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sábado, fevereiro 27, 2016

Desajuste no modelo de ensino é uma das causas para reprovações em Moçambique, queixam-se professores

A falta de um modelo de ensino adequado à realidade e a inexistência de um inquérito para elaboração dos exames são as principais causas para o elevado nível de reprovações em Moçambique, defenderam professores ouvidos hoje pela Lusa. 
"O nosso sistema de ensino deve ser pensado a partir da nossa realidade e não pode ser fruto de uma imposição, ambicionando, por exemplo, simplesmente cumprir metas das Nações Unidas", disse à Lusa Jorge Jairoce, professor na Universidade Pedagógica e director da Biblioteca Nacional de Moçambique, à margem de uma conferência para avaliação das causas das reprovações no ensino geral, organizada pela Oficina de História em Maputo.
Dados oficiais divulgados no ano passado indicam que cerca de 80% dos estudantes externos do ensino geral reprovaram, num processo em que dos 131.203 alunos avaliados pelo Ministério da Educação 101.027 chumbaram.

quinta-feira, dezembro 10, 2015

Momento de reflexão: 73% dos alunos reprovam

Se o professor não dá bem as suas aulas, os seus alunos reprovam; se a direccão da escola não tem nocão de como se gere os estabelecimentos de ensino para garantir o melhor aproveitamento, muitos alunos reprovam. NESTE CAMPO NÃO FALO EM VÃO, MAS POR EXPERIÊNCIA PRÓPRIA DE QUE ME ORGULHO. Sempre conto não para eu ser outra pessoa, mas porque por já é uma das maneiras de eu contribuir para esse país que me viu a nascer. O MINEDH tem grande responsabilidade como a de formacão de professores, nomeacão das direccões, alocacão de recursos humanos, materiais e financeiros. O Ministério das Financas tem também a sua parte que é de pagamento de vencimentos em dia e sem obrigar que o professor de Chipene desloque a Nacala-Porto para ter o seu vencimento.

Acrescentando: não me esqueço do papel dos pais e encarregados de educação. Uma reprovação em massa deve chamar atenção a todos os envolvidos na educação.

segunda-feira, agosto 03, 2015

Alunos da zona sul são os que mais reprovam mas apresentam melhor aproveitamento escolar

Os alunos dos ensinos primário e secundário da cidade e província de Maputo, Gaza e Inhambane são os que mais reprovam em relação aos das restantes províncias do país. Entretanto, apresentam maior aproveitamento escolar e menor taxa de desistência. Ou seja, na região sul, há mais aprendizagem em relação ao centro e norte, porém, com altos índices de reprovação.

Estes dados constam de um relatório denominado “Educação em Moçambique: zona sul - enfoques e prioridades para os próximos anos”, apresentado na última sexta-feira, durante um encontro entre quadros do ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, governadores das províncias da região, presidentes e representantes de alguns municípios.

sexta-feira, dezembro 19, 2014

Défice de livros e uso de cábulas motivaram chumbos em massa

Mais de 200 mil alunos do Ensino Secundário terminaram esta terça-feira, em todo o país, os exames da segunda época. Sabe-se que, de acordo com dados do Ministério da Educação, os 421 746 alunos das 10.ª e 12.ª classes inscritos nos exames da primeira época, metade não conseguiu resultados positivos. As reprovações em massa que marcaram a primeira fase estão a gerar as mais variadas interpretações.
Na cidade de Maputo, alguns alunos entrevistados pela nossa equipa de reportagem alegam que chumbaram na primeira época porque os exames foram difíceis; outros alunos apontam a existência de falhas na atribuição de notas negativas; para outros aina, além das dificuldades na resolução dos questionários, acreditam que os chumbos em massa resultaram da cópia de exames falsos que eram vendidos por desconhecidos em muitas escolas. Ou seja, o uso de cábulas erradas...
Provas compradas
Sabe-se também que outros casos de reprovação têm a ver com o facto de muitos dos alunos terem optado por comprar, de pessoas não reveladas, questionários falsos, julgando que seriam aqueles que viriam nas provas finais .
Já outras fontes entrevistadas pelo jornal “O País”, também na cidade de Maputo, defendem que a responsabilidade das reprovações é de todos os intervenientes no processo educativo, designadamente os professores, os encarregados, o Estado e os próprios alunos.

Fonte: O País – 19.12.2014

sexta-feira, agosto 24, 2012

Resultados dos exames desastrosos em Maputo

A maior parte dos alunos da 10ª e 11ª classes e do ensino técnico profissional submetidos aos exames extraordinários realizados em Junho último, reprovou, segundo atestam os dados que acabam de ser divulgados pela Direcção da Educação da Cidade de Maputo.

sábado, janeiro 14, 2012

Contratação de professores aquém do número desejado

A contratação de professores para os diferentes níveis do ensino em Moçambique, para o presente ano lectivo, vai continuar aquém do número que seria de desejar devido a limitações de ordem financeira por parte do governo.

quinta-feira, dezembro 22, 2011

O culpado das reprovações em massa

Há muito que se tem falado do fraco nível do sistema de ensino em Moçambique, mas nada nos teria melhor preparado para chegar a essa conclusão se não os resultados registados nos últimos exames do ensino secundário geral em algumas escolas do país, sobretudo na cidade de Maputo. Aqui, turmas inteiras (ou quase isso) reprovaram, e os alunos serão obrigados a repetir os exames na segunda época.

sexta-feira, novembro 25, 2011

Escândalo nos exames

Reprovações em massa caracterizam os exames da primeira época.

Vermelho! É a cor predominante nas pautas dos resultados dos exames referentes a primeira época e que já começaram a ser divulgados em várias escolas da cidade de Maputo e não só. Na Escola Secundária Josina Machel, a vergonha é total nas pautas da décima e décima segunda classe.
De um conjunto de dez pautas da décima segunda classe que escolhemos de forma aleatória, por exemplo, foram submetidos ao exame 300 estudantes, sendo que apenas 9 é que conseguiram passar em todas as cadeiras e os restantes 291 reprovaram com notas que vão de 4 a 9 valores. Português e Filosofia é que foram a maior dor de cabeça.

segunda-feira, setembro 05, 2011

MDM diz que nomeação baseada na cor partidária prejudica sector da educação

Fiscalização dos deputados

O chefe da Bancada Parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique, Lutero Simango, que esteve há dias na província de Manica, diz não estar a haver nenhuma melhoria no sector de educação, devido à baixa qualidade de ensino há muito questionado.

terça-feira, agosto 23, 2011

MINED afirma que não vai acabar com as passagens automáticas

O director da Planificação e Cooperação ao nível daquele ministério, Manuel Rego, diz que as reprovações aumentam o nível das desistências.
As promoções por ciclo de aprendizagem, um sistema de passagem de classe vulgarmente conhecido por passagens automáticas, introduzido em 2004, não será abolido. O Ministério da Educação diz que em nenhum momento o Governo equacionou o banimento do modelo e que assunto nem chegou a ser objecto de debate do Conselho Coordenador havido na semana passada em Niassa.

quarta-feira, agosto 17, 2011

Educação acaba com passagens automáticas

A PARTIR do próximo ano lectivo o aluno do Ensino Primário que não revelar competências de leitura e escrita chumba de classe, numa medida que corrige o que está em vigor, em que praticamente todos, mesmo denotando fraquezas na aprendizagem, progridem de ciclo.

Tal informação foi revelada ontem no Lichinga, província do Niassa, pelo Ministro da Educação, Zeferino Martins, na abertura do Conselho Coordenador do sector. Na mesma ocasião, explicou que a medida visa garantir qualidade do Ensino Primário, daí que para o ano será introduzido o sistema de avaliação da competência de leitura e escrita, em que só os que se revelarem capazes transitarão de ciclo.

quarta-feira, junho 08, 2011

Qualidade do que ensinamos deixa muito a desejar – Narciso Matos

O director executivo da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade de Moçambique alertou para o número crescente de graduados desadequados das necessidades reais de alguns países africanos.

terça-feira, maio 31, 2011

Ausência de pré-primário explica maus resultados escolares - ministro da Educação

O limitado acesso das crianças moçambicanas ao ensino pré-primário está em larga medida na origem dos maus resultados escolares, defendeu em Maputo o ministro da Educação, Zeferino Martins.

domingo, novembro 28, 2010

Exames da 10ª e 12ª classes: Maus resultados

OS resultados dos exames da primeira época no Ensino Secundário Geral, nomeadamente na 10ª e 12ª classes, publicados esta semana, sugerem maus resultados, de acordo com as indicações que nos chegam de vários pontos do país, dando conta de que pouco mais de 80 porcento dos alunos terão que ser examinados novamente na segunda época.

sexta-feira, novembro 27, 2009

Directores recusam-se a fornecer resultados dos exames da 1ª época


Em contrapartida, dizem que os resultados veiculados na edição da última quarta-feira, pelo jornal `O país´, não são fiáveis, porque se basearam num número reduzido de pautas.
Directores de alguns escolas secundárias da cidade de Maputo recusam-se, por um lado, a fornecer os resultados referentes aos exames da primeira época das suas escolas e, por outro, contestam os que foram tornados públicos, ontem, pelo jornal `O país.
Os mesmos justificam a recusa dizendo que neste momento é prematuro avançar com os resultados, porque os estudantes que reprovaram nesta primeira época ainda têm a hipótese de fazer as classes na segunda chamada, que vai iniciar no dia 30 do mês em curso.
Os directores das escolas secundárias Francisco Manyanga e Josina Machel, ambas na cidade de Maputo, contestaram o facto de o jornal `O país´ ter divulgado os referidos resultados, dado que não foram retirados das pautas totais das escolas.
A directora da Escola Secundária Josina Machel, por exemplo, considera que na sua escola existe mais da metade das pautas `quase azuis´, mas os que divulgaram, disse ela, basearam-se em seis pautas.
O director da Escola Secundária Francisco Manyanga, que até agora considera `tudo estar num bom caminho´, mesmo com as aprovações a não atingirem 50 porcento, diz que com a efetivação das provas da segunda época as escolas podem alcançar as metas previamente planificadas.
O mesmo não admite a possibilidade de existirem falhas no sistema, porque, segundo ele, se se verificarem, serão debatidas no final do processo em `fórum próprio´.
Por outro lado, aproveitou a ocasião para chamar atenção àqueles estudantes que são enganados nos dias de exame, adquirindo guiões falsos de correcções, porque, no seu entender, esses comportamentos podem contribuir para estas fraquezas.
Os referidos directores consideram ainda que, neste momento, não se podem julgar os resultados avançados, porque o processo dos exames ainda não chegou ao seu fim.
Por seu turno, alguns académicos chamados a reagir a estes resultados, consideram-os assustadores. `Esperava ver reprovações, como sempre ocorrem, mas não naquelas proporções´, disse Suzana Rita, uma educadora da cidade de Maputo.
Esta acrescentou que o sistema nacional de ensino tem estado a falhar, mas que `o problema parte das bases´, e defende que os alunos devem ser bem preparados nas classes iniciais, o que neste momento não está a acontecer.

Fonte: O País in Imensis (26-11-2009)

Nota: 1) não seria melhor que nos empenhassemos no debate sobre os maus resultados que tentar-se negar os factos?
2) O Debate e Reflexão de Jorge Saiete colocou à mesa o tema para debate franco.

Adenda: Segundo o Notícias, na sua edicão de hoje, em Cabo Delgado, nalguns casos, segundo a fonte, as cifras vão até 70 porcento de alunos que devem ir à segunda época. As disciplinas de Inglês, Química e História são as que levaram a que muitos estudantes à segunda época.