Um tribunal egípcio impôs a pena de morte ao líder máximo da Irmandade Muçulmana, Mohamed Badie, e a 682 apoiadores dele, numa decisão que deve enfurecer os activistas do grupo, alvo de intensa repressão por parte do governo instalado pelos militares.
A sentença ainda será submetida ao mufti, principal autoridade religiosa do Egito, mas a sua opinião não precisa de ser obrigatoriamente seguida. Num outro caso, o tribunal impôs em carácter definitivo a pena de morte a 37 ativistas, como parte do julgamento final a 529 simpatizantes da Irmandade sentenciados preliminarmente no mês passado.








