quarta-feira, março 01, 2017

Eduardo Mulémbwè aponta Nyusi como Presidente da República até 2024

Será candidato e vencedor das próximas eleições presidenciais. É esta a crença de Eduardo Mulémbwè sobre o futuro político de Filipe Nyusi, actual presidente da República e da Frelimo. Num acto simbólico, no qual os “camaradas” felicitavam, esta segunda-feira, Nyusi pelo seu aniversário natalício, assinalado a 9 de Fevereiro passado, o deputado da Assembleia da República pela bancada da Frelimo, Eduardo Mulémbwè, apontou o actual Chefe de Estado como candidato e vencedor do escrutínio de 2019, ao afirmar que o partido estará com Filipe Nyusi até 2024, período em que termina o mandato presidencial que arranca em 2020. “Neste barco, o camarada presidente é o timoneiro. Estamos a dizer que partimos com este meio de transporte em 2015 e estaremos consigo até ao porto do destino, em 2024”, disse Eduardo Mulémbwè.
Os pronunciamentos do também membro da comissão política do partido Frelimo surgem numa altura em que faltam essencialmente seis meses para o arranque do 11º congresso da Frelimo, maior evento do partido, no qual são tomadas decisões que mexem com a estrutura interna da formação política.
Eduardo Mulémbwè foi presidente da Assembleia da República e, nas vésperas das eleições gerais de 2014, foi um dos nomes sonantes como possível pré-candidato da Frelimo às eleições presidenciais.
Reunião da bancada da Frelimo visava alinhar actuação do partido
A reunião da bancada da Frelimo havida segunda-feira é um evento que acontece anualmente à data da abertura das sessões parlamentares e visa definir as linhas de actuação da bancada maioritária na Assembleia da República. “Mas também, sem hesitação nenhuma, vamos abordar aspectos que interessam mais o povo moçambicano”, disse Filipe Nyusi, que dirigiu o encontro na qualidade de presidente da Frelimo. “Como Governo, asseguramos que continuaremos abertos para cooperar, mas também, nós, como partido, iremos tudo fazer para que, de facto, continuemos estáveis e equilibrados para podermos trabalhar”, realçou Nyusi.

Fonte: O País – 01.03.2017

1 comentário:

Sam Stayer disse...
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