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sexta-feira, abril 06, 2018

Julgamento de Zuma adiado, ele afirma ser vítima da oposição

Com um sorriso alargado saiu do tribunal para os aplausos dos seus apoiantes. o ex-presidente sul-africano Jacob Zuma teve hoje audiência preliminar num caso de corrupção que tem 20 anos. E disse que é vítima dos partidos da oposição. O recomeço do julgamento está marcado para 8 de Junho.

Fonte: Voz da América – 06.04.2018

segunda-feira, abril 02, 2018

Descanse em Paz Winnie Mandela!

Winnie Mandela morreu esta segunda-feira aos 81 anos. A notícia está a ser avançada pela Sky News que cita a sua assistente pessoal, Zodwa Zwane. Mais tarde deverá ser divulgado um comunicado da família. 

terça-feira, março 13, 2018

Julius Malema um político astuto


Não gosto abslutamente de Julius Malema, o jovem fundador do Economic Freedom Fighters (EFF) que quer dizer Combatentes da Liberdade Económica, mas a verdade tem que ser dita. Malema é um político muito astuto. A bem ou a mal, justo ou injusto, ele sabe como moldar um eleitorado para o seu partido. Sabe como ser diferente dos outros partidos. Sabe até como pôr o ANC a ajoelhar. Um partido político precisa de um perfíl próprio e distinto para ter um eleitorado também próprio.

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Jacob Zuma aceitará resultado da moção de censura

O Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, concedeu esta tarde uma entrevista à estação televisiva SABC, na qual abordou vários pontos sobre a pressão do ANC para a sua retirada do cargo de presidente.
Zuma começou por dizer que não lhe fora apresentado motivos concretos pelo qual deva abandonar o cargo e referiu que embora não concorde, não se recusa a abandonar o poder, mas precisava de um tempo para cumprir duas agendas.
Ainda esta, o ANC anunciou que conduziria, já nesta quinta-feira, uma moção de censura ao Parlamento, caso Zuma não aceitasse abandonar o cargo. Sobre este ponto, o presidente sul-africano referiu que não se vai opor à decisão do órgão legislativo.
“Se eles me levarem ao parlamento, eu vou aceitar a decisão que for tomada. O parlamento é um lugar onde constitucionalmente se elege e se demite dirigentes.”, referiu.
Fonte: O País – 14.02.2018

terça-feira, fevereiro 13, 2018

ANC dá 48 horas a Jacob Zuma para se demitir

Segundo a televisão SABC, que cita elementos que participam na reunião do Congresso Nacional Africano (ANC), o presidente do partido, Cyril Ramaphosa, deslocou-se até à residência oficial do chefe de Estado para o informar que tem 48 horas para apresentar a sua demissão, evitando assim ser afastado do cargo escreve o Notícias ao Minuto.
O actual chefe de Estado, que enfrenta acusações de corrupção, pode recusar demitir-se mas, nesse caso, o ANC pode apresentar no parlamento uma moção de censura.
O partido de Jacob Zuma, o Congresso Nacional Africano (ANC), está reunido em Pretória para, como afirmou o seu líder, Cyril Ramaphosa, "finalizar" a questão da saída antecipada do Presidente da África do Sul.
O conselho tem o poder de "lembrar" Jacob Zuma sobre o ocorrido em 2008, quando o Presidente Thabo Mbeki, que sucedeu no cargo a Nelson Mandela, renunciou por falta de apoio do ANC no parlamento.
Após deixar a presidência da formação no último congresso do ANC, em Dezembro, a favor de Ramaphosa, que não era o seu candidato preferido, a pressão para que o chefe de Estado abandone o poder aumentou, especialmente nas últimas semanas.

Fonte: O País – 13.02.2018

quarta-feira, janeiro 10, 2018

África do Sul : Parlamento inicia hoje procedimentos para destituição de Jacob Zuma

O Parlamento sul-africano inicia hoje (quarta-feira) com término para quinta-feira, a revisão de normas para a destituição do presidente da República, visando concretamente o actual chefe de Estado, Jacob Zuma.
Para isso, a comissão da Assembleia Nacional encarregue da revisão das normas deve deliberar um texto sobre procedimentos a serem aplicadas na secção 89 (1) da Constituição referente  “a Remoção do presidente", como tinha anunciado o parlamento num comunicado divulgado domingo (07 de Janeiro).
Uma vez aprovado pela comissão, "o procedimento deverá ser adoptado pela Assembleia Nacional", precisa o parlamento na sua nota.
Assim, o Parlamento segue recomendações do Tribunal Constitucional, a mais alta instância judicial do país, que lhe ordenou nos finais de Dezembro de 2017 para “ pôr em marcha mecanismos que podem ser utilizados para a destituição do presidente”.

segunda-feira, janeiro 08, 2018

África do Sul: Justiça exige ao Parlamento destituição de Jacob Zuma

O Tribunal Constitucional da África do Sul decidiu, sexta-feira última, que o Parlamento deve iniciar um processo de destituição do Presidente Jacob Zuma.

Segundo agências noticiosas internacionais, o Tribunal Constitucional sul-africano alega que o Parlamento falhou por não ter pedido contas ao Presidente Jacob Zuma, acusado de ter gasto dinheiro público na restauração de uma das suas residências privadas.
As fontes precisam que o juiz Chris Jefta considerou, na sexta-feira, que o Parlamento não aplicou correctamente o artigo 89º da Constituição, facto que invalida a sua decisão de não iniciar o processo de destiruição de Jacob Zumba.
O artigo 89º da Constituição sul-africana estipula que o Parlamento deve destituir o Presidente do cargo, quando for comprovada uma séria violação da lei, má conduta ou incapacidade do mesmo de responder pelas suas funções como chefe de Estado.
No ano passado, a justiça concluiu que o Presidente Jacob Zuma violou a Constituição, ao utilizar os cofres públicos para fazer obras de restauto na sua residência privada, em Nkandla.

segunda-feira, dezembro 18, 2017

Ramaphosa eleito presidente do ANC

Cyril Ramaphosa venceu a corrida eleitoral para novo presidente do ANC. Desde hoje, o político sul-africano é o novo líder daquele partido.
Ramaphosa venceu com 2440 votos, contra 2261 de Nkosazana Dlamini-Zuma, de acordo The Guardian.
Para vice-presidente foi eleito David Mabuza, que derrotou Lindiwe Sisulu.

Fonte: O País – 18.12.2017

quinta-feira, abril 13, 2017

Zuma admite deixar o poder

O Presidente Jacob Zuma admitiu no final da tarde desta quarta-feira, 12, no bairro do Soweto, arredores da cidade de Joanesburgo, estar pronto a deixar o poder se for solicitado pelo seu partido ANC.
O chefe do Estado sul-africano falava nas celebrações dos 75 anos do seu aniversário.
É a primeira vez que Zuma admite que pode deixar o poder desde o inicio de manifestações de rua e no Parlamento a exigir sua destituição.
Dirigentes do ANC e de aliados do Governo têm manifestado o seu descontentamento com a liderança de Zuma devido a vários escândalos de corrupção.

Fonte: Voz da América – 12.04.2017

sábado, abril 08, 2017

Sul-africanos saem à rua em protestos contra Zuma

Os protestos na África do Sul iniciaram ontem. Mais de 60 mil pessoas saíram às ruas para manifestar contra a decisão do Presidente Sul-africano, que consistiu em demitir o ministro das Finanças numa altura em que a depreciação do rand em relação ao dólar acentua.
Até aqui, os protestos são considerados pacíficos. No dia 12 de Abril, quarta-feira, dia em que Jacob Zuma completa 75 anos, está previsto que vários partidos políticos sul-africanos marchem por vários edifícios emblemáticos daquele país para exigir a saída do poder ao Presidente Jacob Zuma.
A demissão do ministro das Finanças levanta a suspeita de que a corrupção no Governo irá aumentar e a situação económica vai degradar-se. Na sexta-feira, cinco pessoas foram feridas por balas de borracha durante uma marcha perto da sede nacional do ANC, em Joanesburgo.
Entre os manifestantes estava o laureado com o Nobel da Paz, o bispo Desmond Tutu, que aos 85 anos fez uma rara aparição pública para apoiar os protestos e os pedidos de demissão do Presidente.
O ministro das Finanças, Pravin Gordhan, foi demitido há uma semana, uma situação que culminou com a queda do rand em 10% em relação ao dólar norte-americano.
Jacob Zuma demitiu Pravin Gordhan, alegando que ele e o seu vice estavam envolvidos numa campanha de mobilização da comunidade internacional para não investir na África do Sul em protesto contra as medidas radicais do Presidente.
Entretanto, o vice-Presidente e outros outros membros séniores do ANC rejeitaram as alegações de Jacob Zuma, considerando-as inaceitáveis e ridículas.
A COSATU e o Partido Comunista, aliados do ANC na governação, disseram que Zuma já não tem capacidade para liderar a aliança tripartida governamental.
Os adversários políticos e sociais de Jacob Zuma mobilizaram-se em todo o país e prometem continuar até que Zuma abandone o poder.
Depois de vários dias de rumores e tensões, o Chefe de Estado sul-africano tinha anunciado no 31 de Março uma remodelação governamental de grande amplitude, marcada pela nomeação de dez ministros e de igual número de vice-ministros, muitos deles considerados seus fiéis.
Em três anos, Zuma trocou quatro ministros das finanças. A demissão do ministro das Finanças Pravin Gordhan foi seguida pela descida do “rating” do país pela Standard & Poors no primeiro patamar do “lixo”, citando a demissão do ministro.
Em virtude da maioria que tem no Parlamento, Jacob Zuma terminará o seu segundo e último mandato em 2019. Em 2014, Zuma formou um Governo com cerca de 75 ministros, o maior na história da África do Sul, mas o seu desempenho tem sido muito criticado dentro e fora do ANC.

Fonte. O País – 08.04.2017

sexta-feira, março 17, 2017

Governo sul-africano rejeita construção de muro na fronteira com Moçambique

O vice-presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, rejeitou hoje a proposta dos jovens do ANC, partido no poder, que defenderam a construção de um grande muro na fronteira com Moçambique devido ao crime.
“Nós somos uma nação que não constrói muros. Nós não acreditamos em construir muros, isso define quem nós somos. Nós dizemos que a África do Sul é um país aberto e quando as pessoas vêm cá, devemos tratá-las com dignidade e respeito e dentro dos parâmetros da nossa Constituição”, declarou o governante, respondendo a perguntas no parlamento, citado pelo Times Live.
O vice-Presidente acrescentou: “Nós nunca apoiaremos [uma proposta destas]. E, além disso, não temos dinheiro para construir muros”.
No início da semana, em KwaZulu-Natal (norte), a Juventude do Congresso Nacional Africano (ANC, partido no poder) pediu ao Governo de Jacob Zuma que construa um “grande muro” ao longo da fronteira com Moçambique para impedir criminosos de roubar carros na região.
“Os criminosos simplesmente cortam a vedação de arame que separa os dois países e fogem. Por isso, nós queremos que seja construído aqui um grande muro para prevenir o crime transfronteiriço e queremos que o Governo desloque mais soldados” para a região, disse o responsável local dos jovens do ANC, Sandile Sibiya, citado pelo Huffington Post.
O pedido foi feito durante uma visita de Jacob Zuma à região, como parte de uma campanha do Governo sul-africano contra o crime, que está a causar um aumento de tensões entre residentes e migrantes de Moçambique e Suazilândia.

Fonte: LUSA – 17.03.2017

segunda-feira, novembro 28, 2016

Ministros sul-africanos apelam à demissão de Jacob Zuma

Derek Hanekom, Aaron Motsoaledi e Thulas Nxesi propuseram a saída do presidente numa reunião
Pelo menos três ministros do governo sul-africano apelaram para a demissão do presidente Jacob Zuma, atolado numa série de escândalos de corrupção que suscitam cada vez mais críticas no seu campo, informaram hoje media locais, de acordo com Lusa, citada por Notícias ao Minuto.
Os três ministros expressaram a sua desconfiança em relação ao Chefe de Estado no fim-de-semana durante uma reunião da direcção do Congresso Nacional Africano (ANC), indicou o 'site' de informação News 24 citando fontes do partido.
Desde Sábado, os órgãos de liderança do ANC estão reunidos à porta fechada num hotel de Pretória para discutir o futuro do seu presidente e Chefe de Estado, Jacob Zuma, cujo segundo mandato termina em 2019.
Durante a reunião, os ministros do Turismo, Derek Hanekom, da Saúde, Aaron Motsoaledi, e das Obras Públicas, Thulas Nxesi, propuseram a saída de Zuma.

sexta-feira, novembro 11, 2016

Parlamento sul-africano chumba moção para destituir Jacob Zuma

Moção foi rejeitada por 214 votos, enquanto 126 votaram a favor, depois de um debate que incluiu trocas de insultos
O parlamento sul-africano chumbou, ontem, uma moção da oposição para destituir o presidente Jacob Zuma devido à uma série de escândalos, incluindo alegados casos de corrupção no governo, ligados ao presidente e aos seus colaboradores.
A moção, apresentada pela Aliança Democrática, o principal partido da oposição sul-africana, foi rejeitada por 214 votos, enquanto 126 votaram a favor, depois de um debate que incluiu trocas de insultos.
O Congresso Nacional Africano (ANC, sigla em inglês), que tem a maioria no parlamento, disse que não podia apoiar a moção da oposição contra Zuma, apesar de alguns membros do partido no poder terem pedido ao presidente para resignar.

terça-feira, agosto 09, 2016

Decorrem negociações para formação de coligações na África do Sul

Os maiores partidos políticos sul-africanos iniciaram uma corrida para formação de coligações, após a divulgação oficial, segunda-feira, dos resultados das eleições Municipais. Neste momento, a formação de coligações domina a política local.
O ANC, tido como o principal perdedor destas eleições, está em negociações com o UDM para formar una coligação em Nelson Mandela Bay. Bantu Holomissa, líder do UDM, confirmou as negociações com o ANC, mas assume que já estava em curso um processo similar com o partido da Aliança Democrática de Msui Maimane.
Perante duas propostas de formação de coligação, Bantu Holomissa diz que está em curso um processo de consulta nas lideranças do partido assim como na base, para juntos tomarem a melhor decisão para o partido e simpatizantes.

segunda-feira, agosto 08, 2016

CADA UM DE NÓS PODE REFLECTIR SOBRE O SEU PAPEL NO PROCESSO DEMOCRÁTICO DE MOÇAMBIQUE.

As reflexões Juma Aiuba,que vão ao encontro do que trava as mudanças em Moçambique a acção da Frelimo, a postura da oposição e dos moçambicanos como povo.
Aos poucos a infelicidade é somente nossa como mocambicanos e acaba aquilo de chamarmos a isso aos outros africanos. Portanto:
1) Comprar calcinhas e soutiens grandes para esconder votos, fabricar votos falsos, desviar editais, não coisas de África em geral, mas particularmente de Moçambique
2) Puxa-saquismo do partido no poder, fingindo-se ser da oposicão só porque quer prémio porque evitou mudancas, não são coisas de África em geral, mas de Mocambique. Partidos políticos que nascem como cogumelos em tempo eleitoral, simplesmente à caca do "trust fund" não é coisa da África em geral.
3) Lambebotismo, conformismo, a indiferença em períodos eleitorais, não são coisas de africanos em gerais, mas particularmente nossas como moçambicanos. Em Mocambique basta um frango, uma camisete, uma cerveja, uma capulana para mudar a consciência.
4) Mas também há outro problema particular em Moçambique que é a luta pelo lugar elegível na lista das candidaturas.

Eis:

Por Juma Aiuba

Infelizmente...

Engana-se quem pensa que os resultados eleitorais da vizinha África do Sul irão dar algum juízo aos cinquentenários das redondezas. Muito pelo contrário. Devem estar a dizer "bem feito!" ao A-Ene-Cê... Quem mandou não roubar votos... Quem mandou não ter a Comissão Eleitoral na mão... Quem mandou contar e divulgar logo os redultados... Quem mandou nao chamboquear pessoas... etecetera. Bem feito!

domingo, agosto 07, 2016

Frelimo é força de bloqueio

Por Edwin Hounnou

Um politólogo moçambicano disse, criticando o ANC da África do Sul pelo desaire que teve nas recentes eleições eleições municipais de Agosto de 2016, que, diferentemente do partido Frelimo que percebeu que poderia perder as eleições se não adaptasse indo buscar um candidato do norte, o ANC deixou-se ficar e agora tem aí os frutos.

Esta dissertação é, completamente, falsa, nula e pode fazer cair muita gente em análise sócio-política errada. Quem anda atento aos acontecimentos do país entende que a Frelimo socorre-se de malabarismos para alcançar o poder e não se dará ao prazer de atribuir mérito a quem não o merece.

Este domingo, 07.08.2016, estive a escutar o programa ESTA SEMANA ACONTECEU, da Rádio Moçambique, em que dois dos propagandistas do regime, Gustavo Mavie e Alexandre Chivale, apelavam à ilegalização da Renamo. Apercebi-me que do outro lado, estavam uns indivíduos sem consciência do assunto que estavam a falar, num monólogo de vendidos ao diabo.

sábado, agosto 06, 2016

Alguma ilação?


O ANC foi um movimento aglutinador na luta contra o regime minoritário, racista e segregacionista na África do Sul. Mas com as últimas eleições locais tanto no processo de organização como nos resultados é possível concluir que:

1) Os líderes do ANC não viram que a vitória do partido era IMPERATIVA, como tem sido em Moçambique. Já ouvi até de Chissano que a vitória da Frelimo era um imperativo. Imperativo é princípio que tem o carácter de obrigação imperiosa. Esse carácter de obrigação imperiosa dito a membros, simpatizantes dum partido e sobretudo aqueles que estão ligados à gestão do processo eleitoral, interpreta-se como sendo obrigação à prática de fraude.

2) Na verdade, não há nada que seja de carácter de obrigação imperiosa a permanência no poder de qualquer partido libertador onde quer que seja. Nenhum país deixa de existir, somente porque o partido ou movimento que o liberta, deixa o poder.

3) Não acompanhei a campanha eleitoral, mas não me parece que os partidos na África do Sul recorreram a ataques baixos como ligando a qualquer partido ao regime de apartheid. Posso estar errado.

Iraê Lundi considera que ANC precisa mudar de políticas

A pesquisadora do Centro dos Estudos Estratégicos Internacionais, Iraê Lundi, defende que o ANC, assim como os outros partidos que surgiram dos movimentos de libertação, devem mudar de políticas para melhor posicionarem-se nos processos eleitorais. De acordo com Lundi, o ANC ficou agarrado ao passado pelo facto de ter sido um partido que lutou contra o Apartheid em vez de apostar na boa governação para garantirem o apoio da população.
A investigadora diz que a crise económica é outro factor a não ignorar, pois teve fortes influências nos resultados eleitorais na terra do rand.
O partido da Aliança Democrática já garantiu vitória nos Municípios da Cidade do Cabo e no histórico Nelson Mandela Bay.

Fonte: O País – 05.08.2016

sexta-feira, agosto 05, 2016

A “reprimenda” dos eleitores sul-africanos ao ANC

Os resultados das eleições municipais mostram que o ANC a obter a maioria dos lugares mas a levarem ao mesmo tempo uma “reprimenda” nas principais áreas urbanas.
Os resultados eleitorais do escrutínio de terça-feira mostram que os eleitores sul-africanos se estão a afastar do Congresso Nacional Africano (ANC), em grande número, e a negarem-lhe a vitória nos maiores centros urbanos.
O ANC, que lutou pelo fim do apartheid na Africa do Sul, continuará, contudo, a disfrutar de um maior número de assentos nos governos locais.
Mas esta eleição deu à Aliança Democrática (DA) na oposição ganhos decisivos especialmente nas áreas metropolitanas como Joanesburgo, o centro económico, em Pretória a capital, e na cidade costeira de Port Elizabeth. A DA já controla a Cidade do Cabo e a vizinha província do Cabo Ocidental.

sábado, junho 20, 2015

CAOS NO PARLAMENTO SUL-AFRICANO IMPEDE ZUMA DE RESPONDER ÀS PERGUNTAS DOS DEPUTADOS

Caos total na Assembleia da República sul-africana impede o Chefe de Estado, Jacob Zuma, de responder às perguntas dos deputados.
O partido Combatentes pela Liberdade Económica, de Julius Malema, ex-líder da juventude do ANC, o partido no Pode,r forçou o adiamento da sessão de perguntas e respostas ao exigir, uma vez mais, respostas sobre quando é que o Presidente Jacob Zuma vai devolver parte dos 246 milhões de rands gastos na actualização da segurança da sua casa privada, em Nkandlha.
A sessão da Assembleia Nacional sul-africana desta quinta-feira foi interrompida depois de um encontro de concertação, sem sucesso, entre as chefias das bancadas parlamentares. (PR Pretória)

Fonte: Rádio Moçambique – 19.06.2015