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quinta-feira, abril 13, 2017

MDM quer comissão para investigar gestão e contas das empresas públicas ou participadas pelo Estado

MDM preocupado com contas do INSS, EDM, TDM, Petromoc, FIPAG, LAM, TVM e RM
O MDM voltou a manifestar preocupação em relação à gestão e às contas do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) e, mais uma vez, voltou a apelar para a criação de uma comissão parlamentar que possa investigar a situação.
Mas a preocupação não é apenas com a gestora do seguro social. Mais sete empresas estão na lista das que a segunda bancada da oposição quer ver investigadas. Além do INSS, outras empresas na lista do partido do galo são: EDM, TDM, Petromoc, FIPAG, LAM, TVM e RM.
Para já, tudo ainda não passa de propostas. A posição do parlamento depende, agora, da submissão e oficialização desta intenção.

Fonte: O País – 12.04.2017

segunda-feira, outubro 31, 2016

EDM AGRAVA DA TARIFAS PARA AUMENTAR INVESTIMENTOS

A Electricidade de Moçambique (EDM), empresa pública, poderá agravar a tarifa da energia eléctrica, numa medida que tem vista, segundo do respectivo Presidente do Conselho de Administração (PCA),Mateus Magala, assegurar a mobilização de recursos financeiros para consumar a universalização do acesso até 2030.

O aumento da tarifa da energia deve ser visto como um meio de mobilização de recursos para assegurar o acesso universal a energia em 2030
, disse Magala, anotando que esse desiderato passa pela capacidade de investimento e os moçambicanos devem olhar à medida não como uma penalização, mas uma oportunidade de desenvolvimento.

segunda-feira, outubro 17, 2016

Electricidade de Moçambique assume culpa na polémica sobre a taxa de lixo

A empresa Electricidade de Moçambique (EDM), veio hoje a público, confirmar que desde Dezembro do ano passado não transferia para o Conselho Municipal da Beira (CMB) os valores referentes à cobrança da taxa de lixo, em violação do acordo firmado entre a empresa e o município, há mais de uma década. 
Luís Amado,  porta-voz da EDM, disse, numa conferência de imprensa, proferida hoje na cidade da Beira, que o facto se deveu “um mal entendido entre nós e o Conselho Municipal da Beira”. Durante oito meses o município da Beira não viu o dinheiro referente às taxas de limpeza. A EDM transferia “erradamente” os valores em causa para uma conta no Banco Comercial de Investimento (BCI), com o  nome de “Município da Beira, Vereação das Finanças”.
“Só mais tarde percebemos, depois de inúmeras reclamações do CMB, que não era a conta que habitualmente depositávamos os valores do município. Depois desta situação, no dia 7 do mês em curso, fizemos a reposição dos valores na conta do Conselho Municipal da Beira, no Banco de Moçambique”, explicou Amado.

terça-feira, março 29, 2016

Central eléctrica flutuante em Nacala, mais um negócio pouco claro da EDM que não resolve o défice energético do Norte de Moçambique

Os Presidentes de Moçambique e da Zâmbia inauguraram, no passado dia 19, com muita pompa e promessas de energia de mais qualidade uma central eléctrica flutuante que está ancorada no Porto de Nacala. Acontece que quase a totalidade da electricidade que vai ser produzida pelo navio MV Karadeniz Powership Irem Sultan é destinada ao país vizinho e do negócio, que aconteceu sem concurso público, só se sabe que vai dar lucro mas ninguém revela quanto custa aos moçambicanos nem qual é o impacto desta fonte de energia não limpa ao nosso meio ambiente.

Desde finais de 2010 que a empresa estatal que detém o monopólio da distribuição de energia no nosso país, a Electricidade de Moçambique(EDM), opera em défice energético particularmente porque a Hidroeléctrica de Cahora Bassa(HCB) já não tem mais energia disponível para o mercado nacional, devido aos compromissos futuros assumidos com a África do Sul e o Zimbabwe, e que serviram de garantia para o empréstimo do pagamento da reversão da barragem do Estado português para o moçambicano.

A solução da EDM tem sido adquirir electricidade à produtores independentes de energia eléctrica que a vendem por um custo bem mais alto do que o da “nossa” HCB, que é de 3,5 dólares norte-americanos por quilowatt/hora(kWh). Ler mais (@Verdade – 29.03.2016)

quinta-feira, julho 16, 2015

Última Hora* Última Hora* Última Hora*

A bancada parlamentar da Frelimo na Assembleia da República (AR), acaba de rejeitar a criação da Comissão de Inquérito para investigar os esquemas de corrupção na EDM, que estão na origem dos péssimos serviços prestados por aquela empresa. O MDM requereu a criação da comissão. A Renamo concordou. Mas a Frelimo não quer. A maior parte das empresas que estão envolvidas na grande corrupção instalada na EDM, são de altos dirigentes do partido Frelimo que incluem antigos e actuais dirigentes da empresa

Fonte: Canalmoz - 16.07.2015

quarta-feira, julho 15, 2015

Ainda a suposta promiscuidade nos negócios EDM vs figuras da nomenklatura

PCA da empresa justifica-se com base na lei do procurement



A bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique remeteu, na última semana, à Assembleia da República, uma proposta para a constituição de uma comissão de inquérito com o objectivo de investigar indícios de tráfico de influência nos resultados dos concursos públicos regularmente lançados pela empresa responsável pela distribuição de electricidade no território nacional.

No âmbito desta proposta de uma das duas bancadas da oposi- ção parlamentar, o mediaFAX ouviu, esta terça-feira, o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Electricidade de Moçambique (EDM), exactamente no sentido de perceber como é que se posiciona a empresa em torno das acusações feitas no parlamento.

terça-feira, julho 14, 2015

Oposição exige a criação de uma comissão parlamentar de investigação

Promiscuidade nos negócios da Electricidade de Moçambique

- Por outro lado, a bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique remeteu um pedido de esclarecimentos à Ematum.

Mostrando a sua preocupação e indignação em relação à forma como algumas empresas públicas têm estado a ser geridas, mais particularmente em relação à existência de indícios claros da existência de relações promíscuas entre a gestão dessas empresas e a nomenklatura política dominante, a bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) decidiu exigir a criação de uma comissão parlamentar de inquérito.

A comissão, segundo o pedido da minoria parlamentar, vai se encarregar de investigar os indícios da suposta gestão danosa e promíscua da coisa pública, particularmente a suspeita de tráfico de influências na classe política dominante na obtenção de contratos chorudos lançados pela Electricidade de Moçambique (EDM).

segunda-feira, dezembro 15, 2014

Elite política moçambicana prejudica EDM e os seus clientes, diz o CIP

Num estudo intitulado "Eletricidade de Moçambique: mau serviço, falta de transparência e politizada", o CIP faz várias denúncias, entre elas a ausência de concursos públicos e a participação nociva das elites polítcas.

O Centro de Integridade Pública (CIP) revela na sua mais recente pesquisa que as elites políticas moçambicanas estão envolvidas em negócios de energia elétrica em Moçambique. O estudo diz ainda que as tarifas de energia de Moçambique são das mais altas da região austral de África, apesar do país ser um dos maiores produtores. E a fatura dessas irregularidades é paga pelo consumidor doméstico, enquanto o consumidor industrial paga menos. A DW África entrevistou o autor da pesquisa e colaborador do CIP, Borges Nhamire.

quarta-feira, junho 11, 2014

Angoche às escuras e sem água potável

A Cidade de Angoche, em Nampula, está sem energia eléctrica há oito dias devido a uma avaria grossa registada no transformador que alimenta a urbe. Como consequência, os cerca de 85 mil habitantes daquela autarquia estão igualmente privados de abastecimento de água, uma vez que o equipamento de bombagem não pode funcionar sem disponibilidade de electricidade.

terça-feira, junho 03, 2014

Governo ensaia aumento da tarifa de energia eléctrica

A empresa Electricidade de Moçambique (EDM) submeteu ao Governo uma proposta de revisão e aumento das tarifas de consumo energia eléctrica em vigor no país, com vista a fazer face à dívida à Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), no valor de 56.7 milhões de dólares norte-americanos, o equivalente a 10 meses da facturação.

sexta-feira, abril 18, 2014

Maputo sofre apagões na hora de ponta durante 15 dias

A região Sul do país, com particular incidência para as cidades de Maputo, Matola e arredores, vai registar, nas horas de ponta, cortes no fornecimento de energia eléctrica durante cerca de duas semanas, a partir do próximo dia 26 de Abril, em consequência do processo de substituição do antigo equipamento, em curso na Subestação do Infulene, localizada em Maputo. Ler mais (O País)

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Ex-bastonário da Ordem dos Advogados acusa PCA da EDM de “desfaçatez e arrogância”

PCA da EDM diz que o apagão em Sofala e em Manica é um fenómeno de “força maior”, pelo que não há espaço para compensações. Augusto Fernando diz ainda que Moçambique não é o único País onde há cortes generalizados. Ler mais (Canalmoz)

quinta-feira, janeiro 09, 2014

Cidadãos indignados com falta de luz na principal cidade do norte de Moçambique

Habitantes de Nampula, a maior cidade do norte de Moçambique, estão indignados com frequentes cortes na energia eléctrica e responsabilizam o município e a empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) pela "má qualidade" de serviços.

sábado, maio 05, 2012

Quatro empresas estrangeiras disputam lugar de segundo maior accionista

Maputo (Canalmoz) - Quatro empresas estrangeiras estão a disputar o lugar de segundo maior accionista no projecto da linha de transporte de energia eléctrica Tete-Maputo, denominado CESUL ou “espinha dorsal”.
Segundo informação prestada ao Canalmoz pelo presidente do Conselho de Administração (PCA) da Electricidade de Moçambique (EDM), Eng. Augusto Fernando, trata-se das empresas Rede Energética Nacional (REN) de Portugal, Eletrobras, do Brasil, Eskom, da África do Sul, e a EDF, da França, que neste momento estão a disputar a maior franja dos 49 por cento das acções destinadas aos accionistas estrangeiros no projecto CESUL, detido maioritariamente pelo Estado moçambicano através da EDM, com 51 por cento.
“Neste momento, estão em curso negociações visando a definição do segundo maior accionista, uma vez que as quatro empresas manifestaram interesse e desejo de ficar com a maior fatia dos 49 por cento”, disse Augusto Fernando para depois acrescentar que “as quatro empresas vão fazer parte da estrutura dos accionistas no empreendimento, mas a grande luta neste momento é de cada uma querer ficar com o máximo possível das acções”, explicou.
“O Governo está neste momento a tentar harmonizar as propostas de modo a apurar a empresa que irá ficar com o maior bolo dos 49 por cento, para depois entrar-se na fase de implementação, tendo em conta que esta linha deve estar associada aos projectos de Mpandankua e Cahora Bassa norte”, acrescentou o PCA da EDM. Ler mais

Reflectindo: Cabora Bassa continua nossa?

domingo, março 18, 2012

A acontecer neste momento no Tofo

O MDM decidiu juntar seus jovens e passar o Domingo na Praia do Tofo. Chegados lá Uma Fornecedora de Produtos e Serviços Turísticos gentilmente ofereceu sua Energia para que o Partido fizesse sua Festa. Passados alguns minutos Uma brigada da EDM dirigiu-se ao local e interpelando a Empresária a Impediram de fornecer sua Energia, sob risco de incorrer numa grande multa, pois segundo o que argumentaram o Contrato da Senhora não permite fornecimento de Energia a terceiros. Fim da sua actividade abandonaram o local, pois vinham directamente da Cidade de Inhambane. Para continuar com sua festa os Jovens do MDM tiveram de usar Inversor de Corrente para alimentar a sua Aparelhagem.
Passada uma hora de tempo Uma brigada da OJM junto ao seu Candidato vieram se instalar numa barraca ao lado e estão a alimentar a sua Aparelhagem a partir desta humilde Barraca, fazendo exactamente igual a aquilo que proibiam para a Senhora Empresária! Confira os detalhes do Espectáculo de seguida… (Jame Ac)

quarta-feira, julho 27, 2011

Iluminação pública é essencial para a qualidade de vida das comunidades

Foi inaugurada, última sexta-feira, o Projecto de Construção da Rede de Iluminação Pública do Município do Dondo, na província de Sofala. Tratou-se de uma cerimónia marcada pela participação massiva da população daquela autarquia, localizada a trinta quilómetros da cidade da Beira, a capital provincial de Sofala.Ler mais

quinta-feira, março 25, 2010

EDM com prejuízos de USD 30 milhões em 2009

Actos de vandalismo contra material da rede de transmissão de energia eléctrica da empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) incrementaram, em 2009, em cerca de 23%, face ao ano anterior, causando prejuízos à companhia estatal estimados em cerca de 30 milhões de dólares norte-americanos.
Os prejuízos foram também provocados por escavações feitas por várias empresas da área das Telecomunicações, principalmente, junto às linhas de transporte da energia nas principais áreas urbanas de Moçambique, de acordo com Manuel Cuambe, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da EDM, indicando em seguida que o roubo de cabos eléctricos “consumiu cifras inaceitáveis de cerca de 400 mil dólares”, igualmente no período em análise.
Cuambe nomeou o Centro de Moçambique como a região “com gravíssimos problemas de roubo de cabos eléctricos” para posterior comercialização nos países vizinhos, chamando a atenção da população do país, em geral, para ajudar a empresa a estancar aquele tipo de crime através de denúncias dos seus autores.

Receitas

Entretanto, aquela empresa pública reivindica ter arrecado, em 2009, receitas estimadas em cerca de 5130 milhões de dólares norte-americanos, o correspondente a um incremento estimado em 12% comparativamente ao ano anterior, segundo igualmente o PCA da EDM, projectando-se, entretanto, que a companhia gaste até 2013 cerca de 200 milhões de dólares em obras destinadas a garantir a electrificação de 115 das 128 sedes distritais moçambicanas.
Cuambe revelou aquelas informações na abertura dos trabalhos de um encontro-balanço das actividades desenvolvidas pela EDM durante o ano transacto, período que registou uma procura de energia eléctrica na ordem de 481 megawatts, contra 416 megawatts de 2008. Refira-se, entretanto, que do total de 736 088 clientes da EDM, cerca de 73% estão abrangidos pelo sistema prépago CREDELEC.

Fonte: Correio da Manhã in @ VERDADE - 25.03.2010

Reflectindo: tenho lido muito sobre o problema de roubos de cabos eléctricos e ligações ilegais, mas poucas são as vezes que leio sobre as medidas que se têm tomado contra os infractores. Será que nunca são detectados? Há que educarem-se as pessoas que aquilo é o bem comum.