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quinta-feira, março 07, 2013

Justiça administrativa egípcia decide anular as eleições legislativas

A justiça administrativa egípcia decidiu, a 06 de Março de 2013, anular o decreto presidencial exarado pelo presidente Morsi e reenviar a Lei eleitoral ao Tribunal constitucional para apreciação, sendo que as eleições legislativas previstas para 22 de Abril de 2013, são por esse facto anuladas, noticiou hoje (quinta-feira) à AFP.

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Egipto: Presidente Mohammed Morsi entrou num beco sem saída

O presidente egípcio, Mohammed Morsi, mais por força das circunstâncias conjunturais do país do que por motivação própria, entrou num beco sem saída, restando poucas dúvidas de que mais cedo ou mais tarde não lhe restará outra alternativa senão a de abandonar o poder...Para que esta situação possa ser ultrapassada seria necessário a existência de uma pré-disposição para o diálogo, o que não existe da parte da oposição, que se nega a falar com Morsi até que este decida anular a constituição recentemente aprovada e que consagra a “Sharia” como regra para a aplicação da justiça...Ler mais

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

CONFRONTOS/EGIPTO INSTALA POLICIA DE ELITE NO PALÁCIO PRESIDENCIAL

O governo do Egipto decidiu instalar unidades da polícia de intervenção rápida perto do palácio presidencial face aos confrontos entre as forças de segurança e manifestantes que já provocaram a morte de uma pessoa e outras 100 feridas.

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Entenda a nova onda de protestos e a crise política no Egipto

No meio de uma nova onda de protestos no Egipto, o chefe das Forças Armadas do país afirmou nesta terça-feira que a crise política actual pode levar "ao colapso do Estado".

domingo, dezembro 09, 2012

Presidente egípcio disposto a rever os seus poderes

Mohammed-Mursi-egipto
O presidente egípcio, Mohamed Mursi, parecia neste sábado pronto para fazer concessões frente ao movimento de contestação contra a ampliação dos seus poderes e contra um projecto de Constituição, após um apelo do Exército ao diálogo para evitar um "desastre" no país.

O primeiro-ministro Hicham Qandil declarou que um comité de seis especialistas havia sido encarregado de "modificar" o decreto de 22 de novembro por meio do qual o presidente islamita ampliou os seus poderes e os colocou fora do alcance de qualquer recurso à justiça, desencadeando a pior crise política desde a sua eleição no final de junho. Os trabalhos do comité deviam terminar no sábado à noite ou no domingo de manhã, acrescentou o Hicham numa entrevista concedida a uma rede de televisão privada.

Mursi também pediu "que seja encontrada uma solução jurídica que permita adiar o referendo" sobre um projecto de Constituição também muito criticado pela oposição, previsto para 15 de dezembro, acrescentou Qandil. Esse anúncio foi feito pouco depois de a principal coligação opositora, a Frente da Salvação Nacional (FSN), ter pedido a manutenção do movimento de protesto até que as suas "reivindicações legítimas e pacíficas se concretizem".