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quinta-feira, outubro 04, 2018

Professores que apoiam oposição transferidos para fora da autarquia

Dois professores afectos à Escola Secundária 28 de Janeiro, na vila municipal de Massinga, Inhambane, foram transferidos para escola fora da autarquia depois de terem manifestado abertamente apoio à Renamo. Os professores foram transferidos para a Escola Primária de Cofe, na localidade de Lionzuane, fora do no limite do território autárquico, dias antes de início da campanha eleitoral, depois que que se declararam membros da Renamo, apurou nosso correspondente em Massinga. 
Em Milange, o segundo da cabeça-de-lista do MDM, Sitoe Felizardo Assura, também foi transferido para uma escola que dista 100 km, do seu antigo local de trabalho, após ter sido visto a fazer campanha pelo seu partido. Tendo se recusado a transferência, acabou expulso do aparelho do Estado.

Fonte: CIP/AWEPA – 04.10.2018

segunda-feira, março 09, 2015

Mensagem da CEM: Os desafios da "unidae nacional"

" Nos dias que correm, por causa da partidarização da grande parte das instituições do Estado moçambicano, o número de excluídos na tomada de decisões importantes sobre o nosso país e seus cidadãos cresce vertiginosamente. o Governo tem-se revelado cada vez menos capaz de executar alguns objectivos fundamentais da agenda do Estado plasmado no número 11 da Constituição da República, que é da edificação de uma sociedade de justiça social e a criação de bem-estar material, espiritual e a qualidade de vida dos cidadãos, a promoção do desenvolvimento equilibrado, económico, social e de harmonia social e individual. A verdadeira unidade nacional não pode estar ancorada na letra morta das leis que regem o Estado moçambicano, mas sim na comunhão real dos moçambicanos animados pelo mesmo espírito de fraternidade e de solidariedade, na construção duma nação feliz, saudável e próspera."  Ler mais

quinta-feira, junho 12, 2014

Notários continuam a “estrangular” candidaturas da oposição

Partidos políticos ainda não submeteram candidaturas à CNE
A Comissão Nacional de Eleições reuniu-se, esta terça-feira, com os partidos políticos inscritos para as eleições de 15 de Outubro com o objectivo de proceder à actualização do processo e calendário eleitoral. Durante o encontro, alguns partidos voltaram a manifestar preocupação com os procedimentos para o reconhecimento das assinaturas de apoio às candidaturas.
Com o processo eleitoral a meio, a Comissão Nacional de Eleições reuniu-se com os partidos inscritos para uma análise ao mesmo e acerto do passo, de forma a evitar confusões de última hora que possam manchar as eleições de 15 de Outubro.
Fonte: O País online - 11.2´06.2014

sábado, maio 31, 2014

Professor do Distrito de Lalaua transferido por ser do MDM




quarta-feira, maio 07, 2014

Gerais 2014: Frelimo força funcionários da Saúde a entregar cartões de eleitor no Búzi

Funcionários afectos a diversos serviços do Hospital Rural de Búzi, na província de Sofala, estão a ser obrigados a entregar os seus cartões de eleitor pelo director daquela unidade sanitária, Simão Magoma, alegadamente para suportar a candidatura de Filipe Nyusi, aposta do partido Frelimo para as eleições gerais de 15 de outubro próximo.

terça-feira, abril 15, 2014

Frelimo marca reunião obrigatória para campanha na Beira Professores ignoram Chipande


Os professores de diferentes escolas e funcionários do sector da Educação na Beira não compareceram, na passada sexta feira, a uma reunião de carácter obrigatório, organizada pelo partido Frelimo, e que teria a presença de Alberto Chipande, que é chefe da brigada central para a província de Sofala e membro da Comissão Política.

A reunião seria realizada na sede do partido Frelimo no bairro de Inhamízua, na cidade de Beira. Para garantir a presença dos professores, esse partido ordenou que não houvesse aulas naquele dia. Mas, em vez de ir ouvir Chipande a fazer a sua campanha, os professores preferiram ficar em casa com os seus familiares ou dedicar-se a outras actividades do seu interesse.

quinta-feira, abril 10, 2014

Gerais 2014: Notários dificultam reconhecimento de assinaturas dos proponentes de Daviz Simango

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) acusa os serviços de notariado da cidade de Maputo de estar a obstruir o processo de reconhecimento dos documentos dos proponentes do seu candidato à Presidência da República, Daviz Simango.
Segundo Justino Mondlane, membro da Assembleia Municipal de Maputo, pela bancada do MDM, e que está a tratar do processo de recolha e reconhecimento de assinaturas dos proponentes, na cidade de Maputo, os serviços de notariado dizem que os documentos dos referidos cidadãos não bastam pois estes têm de estar presentes no acto.

segunda-feira, março 17, 2014

Guebuza (é que) fomenta a partidarização do Estado

De que o Estado moçambicano está partidarizado não há dúvidas. Aliás, nunca houve. E os que negavam a acreditar tiveram no último domingo (16) a prova quando o presidente da Frelimo, Armando Guebuza, que também é, coincidentemente, Presidente da República, exigiu que o Ministério da Administração Estatal apresentasse ao Secretariado do Comité Central, daqui a três meses, resultados do combate à corrupção e à burocracia nas 49 autarquias sob gestão do partido.

quarta-feira, agosto 28, 2013

Em Sussundenga: Candidato do MDM despromovido de professor a continuo

Estou a rir para não chorar. O candidato do Movimento Democrático de Moçambique a edil de Sussundenga foi despromovido de professor primário a continuo, foi corrido de casa e impedido de construir. Pior ainda, não pode exercer a actividade política sem prévia autorização do administrador do distrito.

Fonte: jornal da Noite STV (28.08.2013) in Diálogo sobre Moçambique 

quarta-feira, maio 08, 2013

RENAMO acusa FRELIMO de partidarizar Estado moçambicano

O maior partido da oposição moçambicana queixa-se de não ter o mesmo número de membros na comissão eleitoral que o partido no poder. Esta questão traz novamente a debate o tema da partidarização dos órgãos do Estado.

A RENAMO, o maior partido da oposição moçambicana, acusa frequentemente a FRELIMO, o partido no poder, de partidarizar os órgãos do Estado. Uma acusação que o partido no poder tem negado. No entanto, o analista Fernando Lima, jornalista e diretor do semanário moçambicano Savana, aponta “factos que contrariam e contradizem esta afirmação” da FRELIMO. “Se não há iguais oportunidades para todas as pessoas em termos de emprego e de promoção nos seus empregos e postos de trabalho em função da sua filiação partidária, há uma situação claramente de exclusão de uma parte da sociedade moçambicana, nomeadamente naquilo que tange ao acesso ao emprego no aparelho de Estado”, justifica o também chefe do grupo de media moçambicano Mediacoop.

Para Fernando Lima, a partidarização “é evidente em todas as instituições de Estado, a começar pelos ministérios”. O analista lembra que “quase todas as semanas há artigos nos jornais a mostrarem essas evidências” e que “nestas últimas semanas, e com a composição quer das comissões provinciais de eleições, quer com a comissão nacional de eleições, isso tornou-se muito evidente.” Escute aqui

Órgãos estatais “pintados” com cores políticas

Porém, as reclamações da oposição vão além da CNE. Há anos que a FRELIMO é acusada de pintar os órgãos do Estado com as próprias cores políticas. Observadores independentes culparam a FRELIMO de utilizar meios do Estado durante a campanha eleitoral de 2009 ou de dar preferência a membros do partido ao distribuir cargos públicos.

Antes disso, também os bispos católicos em Moçambique, por exemplo, disseram estar preocupados com aquilo que chamavam de “coacção de cidadãos” a pertencer ao partido do poder, numa carta de 2008 citada pela imprensa. Segundo Fernando Lima, ainda hoje esse tipo de situações existe, embora de forma “mais sofisticada”.

O analista conta que “a prática é: uma pessoa é nomeada para uma determinada função no aparelho de Estado, numa empresa pública, e no dia seguinte tem uma ficha em cima da sua secretária, quando não é antes, para aderir ao partido FRELIMO.” Fernando Lima diz tratar-se de uma “situação corrente, que a esmagadora maioria dos directores no aparelho de Estado e nas empresas públicas conhece.” Escute aqui.

segunda-feira, abril 15, 2013

A despartidarização não é agenda da Frelimo

Por Eusébio Pedro Gwambe

"...Talvez haja quem não se tenha ainda apercebido, mas a FRELIMO faz o que faz, dinamiza a população no dia-a-dia porque tem uma agenda. Os nossos dirigentes, a todos os níveis, têm uma agenda de trabalho que dá substância e relevância ao diálogo em que se engajam com os nossos militantes e com o nosso maravilhoso Povo. Repetimos, a FRELIMO tem agenda..." - Presidente Armando Guebuza - 24/03/2012

sábado, março 09, 2013

Saiba como actua núcleo da Frelimo na Escola Primária da Munhuana

O partido Frelimo é famoso por instalar células partidárias nas instituições públicas. Nas escolas, hospitais, ministérios… a Frelimo usa os recursos humanos ali empregues para realizar as suas actividades. A Reportagem do Canalmoz foi saber como funciona a célula do partido Frelimo na Escola Primária da Munhuana, cidade de Maputo.
 Segundo apurámos no local, uma das missões da célula é garantir que todos os docentes e demais funcionários ali afectos adiram às fileiras do partido no poder. Para tal, a directora da escola, Esperança Sitoe, é que dirige directamente a célula.
 A célula integra ainda  dois professores, nomeadamente: Constantino Mafuiane e Margarida Guirruta, e o director adjunto pedagógico, Guilherme Nhangala. Estes coagem professores para aderirem à célula e ao partido. Ler mais

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Conversas entre Governo e RENAMO

Reflexão (135) de Adelino Buque Reflexão
Vamos reflectir com a responsabilidade que o assunto merece. Independentemente da opinião ou ilação que tirar deste texto, caro leitor, a questão é: a RENAMO, um partido da oposição em Moçambique, com assento parlamentar e signatário do AGP, solicita ao Governo da República de Moçambique uma audiência que lhe foi concedida. Nessa audiência apresenta as suas inquietações sobre a vida da Nação e o que, na sua forma de ver, é uma violação ao Acordo Geral de Paz, de que é signatário, nomeadamente, na área da Defesa e Segurança, processos eleitorais, partidarização do Estado e exclusão económica.

sábado, novembro 24, 2012

Renamo anuncia cinco pontos para negociar com o Governo

Segundo um documento enviado pela Renamo ao Gabinete do primeiro-ministro, Alberto Vaquina, os cinco pontos que a delegação do maior partido da oposição pretende negociar são o Acordo Geral de Paz, assinado há 20 anos em Roma, Defesa e Segurança, processos Eleitorais, Questões Económicas e despartidarização das instituições do Estado.

quinta-feira, novembro 01, 2012

Questões para o diálogo em Gorongosa?

Da entrevista com o General Hermínio Morais lê-se:

“Guebuza tem de acabar urgentemente com a exclusão as Forças Armadas. Tem de acabar com as manobras com o Pacote Eleitoral. Tem de acabar com a FIR (Polícia de Intervenção Rápida) como exército da Frelimo. Temos de ter no País uma polícia apartidária.
Guebuza tem de acabar com a partidarização do Aparelho do Estado. Tem de acabar com a exclusão dos funcionários, que tem sido prática contra os que não são membros do partido Frelimo. Tem de acabar com a partidarização das Forças de Defesa e Segurança.
As Forças de Defesa e Segurança são do Estado. As Forças de Defesa e Segurança não são do partido Frelimo.
Os tribunais têm de ser independentes.
Tem de acabar a partidarização da Justiça. Tem de acabar a indicação de juízes por indicação partidária.
Na Justiça tem de prevalecer a formação e habilidade jurídica.
Os juízes têm de deixar de ser nomeados pelo Governo do Dia.
Tem de acabar as células do partido Frelimo ou de outro partido qualquer nas instituições do Estadoe nas  repartições públicas”, concluiu o general Hermínio Morais na entrevista exclusiva que concedeu na segunda-feira, 29 de Outubro, ao Canal de Moçambique.
(Canal de Moçambique).
 

Nota: Leia na íntegra a entrevista com o General Hermínio Morais versão impressa.

sexta-feira, outubro 19, 2012

Um jovem da oposição num meio hostil


A polémica está lançada e a espalhar-se. Dividiu os funcionários do Serviço Distrital de Planeamento e Infra-estruturas de Chigubo (SDPI) e chegou à Imprensa. Agnaldo Rui Jo Navalha alerta para a “tirania” da administração, exercida sobre os membros dos partidos da oposição.

Ter um emprego, para um jovem que está a começar a vida é o primeiro passo para garantir alguma estabilidade. Porém, para Agnaldo Rui Jo Navalha o emprego trouxe uma sucessão de dores de cabeça. O problema começou quando assumiu que era membro do Movimento Democrático de Moçambique e recusou “o cartão de membro do partido Frelimo”.

Quando chegou a Dindiza, sede distrital de Chigubo, Navalha foi convidado a fazer parte do partido no poder pelos seus superiores hierárquicos. “Disse-lhes que um jovem com a minha idade, vindo da cidade, só podia ter alguma cor partidária ou nunca mais pertenceria a um partido”.

“Criaram depois uma comissão de verificação liderada pelo administrador. Quando chegaram a tal ponto disse-lhes que era membro do MDM. Nessa conversa afiançaram-me que não sofreria qualquer tipo de perseguição, mas deixaram claro que para prosseguir os meus estudos tinha de me filiar ao partido no poder”.  Ler mais (@Verdade)

terça-feira, agosto 21, 2012

Ministra da Função Pública nega partidarização do Estado

Em entrevista a agência de portuguesa de notícias, PNN, a ministra da Função Pública diz que a partidarização do Estado não passa de “discursos propositados de pessoas”. Para a ministra é mentira que é preciso ser da Frelimo para ser promovido. Mas em entrevista ao Canal de Moçambique o secretário Geral da Frelimo, Filipe Paúnde, já afirmou que só se pode ocupar cargo de chefia no aparelho do estado se for membro do partido Frelimo. Ler mais