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sexta-feira, maio 19, 2017

Famílias moçambicanas fazem contas depois do aumento do preço do gás

Em Maputo, fala-se em "apertar o cinto"
As famílias moçambicanas fazem contas depois da entrada na quarta-feira, 17, do preço do gás de cozinha.
Muitas dizem que já viviam o drama do custo de vida, que agora virou pior.
Ana Machaieie tem 49 e é dona de casa.
Na cozinha, depende do gás doméstico para preparar todas as refeições para a família de quatro membros.
Mensalmente precisa de duas botijas de 11 e nove quilos de gás doméstico.
Até ao início da semana gastava 1343 meticais (cerca de 21 dólares), mas desde ontem passa a pagar 1550 (25 dólares).
Ela concluiu que, com as outras necessidades da casa, a situação vai complicar.
Perante esta situação, diz que o caminho será mesmo apertar ainda mais o cinto.
Num dos postos de venda do gás doméstico encontramos Ester Machocho.
Acabou o seu stock caseiro, justamente no dia em que entrava em vigor a nova tabela.
Das contas inevitáveis que é agora forçada a fazer, a conclusão é a mesma.
Da nova tabela de preços que entraram em vigor esta semana, a gasolina e o gasóleo tiveram um pequeno bónus de reducção.
Ainda assim, o sentimento geral é de que o Governo tirou com uma mão o que deu com a outra.

Fonte: Voz da América – 19.05.2017

quinta-feira, março 23, 2017

“Subida dos preços dos combustíveis visa eliminar um subsídio caro e ineficiente”

O Fundo Monetário Internacional (FMI) já reagiu ao mais recente ajuste de preços de combustíveis. Em comunicado, refere que em Moçambique, os preços dos combustíveis têm estado geralmente abaixo do preço real do mercado e dos praticados nos países vizinhos. Isto tem sido possível graças a um subsídio para compensar as gasolineiras pelo diferencial entre os preços regulados de venda ao público e os preços de importação destes produtos.
 Mas este subsídio, além de muito oneroso aos cofres do Estado, tem beneficiado aos mais ricos, que têm os maiores carros e consomem em média muito mais combustível. No entanto, os preços poderiam ter sido ajustados mensalmente, porque o quadro legal em vigor já prevê um mecanismo automático de ajuste dos preços a retalho em função, por exemplo, de variações dos preços de importação e da taxa de câmbio.

segunda-feira, novembro 23, 2015

Custo de vida aumenta em Moçambique

A seca prolongada e a queda do valor da moeda sul-africana face ao dólar aumentam o custo de vida em Moçambique, um país que depende largamente de importações de produtos básicos de consumo da África do Sul.
A presidente da Associação dos Empresários moçambicanos na África do Sul, Amélia Muthisse, apela para a redução de taxas aduaneiras de produtos de primeira necessidade em Moçambique.
Para Muthisse, o Governo pode aumentar taxas aduaneiras dos produtos de luxo, bebidas e cigarros, aliviando a carga fiscal em produtos básicos.

quinta-feira, maio 31, 2012

AMEAÇA DE GREVE NA CIDADE DE MAPUTO/EDILIDADE TRANQUILIZA

MAPUTO, 31 MAI (AIM) – As autoridades municipais da cidade de Maputo, a capital moçambicana, tranquilizam a todos os munícipes que não haverá nenhuma manifestação durante o dia internacional da criança, que se assinala a 1 (um) de Junho.

quarta-feira, maio 04, 2011

Cabaz de compras criticado

"Governo deveria dinamizar sector produtivo"

Escute aqui

As recentes medidas anunciadas pelo governo moçambicano para tentar conter o aumento do custo de vida com subsidios para as classes menos favorecidas estão a causar alguma controvérsia e mesmo dúvidas.
Depois da revisão do escalão da categoria salarial dos trabalhadores elegíveis para beneficiar da cesta básica, dos anteriores 2000 mil meticais para 2500, e das tentativas de esclarecimentos que têm vindo a ser dados pelo governo, muitos são aqueles que que consideram que o executivo ainda não está preparado para apresentar medidas eficazes e objectivamente claras.

segunda-feira, abril 04, 2011

O mal de agir bem

Cesta básica e subsídio aos transportados:

O Governo decidiu esta semana mudar de filosofia em termos de medidas, com vista a atenuar o custa de vida dos moçambicanos. No pacote da inovação está a introdução de uma cesta básica que contém feijão, trigo, arroz, pão e peixe, para os trabalhadores que auferem um salário igual ou inferior a dois mil meticais. Também se observa a introdução do subsídio aos transportados, através da atribuição de

domingo, abril 03, 2011

Rebuçado envenenado do Governo

Por Lázaro Mabunda

“Analisando, conclui-se que as mesmas, mais do que atenuantes, são agravantes do custo de vida (...). Estas medidas revelam que as despesas públicas são insuportáveis, e o Governo excedeu os limites dos gastos. Sem estas medidas, o país torna-se ingovernável.”

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Angola Press - África - Subiu para 50 número de mortos em três dias de tumultos

Túnis - Subiu para 50 o número de mortos em distúrbios sociais no centro da Tunísia em três dias, relatou nesta terça-feira um dirigente sindical, informando sobre uma situação de "caos" em Kaserin, principal cidade da região.
O caos reina em Kaserin (290 km ao sul da capital) depois de uma noite de violência, de disparos de franco-atiradores, saques e roubos de lojas e residências", afirmou Sadok Mahmoudi, membro da União Geral de Trabalhadores Tunisianos (UGTT).
A versão foi confirmada por outras testemunhas ouvidas pela AFP. Assim, tudo indica que o pronunciamento pela televisão na segunda-feira, do presidente Zine El Abidine Ben Ali - durante o qual prometeu criar 300.000 empregos e denunciou "actos terroristas imperdoáveis", ao referir-se a manifestações - não conseguiu desactivar os mais graves protestos em 23 anos.

quinta-feira, novembro 25, 2010

Governo vai rever valores pagos para emissão de passaportes e BI's - Aires Ali

O Primeiro-Ministro (PM) moçambicano, Aires Ali, anunciou hoje em Maputo que o governo decidiu rever as actuais taxas para a emissão do bilhete de identidade (BI) e do passaporte biométrico.
Ali, que falava na Assembleia da República (AR) no encerramento da sessão de perguntas ao governo, não avançou nenhuma data para a alteração das taxas entrarão em vigor, limitando-se a afirmar que “brevemente anunciaremos os novos preços”.
“O governo decidiu rever os valores cobrados para a emissão do bilhete de identidade e do passaporte biométrico para facilitar o seu acesso por parte de todos os cidadãos”, afirmou Aires Ali.

quinta-feira, setembro 23, 2010

Governo da província de Nampula vai reduzir workshops e seminários

Para direccionar os recursos na produção de comida

Felismino Tocoli promete medidas duras contra empresas que receberem subsídios do Estado e não oferecerem produtos de qualidade ao valor correspondente ao preço.
O governo da província de Nampula realiza hoje uma sessão extraordinária, com vista a divulgar e assegurar o domínio e cumprimento das decisões tomadas, recentemente, pelo Conselho de Ministros, visando minimizar o custo de vida das populações na sequência das manifestações do dia 1 e 2 de Setembro em curso.

quarta-feira, setembro 22, 2010

Até à próxima crise em Moçambique

Por Fernando Lima*

Nunca o nome de Samora Machel foi tão citado como nos dias conturbados por que passa Moçambique, depois das manifestações populares que causaram 13 mortes, na capital.
O evocar do Presidente que trouxe a independência ao país, sugere uma explicação complementar para os distúrbios convocados por mensagens de sms e destinados a protestar contra a alta do custo de vida. Com um toque messiânico, na opinião popular, Samora «não deixaria chegar as coisas onde chegaram», enfatizando o afastamento do Governo e da pequena elite que o apoia dos mais desfavorecidos, a corrupção e as negociatas em que estão habitualmente envolvidas as hierarquias do poder e a relativa opulência dos dirigentes do país que já foi orgulhosamente marxista-leninista, mas que continua a estar na cauda dos índices de desenvolvimento internacional, não obstante a assinalável performance económica verificada na última década.

terça-feira, setembro 21, 2010

MDM: Jogos Africanos deviam ser repensados

O Movimento Democrático de Moçambique diz que a questão da organização dos Jogos Africanos devia ser repensada. “... são por aí 250 milhões de dólares que estão a ser investidos para estes jogos. Temos que repensá-los em nome da poupança”.
Nesta edição, o secretário-geral do MDM, Ismael Mussá, em nome do seu partido, apresenta um plano que, na sua óptica, deveria ser seguido pelo governo, visando fazer uma “verdadeira poupança” dos dinheiros públicos, no âmbito das medidas de austeridade anunciadas pelo governo.

Na qualidade de secretário-geral do Movimento Democrático de Moçambique, qual é a análise que faz das decisões anunciadas pelo governo, visando minimizar o custo de vida das pessoas?

Acho que o Governo tomou aquelas decisões num ambiente de muita emoção. Era um momento de nervosismo, agitação e muita emoção, e acabou, se calhar, por tomar estas decisões erradas. O que seria correcto era apresentar as ditas medidas e mostrar em números o que estas medidas trariam, em termos de poupança e contenção para o país. O Executivo deve, de imediato, apresentar à Assembleia da República uma proposta de Orçamento Rectificativo, onde deve demonstrar com clareza que vai poupar X e que o mesmo será aplicado neste e naquele projecto. Só assim é que nós, na qualidade de parlamentares, poderemos fiscalizar, porque o orçamento é aprovado em forma de lei. Neste momento, nenhum deputado estará em altura de compreender as medidas tomadas, o que irá dificultar a sua fiscalização.

Na óptima do MDM, o que deve ser feito para melhorar estas medidas...

Primeiro, essas medidas devem ser transformadas em números. Aliás, essas medidas são de curto prazo, e o que todos nós não sabemos é o que vai acontecer pós-Dezembro, uma vez que as medidas terminam nesse mês. É aí onde todos esperamos por uma resposta a longo prazo do Governo, para se resolver esta questão.

O MDM concorda com o subsídio de 200 meticais por cada saco de trigo?

É preciso reparar, primeiro, que o problema do preço do pão não está no trigo. Está em vários outros factores como a luz e a água que, por sinal, não baixaram para estes escalões. Mais, para aqueles cidadãos fora de Maputo, há que adicionar ainda os custos de transporte. Portanto, o subsídio ao trigo não é sustentável.

Mas ao invés de criticar apenas (...), quais são as propostas do MDM?

Achamos, por exemplo, que a questão da organização dos Jogos Africanos devia ser repensada. Se a memória não me atraiçoa, são por aí 250 milhões de dólares que estão a ser investidos para estes jogos. Temos que repensá-los em nome da poupança. Outra questão tem que ver com as presidências abertas. Apesar de achar que é importante que o presidente dialogue com as populações, mas não deve o fazer via aérea, pois é dispendiosa. O que acho é que o presidente devia repensar nas viagens aéreas e começar a ir por terra. Por exemplo, para visitar a zona centro, pegava voo para Beira e depois usava carro para escalar os restantes distritos de Sofala e de Manica. O mesmo poderá fazer voando para Nampula e visitando os outros distritos, como fazia o presidente Samora e é mais viável hoje. A terceira grande redução de custos é na estrutura do Governo, dado que a actual é muito pesada. Por exemplo, ao invés de termos 28 ministérios (28 ministros e 26 vice-ministros), podemos fundir alguns e, pelos cálculos, teríamos apenas 13.

Fonte: O País online - 20.09.2010

domingo, setembro 19, 2010

Despesismos

A talhe de foice

Por Machado da Graça

Nesta altura em que se começa a falar do necessário emagrecimento do Estado para evitar um despesismo desnecessário lembrei-me de um artigo, que li recentemente, sobre o sistema moçambicano de assistência social.
Descobri nesse artigo que existe uma floresta de organizações estatais destinadas a proporcionar apoio social aos moçambicanos.
Vejamos:

sexta-feira, setembro 17, 2010

Balói em Nova Iorque em reprentacão do PR

O MINISTRO dos Negócios Estrangeiros, Oldemiro Balói, vai participar na 65ª Sessão Ordinária das Nações Unidas que inicia na próxima semana, na cidade norte-americana de Nova Iorque.
Balói participará neste evento em representação do Chefe do Estado, Armando Guebuza, que decidiu cancelar a sua viagem àquele encontro. A Sessão Ordinária das Nações Unidas, cujo início está previsto para o próximo dia 23, será antecedido de dois eventos de alto nível, nomeadamente a reunião para a avaliação dos progressos, constrangimentos e a mobilização da comunidade internacional para a necessidade de acelerar os esforços com vista ao alcance dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODMs), bem como a reunião de contribuição ao ano de 2010, Ano Internacional da Biodiversidade. Nesta sua deslocação, o titular da pasta dos Negócios Estrangeiros far-se-á acompanhar por Alcinda Abreu, Ministra para a Coordenação da Acção Ambiental, Paulo Ivo Garrido, Ministro da Saúde entre outros quadros do Estado.

Fonte: Jornal Notícias - 18.09.2010

Custo de vida e manisfestações: ponto de vista de Oxalá*

Há outras teorias sobre a causa das manifestações contra a subida dos preços dos produtos básicos. Na Mauritânia os preços do arroz dobraram nos primeiros três meses de 2010 (disse a PMA). No mesmo período, o preço do milho subiu 59% no Zimbabué e 57% em Moçambique. Na República Democrática do Congo, o preço de um saco de arroz dobrou. Quando governo russo proibiu as exportações de cereais até o fim do ano, o preço de trigo no mercado futuro subiu mais de 70% em trinta dias. No nível mundial em um ano, o preço do trigo subiu 75%. Houve manifestações contra a subida dos preços igualmente no Egipto, na Mauritânia, no Senegal, na Índia e na Rússia. Uma tendência que levou a PMA a marcar uma reunião de emergência para 24 de Setembro. Mas se cremos os EUA, não há necessidade de se preocupar. De acordo com o relatório do Departamento de Agricultura de 12 de Setembro de 2010, as estimativas das reservas de trigo são acima do esperado pelos mercados. Mesmo segundo a PMA, as reservas mundiais de grão (incluindo aquelas de trigo) superam aquelas de 2008 por 25%.

O que pode significar que grande parte da subida do preço de trigo (e das manifestações) foi provocada pela especulação nos mercados financeiros. Porque os especuladores não procuravam trigo, na realidade procuravam lucros rápidos. Adicionalmente os biocombustíveis roubam de terrenos agrícolas aos alimentos. Adicionalmente o Banco Central (BCM) utilizou a sua impressora de dinheiro para pagar pelos excessos da burocracia, o crónico défice orçamental e as dívidas produzidas pelo governo. Para acalmar a fúria dos revoltados, ainda continuam imprimir dinheiro, aumentando assim cada vez mais a inflação de preços dos produtos básicos. O que significa, não há um só culpado pelas manifestações! Porque fome e pobreza absoluta sempre têm múltiplas causas.

*Oxalá é pseudónimo de um leitor

quinta-feira, setembro 16, 2010

Guebuza cancela viagem a Nova Iorque

O PRESIDENTE Armando Guebuza decidiu cancelar a sua participação na 65ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, a decorrer de segunda até quarta-feira na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América (EUA).
A decisão, anunciada ontem pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói, insere-se no contexto das medidas de redução de despesas públicas a que o Governo se propôs realizar, o que concorre igualmente para minimizar o elevado custo de vida no país. “Como se sabe, o país viveu recentemente um clima que evidenciou as dificuldades e os grandes desafios que ainda temos por ultrapassar e uma das decisões do Governo é cortar as despesas de forma racional”, explicou Balói, O titular da pasta dos Negócios Estrangeiros e Cooperação afirmou que o Executivo continuará a envidar esforços no sentido de implementar as 34 medidas que foram tomadas visando reduzir o custo de vida.

Fonte: Jornal Notícias - 17-09.2010

quarta-feira, setembro 15, 2010

Governo tomou medidas psicológicas que não resolvem o problema

Algumas conclusões do debate sobre as manifestações de 1 e 2 de Setembro

Nuno Castel-Branco defende que o Estado deve renegociar os mega-projectos e fechar o cerco à evasão fiscal. Carlos Serra diz que a principal causa das manifestações foi a ausência do Estado...
As medidas tomadas pelo Governo e anunciadas a 7 de Setembro corrente, com vista à redução do impacto do aumento do custo de vida no país, não passam de uma manobra psicológica do Executivo, pois as mesmas não vão resolver o real problema dos manifestantes.

segunda-feira, setembro 13, 2010

Entrevista com o economista Luís Magaço

Custo de vida: Saída está no incentivo à produção e produtividade – Luís Magaço, economista e pesquisador social a-propósito das medidas adoptadas semana passada pelo Governo

UMA semana depois do anúncio das medidas de contenção de preços de alguns produtos de primeira necessidade e das despesas públicas, Luís Magaço, economista e pesquisador social, vem a público defender que para complementar estas decisões, o Governo deve agora adoptar uma postura de incentivo à produção e à produtividade para que o país possa continuar a crescer nos níveis a que se encontra hoje. Numa entrevista que publicamos de seguida, Magaço refere ainda que para o combate à corrupção, a independência do judicial, a criação de infra-estruturas sociais e a adopção de políticas cambiais e fiscal, que facilitem o negócio, devem estar no topo das acções governamentais. Sobre as decisões tomadas, o nosso interlocutor diz que elas foram as mais acertadas para o momento, muito embora se mostre contra a criação “constante” de subsídios à economia, como por exemplo, os adoptados para manter o preço do pão, baixar os serviços de abastecimento de água e energia eléctrica, ou de manutenção de custos, ao consumidor, de combustíveis.

O bom senso do Governo à sustentabilidade das suas decisões

Por Jeremias Langa

O passo dado esta semana foi importantíssimo para aliviar o sofrimento das pessoas no imediato, não há dúvida. Mas temos que nos questionar em relação à sustentabilidade das decisões tomadas, pois amanhã, podem ser um grande embaraço à economia.

O Governo anunciou, esta semana, um pacote de 27 medidas de fundo para atenuar o custo de vida dos cidadãos das classes média-baixa e baixa, fortemente fustigados pelas últimas subidas de preços.

domingo, setembro 12, 2010

Prof. Castel-Branco Critica Medidas Governamentais

As medidas anunciadas destinam-se apenas a apaziguar a população

Um prestigiado professor universitário moçambicano diz que a resposta do governo não trata das causas das causas da crise social que esteve na origem das manifestações da semana passada em Maputo. O Prof. Carlos Nuno Castel-Branco, da Universidade Eduardo Mondlane, em entrevista à VOA, comenta que as medidas anunciadas, há poucos dias, e afirma que estas se destinam apenas a apaziguar a população, como aconteceu há dois anos atrás por ocasião das manifestações de 5 de Fevereiro de 2008.

Escute aqui

Fonte: Voz da América in Debates e devaneios