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domingo, janeiro 13, 2019

Coligação do presidente cessante Joseph Kabila venceu maioria parlamentar

Continuam controversos os resultados eleitorais na República Democrática do Congo. Enquanto um candidato da oposição, Felix Tshisekedi, foi declarado vencedor das eleições presidenciais, a coligação no poder conseguiu conquistar a maioria parlamentar. Sendo assim, Tshisekedi terá dificuldade de governar o país rico em recursos minerais mas envolto na pobreza.
Entretanto, os resultados eleitorais são contestados pelo outro candidato da oposição, Martin Fayulu, que se considera vencedor com mais de 60% dos votos. Fayulu que ocupava a primeira posição na lista de sondagem de votos, já submeteu uma petição no Tribunal Constitucional, mas mostra-se menos esperançoso com a futura decisão, pois os membros do tribunal foram nomeados por presidente cessante Joseph Kabila. Na última quinta-feira, apoiantes de Fayulu entraram em confrontos violentos tendo causado quatro mortos.


Fonte: O País – 13.01.2019


Nota:Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência"
É sempre o mesmo problema de partidos da oposição em África. MUITO MENOS TRABALHO DE CASA. Quando partidários ouvem nas ruas, nas barracas, cidadãos a dizerem que estão cansados daquele que governa e o nome do seu governo soa muito, é MOTIVO suficiente de auforia e recusarem redondamente uma coligação ou pelo menos um pacto com outros partidos como forma de garantir e fortalecer a vitória e ou facilitar uma eventual cooperação pós-eleitoral.
Ora, a oposição congolesa havia alcançado um acordo de coligação que não durou sequer  24 horas. Agora estão dum dilema, pois, segundo os resultados, um da oposição venceu nas presidenciais enquanto que a coligação de Cabila venceu nas parlamentares. Com certeza os CABILISTAS não vão facilitar a Félix Tshisekedi porque eles querem voltar à presidência depois deste mandato. Ao mesmo tempo, parece que Tshisekedi e Martin Fayulu viram-se as costas.

terça-feira, janeiro 01, 2019

Eleições em Congo Kinshasa: Táctica para fintar os partidários cegos?


Dos 21 candidatos inicialmente inscritos para disputar a magistratura suprema, a lista acabou por baixar para quase metade depois da desistência de alguns deles, para apoiar o trio hoje tido como dos principais candidatos a sucessão de Joseph Kabila Kabange.
Trata-se de Emmanuel Ramazani Shadary, candidato governamental apoiado pela plataforma Frente Comum para o Congo (FCC), Martin Fayulu Madidi, candidato único da oposição reunida na coligação Lamuka (acorda, em lingala) e Félix Tshisekedi, da coligação Cap pour le Changement (CACH).

Nota: Se a desistência foi na altura de votação será que ajudou para a orientação do voto?

quinta-feira, fevereiro 16, 2017

RDC: EXIGUIDADE DE FUNDOS INVIABILIZA ELEICOES PRESIDENCIAIS

O governo da República Democratca do Congo (RDC) anunciou, quarta-feira, que não vai poder convocar, ainda este ano, as eleições presidenciais, devido a exiguidade de fundos.
O Ministro congolês do Orçamento, Pierre Kangundia, disse que o custo pela organização da votação ascende a 1,8 mil milhão de dólares, valor que está aquem das disponibilidades financeiras do país.
O governo congolês e a oposição chegaram, o ano passado, a um acordo sobre a realização de novas eleições, em finais deste ano.
O mandato do Presidente do RDC, Joseph Kabila, terminou em Novembro de 2016. Os seus oponentes acusaram-no de deliberadamente protelar a votação para ainda se manter no poder.
O plano para a convocação das presidenciais antes de finais de 2017 reduziu a onda de tensão entre o governo e a oposição, no país.
A Comissão Eleitoral anunciou em Novembro de 2016 que precisava de pelo menos até Julho deste ano registar mais de 30 milhões de eleitores.
Entretanto, a morte do líder oposicionista, Etienne Tshisekedi, ocorrida ainda este mês, preocupa o futuro político do país.
A RDC nunca efectuou uma transferência pacífica da liderança, desde a independência, em mais de 55 anos. Kabila lidera o país desde 2001, após o assassinato do seu pai, Laurent Kabila. Ganhou duas eleições e a constituição interdita-o a concorrer para um terceiro mandato.

Fonte: AIM – 16.02.2017

terça-feira, janeiro 03, 2017

Partidos políticos do Congo exigem que Kabila abandone o poder

Os partidos políticos no Congo chegaram a um acordo que exige que o presidente Joseph Kabila deixe o poder após as próximas eleições, previstas para finais deste ano de 2017.
O acordo foi assinado apenas uma hora antes da meia-noite, do horário local, já nas vésperas do Ano Novo.
O partido do presidente queria que a votação fosse realizada em meados de 2018, o que provocou violentas manifestações, que resultaram na morte de mais de 40 pessoas.
As negociações entre o governo de Kabila, no poder há 15 anos, com a oposição foram mediadas pelos bispos da Igreja Católica, tendo sido retomadas na última quinta-feira, depois de uma semana de interrupção.
Desde que se tornou independente da Bélgica em 1960, o Congo nunca teve uma transição de poder pacífica.
Fonte: O País – 02.01.2017

quarta-feira, abril 17, 2013

ACTIVISTAS DE DIREITOS HUMANOS NA RDC CONDENADOS A 20 ANOS DE PRISAO

Um tribunal de República Democrática do Congo (RDC) condenou 12 activistas de direitos humanos a 20 anos de prisao cada acusados de planear uma marcha de protesto contra os altos preços da água e electricidade e ainda a má gestão da sua província.

domingo, fevereiro 24, 2013

Acordo regional para pacificar o leste da RD do Congo

Addis Abeba, Etiopía - Vários chefes de Estado africanos assinaram neste domingo, em Addis Abeba, um acordo para pacificar o leste da República Democrática do Congo (RDC), região afectada há 10 meses por uma nova onda de violência.

terça-feira, fevereiro 12, 2013

RD Congo: Rebeles oferecem direitos de mineração em troca de armas para derrubar de Kabila

Um grupo de 19 rebeldes congoleses, incluindo um que se identificou como cidadão norte-americano, admitiu, segunda-feira, ter oferecido direitos de mineração a um país não mencionado em troca de armas e treinamento militar para derrubar o Presidente da República Democrática do Congo (RDC), Joseph Kabila.
Os 19 homens, que se identificaram como membros da União dos Nacionalistas para a Renovação (UNR) do Congo, confirmaram a um tribunal de Polokwane, na província sul-africana de Limpopo, terem planeado uma força militar especial contra Kabila, disfarçados em caçadores furtivos.
A confissão foi feita em tribunal depois de terem sido neutralizados pela polícia sul-africana, na semana passada, ainda na província de Limpopo.

domingo, dezembro 30, 2012

“RDC é a capital mundial das violações”

Afirma ONU.
É uma das zonas mais perigosas de África, em especial para as mulheres. Na República Democrática do Congo (RDC), a violação é uma arma de guerra comum. O ACNUR, a agência da ONU para os refugiados, investiga há algumas semanas relatos de violações no leste da RDC, durante os combates que têm oposto o exército aos rebeldes do grupo M23. As Nações Unidas confirmaram centenas de estupros, cometidos na maioria pelas forças governamentais, mas aqui os únicos inocentes são as vítimas.

terça-feira, dezembro 04, 2012

Congoleses expectantes sobre a data do início das negociações entre governo e o M23

Goma- Os congoleses democratas continuam até hoje (terça-feira), expectantes sobre a data do início das prometidas negociações entre o governo da República Democrática do Congo (RDC) e o M23, três dias após a retirada dos rebeldes de Goma, cidade chave do leste do país, noticiou à AFP.

sexta-feira, novembro 30, 2012

Joseph Desiré Kabila negociou com o M23

O Presidente da República Democrática do Congo prometeu, na Cimeira de Kampala sobre a região dos Grandes Lagos, examinar o nível de execução dos acordos assinados com os rebeldes do M23 em 2009, anunciou o porta-voz do Governo de Kinshasa.

O também ministro da Informação encarregado das Relações com o Parlamento, Lambert Mende Omalanga, garantiu que Joseph Kabila “assumiu o compromisso de dar uma resposta às reivindicações feitas pelos rebeldes em relação aos acordos”.

Lambert Mende disse que a retirada da rebelião do M23 da cidade estratégica de Goma “e arredores imediatos” abre caminho ao diálogo.

terça-feira, novembro 27, 2012

Angola defende solução política para a crise na RDCongo e afasta possibilidade de envio de tropas

O ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chicoti, disse hoje em Luanda que "não faz parte neste momento" dos planos de Angola mandar tropas para a República Democrática do Congo.
Georges Chicoti falava em declarações à imprensa sobre a situação de instabilidade que a vizinha República Democrática do Congo atravessa há já algumas semanas com uma intervenção militar de forças rebeldes do movimento M23.

segunda-feira, novembro 26, 2012

RD Congo: Rebelião pretende por "via oficial" as decisões de Kampala antes de reagir

Kinshasa - O movimento rebelde do M23 afirmou hoje (segunda-feira), num comunicado, de não ter ainda recebido por "via oficial", as resoluções da cimeira de Kampala exigindo a sua retirada de Goma, no leste da República Democrática do Congo, e dará a sua posição quando for observado esse procedimento, noticiou à AFP.

sábado, novembro 24, 2012

Rebeldes do Congo Democrático avançam após repelir contra-ataque do governo

Os rebeldes do M23 no leste do Congo Democrático avançaram para o sul ao longo do Lago Kivu nesta sexta-feira depois de repelirem um contra-ataque das forças do governo perto do novo reduto rebelde na cidade de Goma , na fronteira de Ruanda. Outros seguiram para o norte a partir da junção estratégica de estrada em Sake.

SADC NÃO VAI TOLERAR OCUPAÇÃO DO LESTE DO CONGO

O secretário executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), o moçambicano Tomaz Salomão, disse esta Sexta-feira que esta organização regional não vai tolerar a insurgência militar no leste da República Democrática do Congo (RDC).

quinta-feira, novembro 22, 2012

Presidente República Democrática do Congo demite chefe do Exército

O presidente da República Democrática do Congo (RDC), Joseph Kabila, demitiu nesta quinta-feira o chefe do Exército, general Gabriel Amisi Kumba, acusado por um relatório da ONU de vender armas a grupos armados no leste do país, região sacudida nesta semana pela ofensiva do rebelde Movimento M23.
A decisão de Kabila foi anunciada através de um comunicado lido na televisão estatal pelo Ministro de Imprensa e porta-voz do Governo, Lambert Mende.

RDC - REBELDES DO M23 AMEAÇAM TOMAR CAPITAL

Os rebeldes do M23 ameaçaram, quarta-feira, tomar a cidade de Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo (RDC) durante os próximos dias.

Os rebeldes tambem afirmam que não tencionam de dividir o país.

O Movimento de 23 de Março (M23) é composto por antigos rebeldes que, após terem sido integrados no exército congolês, nos termos dum acordo de paz de 2009, amotinaram-se depois e combatem desde Maio último, o exército regular da RDC.

SADC CONDENA OFENSIVA DO M23 NA RDC

A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) condena a ofensiva do movimento rebelde M23 em curso na região Leste da República Democrática do Congo (RDC).

quarta-feira, novembro 21, 2012

RD Congo: M23 deve cessar sua ofensiva e se retirar de Goma - Museveni, Kabila, Kagame


Kampala - Os presidentes ugandês Yoweri Museveni, rwandês Paul Kagame e da República Democrática do Congo (RDC), Joseph Kabila, exigiram hoje (quarta-feira) em Kampala, aos rebeldes congoleses do M23 a se retirarem de Goma, principal cidade do leste da RDC, a que ocupam desde terça-feira, noticia a AFP.

RD Congo: Oposição denuncia Kabila e apela à realização de um congresso

A oposição da República Democrática do Congo (RDC) considerou hoje (quarta-feira) que o presidente Joseph Kabila é o responsável pela situação prevalecente no leste do país e apelou à realização de uma conferência para analisar a situação.

RD Congo: Forças da ONU tomadas como alvos pela população

Os representantes da Missão das Nações Unidas para a Estabilização na República Democratica do Congo (Monusco) foram tomados como alvos em várias cidades do país, depois da queda da cidade estratégica de Goma, apesar da presença de um importante contigente de Capacetes Azus, soube à AFP, de fontes seguras.