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quarta-feira, julho 09, 2014

Ainda sobre a exoneracão de Augusto Paulino

Voz da América: Armando Guebuza exonera PGR um dia depois de prender porta-voz da Renamo

O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, exonerou hoje, 9, Augusto Paulino do cargo de Procurador-Geral da República (PGR). A saída de Paulino vem confirmar um ambiente pouco saudável entre Guebuza e o agora ex-PGR, que culminou com a detenção do porta-voz do líder da Renamo, António Muchanga.

Comunicado de Imprensa

Sem eu dizer que este comunicado tem nexo com a notícia de 18 de Fevereiro do corrente ano, convido ao caro leitor para ler:

Juíz Paulino deixa PGR ou aqui

quinta-feira, abril 24, 2014

Procurador-Geral ignora escândalo do Tribunal Administrativo e ilicitude da pré-campanha de Nyussi

O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, apresentou, recentemente, na Assembleia da República (AR), o Informe Anual sobre o Estado Geral da Justiça, referente a 2013. Para não fugir à regra, o documento não trouxe nenhuma novidade, tendo-se limitado a esquivar os inúmeros casos de injustiça, corrupção, insegurança e perseguição política. O escândalo do Tribunal Administrativo, a campanha ilegal do candidato da Frelimo às eleições gerais do presente ano, Filipe Nyusi, sob o amparo do Presidente da República e com recurso a meios de Estado, são alguns casos ignorados ou tratados de forma superficial pelo magistrado.

quarta-feira, abril 23, 2014

"Eu, se fosse ao Dr. Paulino, enviava a quem me nomeou um pedido de demissão por incompatibilidade moral de exercer cabalmente o cargo nestas condições"

MARCO DO CORREIO por Machado da Graça
minuce@gmail.com

Olá amigo Tivane

Como vai a vida? Tudo bem? Do meu lado está tudo normal.
Só que, como acontece todos os anos, por esta altura, estou bastante incomodado.
E, como nos outros anos, incomodado por causa da ida do nosso Procurador-geral da República ao Parlamento falar do estado da Justiça no país.
E este incómodo, objectivo e pessoal, deriva do facto de o Dr. Augusto Paulino ser uma pessoa por quem tenho consideração. Daí se tornar mais de­sagradável vê-lo metido na situação que se repete.
Num país em que o Executivo está, permanente­mente, a acrescentar novos atropelos à legalidade à já longa lista anterior, não invejo a posição de um PGR, que foi nomeado pelo chefe desse mesmo Executivo. É uma posição insustentável.

quarta-feira, abril 16, 2014

PGR ignora execucões sumárias

Porquê será que o PGR não falou das execucões sumárias em Murrupula? Grande vergonha para um PGR.

Mais os comentários Aqui

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Juíz Paulino deixa PGR

O Juíz Augusto Paulino vai deixar o cargo de Procurador-Geral da República até ao final do mandato do Governo encabeçado pelo Presidente Armando Guebuza, soube ontem o Noticias de fontes seguras.

terça-feira, dezembro 24, 2013

– PGR CONDENA CIDADÃOS QUE EXCEDEM SUAS LIBERDADES

 O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, condenou hoje os cidadãos que excedem o exercício das suas liberdades e seus direitos constitucionais, advertindo que estas terminam onde começam as liberdades e direitos dos outros.
“Na liberdade de expressão há cidadãos que se excedem dos limites normais admissíveis para homens civilizados, num ambiente de convivência, com civismo e respeito entre iguais, num Estado de Direito Democrático”, disse o Procurador-Geral.
Paulino disse ainda que, no caso de cidadãos que ultrapassam o estipulado na lei, deve desencadear-se um procedimento criminal, “quando o Ministério Público tenha legitimidade para o efeito, não para uma sanção punitiva de tipo castigo, mas para uma sanção punitiva de tipo educativa”.


Fonte: AIM - 23.12.2013

sábado, dezembro 14, 2013

Ninguém nunca notificou Guebuza

Um pouco antes de entrar na sala de audiência onde seria ouvido na companhia do seu advogado, Fernando Veloso levantou um aspecto no mínimo curioso. Disse ser importante recordar que nunca alguém processou o cidadão Armando Guebuza, que actualmente é Presidente da República, por ter chamado “tagarela, apóstolos da desgraça” aos cidadãos moçambicanos.

“Como não disse (Guebuza) a quem se dirigia presumimos que estava a dirigir-se a todos, mas ninguém processou o senhor Armando Emílio Guebuza”, disse, acrescentado que, com isso, entende-se deve ao facto de os moçambicanos terem já assumiram que querem um Moçambique democrático.

Fonte: @Verdade - 14.12.2013

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Força, dr. Paulino!

Por Machado da Graça

A Procuradoria-geral da República decidiu processar o economista Carlos Nuno Castel-Branco e os responsáveis pelos jornais Canal de Moçambique e mediaFax por causa de uma carta-aberta ao Pre­sidente da República que o primeiro escreveu e os outros dois publicaram.

Aparentemente, devido ao conteúdo da car­ta

Eu acho muito bem que isto esteja a acontecer. Só penso que a PGR está a ser muito modesta em relação ao âmbito desta acção. Isto porque, na manifestação do passado dia 31 de Outubro, vários milhares de pessoas gritaram, alto e bom som, o mesmo que aquele académico dizia na sua carta.

quinta-feira, outubro 03, 2013

“Divulgação dos negócios públicos é o melhor antídoto contra corrupção”

Paulino diz que, se a corrupção não for debelada, pode representar um grande perigo para as instituições públicas e pode desacreditar o projecto de construção e consolidação do Estado de direito

O procurador-geral da República, Augusto Paulino, reconheceu ontem, em Maputo, que a corrupção é um grande problema para o Estado moçambicano e o seu combate requer medidas cirúrgicas a curto e a médio prazos. Paulino diz que, caso não sejam tomadas tais medidas, o mal que se chama corrupção pode representar um grande perigo para as instituições públicas, podendo até desacreditar o nosso país e, consequentemente, retrair o investimento externo. O procurador-geral da República falava durante a cerimónia de tomada de posse da nova directora do gabinete provincial de combate à corrupção de Inhambane, Alda Manjate, que teve lugar ontem em Maputo, dirigida por Augusto Paulino.

quinta-feira, maio 09, 2013

O que Augusto Paulino não disse ontem no Parlamento

No seu informe sobre o estado da justiça 

PGR contorna casos de ataques a sedes de partidos da oposição e actuação violenta da Força de Intervenção Rápida (FIR)
Maputo (Canalmoz) - No seu informe anual sobre o Estado Anual da Justiça no País, apresentado nesta quarta-feira na Assembleia da República, o procurador-geral da República, Augusto Raul Paulino, não fez menção como crimes os frequentes ataques e vandalização protagonizados pelas Forças de Intervenção Rápida (FIR) e membros do partido Frelimo às sedes dos partidos políticos na oposição.
Ou seja, para a Procuradoria-Geral da República, as sedes de partidos políticos da oposição incendiadas por “populares” e ocupadas pelas forças policiais não fazem parte da situação da justiça em Moçambique.
O contorno destas questões pareceu obvio para não implicar os membros do partido Frelimo e altos quadros da Polícia da República de Moçambique (PRM), muitas vezes acusados de invasão, destruição e vandalização de edifícios, bandeiras e actividades políticas. Ler mais

terça-feira, abril 30, 2013

PGR mesmo com matéria quente não se manifesta

Caso ONP-Leopoldo da Costa mancha perigosamente CNE…


Parece que os defensores da legalidade no país estão mudos e surdos.

Uma acusação grave de falsificação de assinaturas para sustentar uma candidatura não recebe reacção de que se espera numa situação que aumenta a dúvida sobre a credibilidade institucional em Moçambique. Uns apelidam a isto de “gangsterização do Estado”. Outros referem-se a uma máfia política com tentáculos fortes nos centros do poder.
É preocupante que segmentos da sociedade acusem Leopoldo da Costa, presidente da CNE, de candidatura ilegal para sua própria sucessão na CNE e que os órgãos a quem cabe garantir a legalidade no país se “fechem em copas” e nada digam.
Há como que uma concertação estratégica que escolheu o silêncio como forma de acção. “Os cães ladram e caravana passa”…
O Dr. Augusto Paulino parece que se encontra manietado e incapaz de agir conforme a prerrogativa das funções que desempenha. Ler mais

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

“Augusto Paulino deve parar de desabafar, e agir”

Ordem dos Advogados responde ao PGR

As declarações do Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Paulino, segundo as quais alguns magistrados e advogados estão ao serviço do crime organizado, continuam a agitar o meio forense. O bastonário da Ordem dos Advogados, Gilberto Correia, pronunciou-se sobre o caso e pede trabalho ao PGR e não “desabafos públicos”

“Existem queixas concretas contra advogados e juízes corruptos que não são investigadas. Neste País não acontece nada e não vai acontecer nada. Estas queixas estão em gabinetes que estão em subordinação directa do PGR, portanto são meros desabafos e nada vai acontecer.” – Gilberto Correia, Bastonário da Ordem dos Advogados. Ler mais

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

PGR de Moçambique denuncia existência de magistrados "serviçais do crime organizado"

O procurador-geral da República de Moçambique, Augusto Paulino, denunciou a existência de magistrados ao serviço do crime organizado, que fazem "despiste dos elementos de provas", mas avisou que será "implacável" contra os "agentes infiltrados" ao sistema judicial.

segunda-feira, setembro 19, 2011

Augusto Paulini sobre o destino do bom juiz ou procurador

O Procurador Geral da República, Dr. Augusto Paulino, confessava, a falar na Academia da Policia, que ser bom Juiz, Procurador ou Polícia, “pode custar caro”.
“Juízes ou procuradores activos no exercício das suas funções têm três destinos díspares:
a) ou acabam na Política, o que é um mal menor, mas um mal;
b) ou acabam se aliando ao crime organizado, o que é pior;
c) ou acabam no cemitério, o que é péssimo”.

Fonte: Citado no CanalMoz - 24.07.2011

Nota: a organização em alíneas é minha.

quinta-feira, maio 06, 2010

Caso da gestão ruinosa do ex-Banco Austral

Disse que o processo se encontra ainda em instrução preparatória

No informe ontem apresentado à Assembleia da República, o procurador-geral da República, Augusto Paulino, cometeu um “lapso” anormal em documentos da magnitude do que foi apresentar aos deputados: em relação ao caso da gestão ruinosa do ex-Banco Austral, escreveu, no seu informe, que se encontra em fase de instrução preparatória, o que não é verdade. A verdade, essa, é que a procuradoria da República, ao nível da cidade de Maputo, decidiu abster-se de acusar os quatro arguidos deste processo, nomeadamente, Octávio Muthemba (ex-PCA do Banco Austral), Jamú Hassan, Omaia Salimo (ambos ex-administradores do Banco Austral) e Álvaro Massinga (ex-membro do Conselho Fiscal do Banco Austral), e mandou arquivar os autos que corriam contra este quarteto, por ter chegado à conclusão de que “os factos a eles imputados não são criminalmente relevantes.”

“Não pode haver filhos e enteados no combate à corrupção”

Defendeu ontem a oposição, no parlamento, durante a apresentação do informe do PGR.

A Renamo deu como exemplo os casos dos fundos desviados no Comando Geral da PRM e no Ex-Banco Austral,”. Este último o/a PGR absteve-se de acusar.
O MDM levantou o caso de extravio de processos na Comissão Nacional de Eleições e o caso filmado da Escola Primária Esturo, na cidade da Beira.

Fonte: O País online - 06.05.2010

Reflectindo: por acaso há muitos casos que mereciam ser citados por nomes que o PGR omitiu se de propósito, não sei. Por exemplo, o caso da Direccão Provincial de Antigos Combatentes de Maputo, o Caso Direcção Provincial da Agricultura do Niassa, fraudes eleitorais nas eleições autárquicas em Nacala-Porto, são assuntos com nomes e antigos.

PGR Augusto Paulino escondeu o desvio de processos na CNE

No seu informe anual

O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, no seu informe de mais de 250 páginas, não falou das gritantes ilegalidades que aconteceram durante o polémico processo eleitoral, que culminou com as contestadas eleições de 28 de Outubro passado.
O último processo eleitoral teve muitas irregularidades, tais como o desvio de processos na Comissão Nacional de Eleições, a utilização de boletins de votos e de cartões de eleitores falsificados e o enchimento de urnas. Todos estes actos foram publicamente provados.
Mas o informe do PGR preferiu passar de forma superficial sobre todos estes casos, trazendo pequenos casos irrelevantes. No ponto número 4, referente a ilícitos eleitorais, o informe do PGR reservou apenas meia página para falar da ilegalidade que marcou o processo eleitoral de 28 de Outubro passado. Num punhado de parágrafos, Augusto Paulino foi bastante generalista e foi falando de forma superficial de um e de outro caso, ocultando factos e contornos em relação, por exemplo, ao que teria acontecido aos processos do MDM que, sem explicações, desapareceram da CNE.
Facto estranho é que o mesmo informe fala de casos de impacto, e no entender da procuradoria nenhum caso eleitoral merece ser um caso de impacto.
O informe do PGR refere que, em todo o país, ocorreram 235 casos relacionados com as eleições, que originaram 229 processos-crime, com 245 arguidos. Do número de processos acima referido, segundo o PGR, 24 são de querela, 199 sumários e seis transgressões.
Em conexão com ilícitos eleitorais, registaram-se os crimes de ofensas corporais voluntárias e involuntárias, ofensas corporais contra agentes da autoridade, fogo posto, porte de arma proibida, roubo, sedição, ameaças com arma proibida, danos por meio de assuada, uso de documento falso, difamação, introdução em casa alheia, ameaça com arma de arremesso e uso de passaporte falso.
Segundo o informe, houve registo de 3 casos de contravenções, dois de dupla inscrição no recenseamento eleitoral e um de promoção dolosa de inscrição. Dos processos referidos, 107 foram julgados, tendo sido os infractores condenados em penas que variam de três a dois anos de prisão e multa até 13 salários mínimos. Quarenta e oito processos julgados resultaram em absolvição dos infractores.

Desvio de processos eleitorais não tem impacto?

O MDM exibiu, a 29 de Setembro, em conferência de Imprensa, a prova da entrega de todos os documentos à CNE, em 29 de Julho de 2009. Exibiu ainda a Notificação 90/CNE/2009, de 10 de Agosto, em que a CNE admite ter em seu poder todos os documentos dos candidatos do MDM, excepto nos casos com irregularidades.
No Acórdão 09/CC/2009, de 28 de Setembro, o Conselho Constitucional rejeita a reclamação que o MDM lhe submeteu. Para fundamentar a sua decisão, refere que recebeu um Ofício da CNE (47/CNE/2009, de 17 de Setembro), em que este órgão alega que o MDM, desde o início do processo de registo de candidaturas, a 29 de Julho, não entregou todo o expediente exigido por lei.
Quem recebeu, na CNE, todo o expediente eleitoral do MDM, a 29 de Julho último, foi o vogal Ezequiel Molde Gusse. Foi ele que assinou o recibo da CNE passado ao MDM, confirmando a recepção de todo o expediente.
No Ofício 47, a CNE admite que faltam muitos documentos no dossier eleitoral do MDM para as Legislativas. Mas, através da Notificação 90/CNE/2009, de 10 de Agosto, assinada pelo director do Gabinete do Presidente da CNE, este mesmo órgão eleitoral admitia que estavam em seu poder muitos documentos que, depois, a 17 de Setembro (Ofício 47) a própria Comissão Nacional de Eleições admite já estarem em falta. Se de facto, entre 10 de Agosto e 17 de Setembro desapareceram documentos do MDM, terá sido por alguma razão fora do alcance do MDM e da total e exclusiva responsabilidade da CNE. E foi com estes fundamentos que o MDM interpôs queixa-crime contra a CNE.

Enchimento de urnas também sem impacto?

Durante e depois do processo eleitoral, a Renamo, outro partido da oposição, mostrou, em conferência de Imprensa, provas de falsificação de cartões de eleitores em muitas províncias do país. Mas o informe da Procuradoria, de forma esquisita, fala apenas “de um caso de promoção dolosa de inscrição e dois casos de dupla inscrição”. O partido Renamo mostrou, igualmente em conferência de Imprensa, votos falsos que já circulavam em Nampula. O procurador não falou disso. Muitos relatórios revelaram, com análises e provas, que em certos círculos eleitorais houve enchimento de urnas a favor do candidato do partido Frelimo, Armando Guebuza. O procurador optou por não explicar como é que, num dado círculo eleitoral, o número de votantes era acima do número dos inscritos nos cadernos e, estranhamente, todos eles votaram em Guebuza e no paritdo Frelimo. (Matias Guente)

Fonte: CANALMOZ - 06.05.2010

Reflectindo: 1) O PGR escondeu ou esqueceu o dossier eleitoral como assunto da justiça? 2) Devido ao trabalho, escutei parcialmente o informe do PGR, mas os deputados levantaram o caso das fraúdes eleitorais? Foram deputados de que partido? Como se avalia a sensibilidade dos deputados quanto à justiça em Moçambique?

domingo, maio 03, 2009

Daviz Simango responde a Augusto Paulino

Alegados casos de uso indevido de dinheiro público no CMB que aguardam julgamento

Simango responde Augusto Paulino

O Procurador-geral da Republica (PGR), Augusto Paulino foi citado pela imprensa no seu último informe à Assembleia da Republica (AR) sobre o estado de justiça no país como tendo dito que numerosos crimes de uso endevido de dinheiro público no Conselho Municipal da Beira (CMB) aguardam julgamento.

As declarações do PGR parecem ter deitado agua a baixo o mérito o sucesso que o primeiro mandato do Daviz Simango, teve chegando por duas vezes a cidade da Beira sido distinguido com prémios internacionais de boa governação que presumia que tenha tido melhor desempenho na gestão da coisa publica. Respondendo as declarações do PGR, o presidente do município da Beira, Daviz Simango disse que Augusto Paulino não foi claro na explicação sobre o tempo que remonta cada crime dando a entender que todos foram do tempo que estamos a governar a cidade da Beira.

Para Simango, Paulino ao declarar da maneira como fez sabia que haveria de criar maior expectativa Política para denegrir a imagem do governo em exercício. Referiu que maior parte dos processos crimes que Paulino fez menção na AR foram cometidos no tempo da governação do frelimista Chivavice Muchangage actualmente administrador do distrito de Angónia na província de Tete.

A compra de viaturas e de rádio de comunicação e a construção de tampas das sarjetas sem para o efeito ter sido lançado o concurso público foi a forma como o dinheiro do erário público foi usado indevidamente na governação de Muchangage na Beira. Enquanto que no primeiro mandato do Daviz Simango destacou se o desvio das contribuições dos vendedores dos mercados tendo por causa disso o vereador da área de mercados e feiras sido encarcerado, actualmente em liberdade a aguardar o julgamento.

(Eurico Dança)

MEDIA FAX – 30.04.2009

Retirado do Mocambique para todos/Macua de Mocambique onde se pode ler alguns comentários, clique aqui.

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Sobre o Crime Organizado em Moçambique

O Dr. Carlos Serra, indica num dos posts no Diário de um sociólogo, discutindo sobre a criminalidade em Moçambique e a fuga do Anibalzinho, o artigo do Procurador Geral da República, Augusto Raúl Paulino, retratando a criminalidade global e insegurança local. O texto foi apresentando num colóquio internacional sobre direito e justiça no século XXI que teve lugar em Maio de 2003, em Coimbra, Portugal.

Segundo a minha apreciação, o texto é excelente ao fazer o historial do crime organizado em Moçambique, descrever as áreas e métodos de actuação, revelar alguns dos crimes consumados, seus agentes colaboradores, entre outras definições importantes para percepção da problemática.

Paulino fez também excelentes propostas de estratégia para o combate ao crime organizado, embora possamos nos perguntar se passados muitos anos, depois da percepção da problemática, se há acções e bons resultados no seu combate. Leia o texto aqui.