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domingo, outubro 01, 2017

Procuradora de Tete forja atestado médico, promiscue-se com Política e junta-se ao Congresso da Frelimo

A Procuradora distrital de Tete, Ivánia Taibo Mussagy, forjou um atestado médico para poder se deslocar à cidade da Matola, província de Maputo, onde participou no 11o Congresso da Frelimo, pontapeando, desta forma, o Estatuto dos Magistrados Judiciais, o qual, entre outros impedimentos, veda aos magistrados judiciais a militância activa em partidos políticos. Todavia, mesmo ciente de que a sua presença no referido evento – que decorreu de 26 de Setembro último a 01 de Outubro corrente – era inadmitido, a magistrada mandou aquela norma às favas e andou de lés a lés no recito da Escola Central da Frelimo, fez poses e deixou-se fotografar.
O resultado dessa vaidade, em jeito de show off, não tardou: alguns retratos de Ivánia Mussagy, trajando capulanas de farda e camisetas com timbres do 11o Congresso, que os camaradas escolheram para o histórico evento do partido/Estado [o Presidente Filipe Nyusi tenta tapar o sol com a peneira alegando isso não existe, mas a prática o desmente], foram parar nas redes sociais, de onde correram o país.
“O partido não dirige o Estado (...). O partido age para influenciar a actividade do Estado e das autarquias locais”, disse Nyusi, no seu discurso de abertura do congresso em alusão.

quarta-feira, maio 10, 2017

Professores em Nampula poderão perder empregos devido a falsificação de diplomas

Mais de 70 professores poderão ser expulsos de várias escolas na província de Nampula, no norte de Moçambique. São acusados de falsificação de certificados de habilitações literárias para conseguir trabalho nas escolas.
A descoberta foi feita durante uma ação de fiscalização das autoridades em algumas escolas primárias da província. Foram encontrados mais de 70 certificados falsos de professores a lecionar em Nampula. E pode até haver mais casos, admite o o diretor provincial de Educação, Júlio Mendes.
"Alguns certificados não conferiam com os dados que temos, ou seja, havia certificados que quando levados para a própria escola onde a pessoa foi formada não constavam da lista daquela formação. E começámos a detetar que havia uma situação que podia ser generalizada", disse.
500 professores no desemprego
O caso acontece numa altura em que mais de 500 professores recém-formados estão desempregados por falta de vagas no ensino.
O responsável pelo setor da Educação na província mais populosa de Moçambique deu um prazo de uma semana para que os professores visados se justifiquem. Ler mais (Deutche Welle – 10.05.2017)

quarta-feira, novembro 30, 2016

África do sul anula nacionalidade adquirida ilegalmente por moçambicanos

Segundo Damasco Mathe, cônsul-geral de Moçambique em Joanesburgo, com o processo de mudança do Bilhete de Identidade analógico para o biométrico, muitos moçambicanos não estão a conseguir provar, com documentação oficial, como é que obtiveram a nacionalidade sul-africana. Dos arquivos de identificação civil, não constam muitos dos processos destes naturalizados, facto que leva as autoridades da África do Sul a retirar-lhes esta qualidade, escreve a AIM.
De acordo com Mathe, quando se vai ao sistema, nem toda a gente tem os processos da sua naturalização, o que significa que no processo de naturalização estes cidadãos terão optado por actos ilícitos. “Tendo em conta que há obrigatoriedade de provar como se obteve a nacionalidade, muitos não o conseguem fazer, porque usaram vias menos recomendáveis”, explicou.
Outra forma que está a ser usada pelas autoridades sul-africanas para obrigar as pessoas a provar a legalidade da sua naturalidade é através da apresentação de provas documentais da escola onde frequentaram o ensino na África do Sul, o que também não está a ser fácil, uma vez que não frequentaram nenhum estabelecimento de ensino naquele país.

terça-feira, abril 30, 2013

PGR mesmo com matéria quente não se manifesta

Caso ONP-Leopoldo da Costa mancha perigosamente CNE…


Parece que os defensores da legalidade no país estão mudos e surdos.

Uma acusação grave de falsificação de assinaturas para sustentar uma candidatura não recebe reacção de que se espera numa situação que aumenta a dúvida sobre a credibilidade institucional em Moçambique. Uns apelidam a isto de “gangsterização do Estado”. Outros referem-se a uma máfia política com tentáculos fortes nos centros do poder.
É preocupante que segmentos da sociedade acusem Leopoldo da Costa, presidente da CNE, de candidatura ilegal para sua própria sucessão na CNE e que os órgãos a quem cabe garantir a legalidade no país se “fechem em copas” e nada digam.
Há como que uma concertação estratégica que escolheu o silêncio como forma de acção. “Os cães ladram e caravana passa”…
O Dr. Augusto Paulino parece que se encontra manietado e incapaz de agir conforme a prerrogativa das funções que desempenha. Ler mais

terça-feira, agosto 28, 2012

Chimoio: Detido suspeito de "vender nacionalidades" por 50 Meticais

As autoridades da província de Manica, no centro do país, detiveram um homem que vendia títulos falsos para aquisição de nacionalidade, a 50 meticais, disse hoje fonte policial.