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segunda-feira, maio 21, 2018

Ainda sobre abolição de dispensas – SERÁ DEVIDO À MINGUANTE PARTE DELES?


ATÉ aqui é apenas uma ESPECULAÇÃO, pois até aqui não partilharam comigo o estudo que sustenta que as dispensas resultam-se de compra de notas, sistemática fraude académica e são a causa da má qualidade do ensino em Moçambique. Já que é isso, ESPECULAÇÃO, eu também VOU ESPECULAR.
Toda esta medida anunciada não por pessoas que são nomeadas com base na competência e muito menos por idoneidade, mas confiança pessoal dos seus superiores, só deve ser porque as contas não estejam a dar certo. Eu especulo que quando as estatísticas estão prontas em Março de cada ano, cada escalão faz os cálculos do que virá – A PARTE DELES - do escalão inferior que gere as classes de exame. Assim, até o director-pedagógico que é nomeado mais para gerir a PARTE DELES que (gerir) o processo de ensino-aprendizagem, fica sem algo do aluno dispensado. Com certeza, este é primeiro a desconfiar que o professor da disciplina em que o aluno dispensou, COMEU SOZINHO...
Agora nada mais, nada menos que se faz para que as contas sejam certas e certinhas. Que cada um tenha a sua parte.


Nota: Ainda me devem os responsáveis da fraude académica em Quelimane em 2012.

terça-feira, novembro 21, 2017

STV EnsinoPrimario Tomaz Salomão 18 11 2017



...o problema da fraca qualidade no ensino primário resolve-se investindo não só em infra-estruturas, mas também em professores. Tomaz Salomão não vê razões para que não hajam investimentos no primário e diz mesmo que o argumento de falta de dinheiro não procede. “É preciso pensarmos como país, como nação...

...Tomaz Salomão diz mesmo que das coisas mais fáceis em Moçambique é criar uma universidade, pois qualquer pessoa pensa é capaz. “Não tem biblioteca, não tem laboratórios, mas acima de tudo onde estão os professores. Esquecemo-nos de que nós estamos a formar pessoas não só para servir o país, mas também para competir na região, no continente e no mundo. Outro dia o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior perguntava-me assim: ‘eu fui visitar algumas universidades e encontrei isto. Agora estou com dilema se mando fechar ou não’. Eu disse senhor ministro, fecha! Se quer saber da minha opinião, fecha”... (Emídio Baule, O País, 20.11.2017)

terça-feira, dezembro 02, 2014

Baixa formação dos docentes compromete a qualidade

O baixo nível de formação dos docentes compromete a qualidade do ensino em Moçambique, afirmou hoje, segunda-feira, o Conselho Nacional de Avaliação de Qualidade do Ensino Superior, em Maputo. A declaração foi feita durante a conferência nacional sobre a experiência de avaliação e garantia da qualidade do Ensino Superior, que vai decorrer até quarta-feira.

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Algo está errado nos exames de admissão à UEM

"Nos resultados (pode vê-los neste link:  
http://www.admissao.uem.mz/resultados/resultadosUEM.php, dos primeiros 100 nomes apresentados, de um total de 1234, apenas 8 candidatos foram admitidos aos cursos a que concorriam.
Destes 8 admitidos, apenas um (1) conseguiu tirar notas positivas em todos exames: 14.6 valores a Português e 13 valores a história.
Os restantes 7 foram admitidos ou com ambas notas negativas ou com pelo menos uma das notas negativas. Há casos mais gritantes como o de um candidato que foi admitido ao curso de Engenharia Civil com média de 6.4 valores. Conseguiu 7.3 valores no exame de Física e 5.5 valores no de Matemática." Ler mais (Canalmoz)

sábado, outubro 20, 2012

CHUMBADA A ABERTURA DE QUATRO ESTABELECIMENTOS DO ENSINO SUPERIOR

Quatro dos cinco pedidos para a abertura de novas instituições do ensino superior em Mocambique foram chumbados pelo Conselho Nacional do Ensino Superior (CNES), por não apresentarem projectos pedagógicos sólidos. O único pedido autorizado a avançar é o que foi submetido pelo Instituto Superior de Gestão, Administração e Educação (ISG), proposto pela Sociedade para o Desenvolvimento da Gestão, SARL.

sábado, agosto 04, 2012

quarta-feira, maio 30, 2012

Sistema de ensino profissional moçambicano é fraco

O que fragiliza mais o actual modelo de formação, aos olhos de Jan Hjort, é a falta de equipamentos e professores qualificados, facto que resulta em graduados sem as competências adequadas.
O sistema de ensino técnico e profissional moçambicano é fraco e está muito longe de responder às necessidades dos grandes projectos. Quem afirma é Jan Hjort, um representante da embaixada da Dinamarca, que falava ontem, na abertura de seminário  de introdução do Projecto Educação e Formação Profissional e Vocacional (EFPV), no município da Matola, em Maputo.
Jan Hjort é um especialista da área laboral dinamarquesa e a ideia dele é financiar projectos de formação direccionados aos sindicatos como forma de minimizar este problema que, actualmente, se vive no país.

Fonte: O País online - 30.05.2012

domingo, abril 29, 2012

Uma aula em três meses!

Por Pedro Nacuo

A Educação em Cabo Delgado acaba de nos trazer revelações muito graves sobre o seu desempenho, nomeadamente, a sua triste contribuição para a baixa qualidade do ensino no nosso país. Ao ter sido muito transparente trazendo a sua verdadeira face nos distritos, disse que terá feito um bom trabalho para a sociedade e ajudou-nos a dar resposta a algumas inquietações.

quinta-feira, abril 05, 2012

“Os principais responsáveis da crise da educação são os fazedores das políticas

Neste pilar, o estudo refere que as escolas técnicas e profissionais constituem “o déficit” maior do sistema nacional de educação. “Paradoxalmente, o pouco de educação técnico-profissional que temos também parece não dar os meios necessários para uma integração societal mais activa. Isso é devido, entre outros, ao facto que ele funcionar como o ensino geral: transmite noções, mas faltam equipamentos técnicos, de laboratórios, de experimentação, limitando-se a ser uma aprendizagem de fórmulas com pouca ligação ou recaída nas dinâmicas socioeconómicas” Ler mais. 

terça-feira, abril 03, 2012

“Os principais responsáveis da crise da educação são os fazedores das políticas educativas”(1)

Aponta o “Barómetro da Educação Básica em Moçambique”.

Esta é a conclusão principal dos autores deste estudo, que estendem as responsabilidades às principais agências de Educação a operarem em Moçambique desde a década 80, que contribuem ou intervêm sobremaneira na formatação das políticas educativas nacionais”.
O Instituto de Investigação Social e Educacional, ISOED, procedeu, há dias, à apresentação pública de um estudo-piloto sobre a qualidade da educação no país, denominado “Barómetro da Educação Básica em Moçambique”. Os autores do mesmo, José Castiano, Severino Ngoenha e Manuel Guro, todos professores universitários, propõem uma mudança na forma como se pensa a educação no nosso país, sobretudo na questão ligada à qualidade de ensino. Como diz José Castiano, “o debate sobre qualidade de ensino está poluído” na medida em “que se limita a equacionar estatísticas”. São quatro os pilares propostos para se melhorarem as competências educativas, nomeadamente: “o saber saber”, que diz respeito à aquisição de competências pessoais, tais como a capacidade de ler, de escrever, de analisar, de interpretar, de criticar, de desenvolver a abstacção, de reconhecer e estar aberto a novas formas de conhecimento. Ler mais  

sábado, janeiro 14, 2012

Contratação de professores aquém do número desejado

A contratação de professores para os diferentes níveis do ensino em Moçambique, para o presente ano lectivo, vai continuar aquém do número que seria de desejar devido a limitações de ordem financeira por parte do governo.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Aprovações “massivas” nos exames da segunda época

Na penúltima semana do mês de Dezembro, o Ministério da Educação publicou os resultados dos exames da segunda chamada. Contrariamente aos anos anteriores, a segunda chamada foi muito concorrida em virtude de se ter registado muitas reprovações na primeira chamada.
Não estranha a quase ninguém que, anualmente, se assista a um mau aproveitamento pedagógico nos exames finais dos vários subsistema de educação, com destaque para os do ensino básico e médio geral. Em 2011 não foi diferente. Os exames finais da primeira época deixaram tanto a desejar. O índice de reprovações esteve acima dos 90 por cento. Ler mais

Fonte: @Verdade - 06.01.2012

domingo, novembro 13, 2011

Processo de ensino frustra professores no país

Algo vai mal mesmo na educação, quem o diz e assina por baixo são os professores que lamentam a qualidade dos alunos existentes.

quinta-feira, novembro 10, 2011

Ensino formatado (1)

Por Ricardo dos Santos

A educação visa melhorar, a natureza do homem, o que nem sempre, É aceite pelo interessado - Carlos Drummond de Andrade

Quem lida com informática sabe que o termo “formatar” pende, literalmente falando, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, pois nunca se sabe o que daí poderá advir. Poderá significar uma retomada promissora de um trabalho, ou simplesmente a nossa sentença final. E tudo isto vem a propósito de um debate que nos tem acompanhado no dia-a-dia. A qualidade do ensino em Moçambique.

segunda-feira, outubro 31, 2011

Uma formação deficitária para uma profissão de vida ou morte

A formação de médicos em Moçambique não está bem. O sentimento é dos próprios médicos e foi manifestado última sexta-feira, numa conferência nacional organizada pela Ordem dos Médicos de Moçambique, com o objectivo de criar um fórum de discussão aberta sobre os principais problemas que afectam a formação naquela área no país, trocar experiências e definir estratégias para garantir qualidade da educação em medicina, bem como definir papéis e responsabilidades dos diferentes intervenientes no processo de formação.

sábado, setembro 17, 2011

DIZER POR DIZER... - Só 15 dias de aulas por mês!

Por Pedro Nacuo

Os pensadores ou sábios que temos, só(?) nos prejudicam, não tanto por o serem, mas porque pensam e sabem conforme as conveniências do momento. São tão volúveis como qualquer mortal e tão bajuladores como qualquer moçambicano que quer viver à sombra do poder, que não quer fazer esforço nem físico nem intelectual.

domingo, julho 10, 2011

Governo abandona actual modelo de formação de professores

Inconsistência de estratégias do Executivo

Maputo (Canalmoz) - A partir de 2012, os professores do nível básico deixam de ser formados nos termos do actual modelo de 10+1 (10ª classe mais um ano de formação psico-pedagógica). O modelo foi introduzido há bem pouco tempo, mas agora o Governo entende que não está a dar resultados positivos, por isso a partir do próximo ano um outro novo modelo será introduzido. Ler mais

Fonte: CanalMoz - 11.07.2011

sábado, julho 02, 2011

Bispos católicos apontam clientelismo no ensino

“É elevado o número de alunos que termina o nível básico sem saber ler nem escrever até os seus próprios nomes”, apontam.

quarta-feira, junho 08, 2011

Qualidade do que ensinamos deixa muito a desejar – Narciso Matos

O director executivo da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade de Moçambique alertou para o número crescente de graduados desadequados das necessidades reais de alguns países africanos.

sexta-feira, março 04, 2011

Crescimento de Moçambique não é inclusivo

“Entre 2002/2003 e 2008/2009 o crescimento não beneficiou os pobres”

Entre as razões que justificam este cenário negativo, estão o fraco nível de investimento público em infra-estruturas; baixo nível de acesso a serviços financeiros; fraco ambiente de negócios ...
Apesar de registar níveis satisfatórios em comparação com a maior parte dos países da África Sub-sahariana, o crescimento económico de Moçambique tem trazido menos benefícios aos pobres, uma situação que tende a piorar com o tempo. Esta é a conclusão do seminário que teve lugar ontem em Maputo, organizado pelo Movimento dos Estudantes Liberais de Moçambique, com o tema “Os Desafios e Estratégias de Crescimento Económico Inclusivo em Moçambique”.