PR para fim de instabilidade militar

Os bispos católicos moçambicanos exortaram quinta-feira o Presidente moçambicano, Armando Guebuza, a mostrar "acções visíveis" para um encontro com o líder da Renamo, principal partido da oposição, visando o fim da instabilidade militar.
Moçambique vive sob a ameaça de uma nova guerra civil, devido a confrontos entre o exército e homens armados da Renamo (Resistência Nacional de Moçambicana), no centro do país, por causa do diferendo entre o principal partido da oposição e o governo em torno da legislação eleitoral.

segunda-feira, abril 08, 2013

Hipocrisia e intolerância dos partidos é a causa da tensão

Bispos católicos já previam conflito.

Os bispos católicos consideram que a hipocrisia dos partidos políticos pode ser uma das principais causas do conflito de Muxúnguè.
Segundo uma carta pastoral onde analisam a situação do país, os religiosos dizem não poder fechar os olhos a tais situações que põem em causa a preservação da paz no país.

quarta-feira, novembro 28, 2012

Igreja Católica angolana abre guerra à feitiçaria

Leigos e religiosos podem ser impedidos de comungar. O problema vai ao ponto de “perturbar a ordem pública, devido à prática de justiça privada”, denunciam bispos.

A Igreja Católica angolana está em guerra contra a feitiçaria. Os fiéis, religiosos e sacerdotes que a ela recorram, ou a fomentem, podem ser suspensos e ser-lhes vedada a comunhão.

A decisão foi tomada na semana passada e pretende responder ao “incremento” da crença na feitiçaria, um fenómeno que está a alarmar a hierarquia católica e foi apresentado como uma “praga cultural” pelo arcebispo José Manuel Imbamda, porta-voz da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé.

terça-feira, novembro 20, 2012

Bispos católicos voltam a atacar

“Não obstante a riqueza no país, os pobres são cada vez mais pobres”.

A Conferência Episcopal de Moçambique (CEM) voltou a mandar recados ao Governo. Desta vez, em comunicado, os bispos católicos dizem que ““As populações continuam a ter uma vida dura, marcada por uma situação de pobreza cada vez mais acentuada, sobretudo nas zonas rurais do país” e “não obstante a existência, no país, de riqueza, os pobres são cada vez mais pobres”. Igualmente, manifestou a sua preocupação com a ocupação de terras pelos mega-projectos, que obrigam as populações a abandonarem os seus lugares naturais de residência e de cultivo.
No mesmo comunicado, datado de 13 de Novembro em curso, os Bispos Católicos de Moçambique expressam igualmente a sua preocupação com aumento da criminalidade, assaltos à mão armada a residências, nas ruas e nas aldeias. A situação cria um ambiente de insatisfação e de grande ansiedade, apesar de há 20 anos ter cessado a guerra no país, conforme refere o comunicado.

Fonte: O País online - 21.11.2012

sábado, julho 02, 2011

Bispos católicos apontam clientelismo no ensino

“É elevado o número de alunos que termina o nível básico sem saber ler nem escrever até os seus próprios nomes”, apontam.

sábado, janeiro 15, 2011

Da indignação de Edson Macuácua a factos (1)

Eis um artigo publicado no Jornal Notícias a 28 de Abril de 2007:

Oposição deve ser reduzida a nada

A oposição no país não deve desaparecer, mas sim o partido Frelimo, no poder, deve continuar a envidar esforços de tudo fazer com vista a reduzi-la cada vez mais à sua insignificância, segundo defendeu Mariano Matsinhe. Disse que nem que passam milhares de anos e figuras como ele, que estiveram a frente da fundação da Frelimo e lutaram contra o colonialismo português, venham a deixar o mundo dos vivos, a Frelimo não pode e nem deve sair do poder.

terça-feira, janeiro 11, 2011

Bispos católicos alertam para o regresso do monopartidarismo

Os bispos católicos moçambicanos alertaram, ontem, para o eventual regresso, “muito forte, ao monopartidarismo” em Moçambique, onde o tráfico de pessoas e órgãos humanos está a tornar-se “preocupante” e a vida da população “ainda está longe do mínimo desejável”.
Em comunicado divulgado ontem, a Conferência Episcopal refere, numa avaliação da situação de Moçambique, que “o dia-a-dia faz intuir uma tendência muito forte ao monopartidarismo no país”.