Mostrar mensagens com a etiqueta religião. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta religião. Mostrar todas as mensagens

domingo, julho 12, 2015

“Foi a FRELIMO quem agrediu o povo e depois foi agredida” (Repetição)

“Foi a FRELIMO quem agrediu o povo e depois foi agredida”
           Dom Jaime Gonçalves, arcebispo da Beira
Por Rafael Bié
Encontrámo-lo na sua “residência oficial”, num dos bairros da cidade da Beira, depois de tanto termos insistido para uma entrevista. “Vou a Maputo para uma reunião e depois volto”, foi a resposta que inicialmente obtivemos de Dom Jaime Gonçalves, Arcebispo católico da diocese da Beira. Perante a nossa insistência, depois do seu regresso de Maputo, respondeu-nos que “eu disse tudo o que tinha a dizer em Maputo”. Contrapusemos, afirmando que havia muita coisa sobre a qual ainda não se tinha falado. Controverso para uns, pró-RENAMO para outros, Dom Jaime é um homem de fortes convicções, e coerente para consigo próprio. Diz o que lhe vai na alma. Aparentemente, sabe muita coisa sobre o País. Convidamos o caro leitor a seguir o controverso sacerdote…

sábado, junho 13, 2015

Dois Dias no Mosteiro Santa Brígida da Suécia

Entre 10 a 11 do corrente mês morei no Mosteiro de Santa Brígida da Suécia em Vadstena conforme a foto reporta. E é nesta Igreja que a Santa Brígida jaz. E sobre quem é Santa Brígida pode-se ler aqui.

sábado, junho 28, 2014

Reflectindo sobre a manipulação religiosa

Em Moçambique não temos conflito religioso. É uma felicidade. Geralmente, em Moçambique não há nenhuma religiosa que obrigue e nem sugere, sobretudo, a quem não é membro dessa  religião, a vestir-se, comer ou mesmo comportar-se segundo as regras da mesma.

domingo, novembro 24, 2013

Práticas ilícitas têm repercussões negativas perante a sociedade assim como perante Deus

Por Nurdine Rajabo

Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013, foi um dia de festa para os cidadãos das autarquias de todo o país que acolheram as quartas eleições municipais. Os residentes viram-se, mais uma vez, chamados a exercer o seu direito de escolher os edis para os próximos cinco anos, uma prática supostamente democrática. No município de Angoche, este cenário foi diferente. Para além da turbulência registada ao longo do processo, foram registados actos ilícitos que se tornaram normais.
Muitos cidadãos identificados como “gente grande”, pessoas de bom status social e espelhos da sociedade chegaram a descer até o nível de molwenes para dar suporte ao processo de deposição de boletins de votos extras em quase toda a autarquia. E assim começava a histórias do nosso país. Tios, líderes e irmãos, o que se espera destes vossos filhos, sobrinhos, sem reputação?

segunda-feira, agosto 20, 2012

Combater as igrejas para erradicar a religião

Por João Cabrita

Na análise das relações Estado-Igrejas no período pós-independência, Eric Morier-Genoud em Grande Entrevista recente ao Canal de Moçambique, defendeu que a política do regime da Frelimo visava pôr fim a uma suposta hostilidade da Igreja Católica para com as demais confissões religiosas, e acabar com uma espécie de monopólio detido por essa igreja.
Esses não constituíram os factores determinantes da política do regime para com as igrejas. Em 1975 não era discernível qualquer hostilidade entre as várias confissões religiosas, nem tão pouco as igrejas regiam-se por esquemas monopolistas. Bem antes do «25 de Abril», assistia-se a uma tentativa do regime vigente de atrair para a esfera de influência do poder colonial a vasta comunidade muçulmana, sendo de destacar o papel do governador-geral, Rebelo de Sousa, junto de líderes islâmicos do norte de Moçambique. Hindus, protestantes e outras confissões religiosas actuavam livremente. Perseguidas no Malawi, as Testemunhas de Jeová encontrariam guarida em Moçambique durante a vigência da administração colonial. Em suma, seria um contra-senso o regime da Frelimo pretender pôr fim a algo inexistente. Ler mais

quinta-feira, maio 24, 2012

Padre José Luzia lança o debate sobre a fé religiosa em Moçambique

Sacerdote de Nampula acaba de publicar o seu livro "Igreja de Todos e de Alguém" onde retraça os caminhos da religião do antes e pós-independência.
José Luzia Gonçalves é um padre Português, com mais de 40 anos de sacerdócio em Moçambique, sobretudo no norte de Moçambique.
O sacerdote publicou recentemente o livro “Igreja de Todos e de Alguém” onde fala das experiencias da igreja católica em Moçambique, no período revolucionário mas onde também reconhece a necessidade de se integrar a mulher no presbítero, em acções pastorais.
O Padre Luzia dá o seu testemunho sobre a relação que se produziu entre a religão e a política logo a seguir a independência. Ele evoca também o simbolismo religioso no processo de afirmação política dos principais actores do antes e pós-independência.
Ouça a entrevista de Faizal Ibramugy com o Padre Luzia no segmento sonoro desta página...

Nota: Escute o padre José Luzia aqui. Uma entrevista muito interessante e excelente na minha opinião

sexta-feira, janeiro 27, 2012

Agressões na igreja apostólica em Nampula

Os pecados são aqui perdoados pelos profetas mediante uma submissão por parte do crente pecador a cenas de pancadaria no interior da igreja. Ler mais

Fonte: TIM - 27.01.2012

quinta-feira, dezembro 29, 2011

terça-feira, outubro 18, 2011

O Estado e os milagres

Quando os fazedores da nossa Constituição estabeleceram o princípio de que Moçambique é um Estado Laico, eles tinham a consciência da diversidade religiosa que é característica da sociedade, e da necessidade, como tal, de evitar que o Estado se identifique com uma determinada fé, que assumiria então o estatuto de religião oficial.

sexta-feira, outubro 14, 2011

Um verdadeiro milagre

Machado da Graça

A presença de membros do governo, nomeadamente o Primeiro-Ministro, no acontecimento Dia D, da Igreja Universal do Reino de Deus causou surpresa e descontentamento em muitas pessoas, até mesmo aqui no SAVANA.
No meu caso o descontentamento foi profundo, principalmente por Aires Ali ter afirmado que lá estava “em nome de todos os moçambicanos”, segundo me disseram. Ora eu não passei procuração ao sr. Primeiro-Ministro para me representar num tal acto. E creio que, nas minhas circunstâncias, estarão muitíssimos moçambicanos.
Já a surpresa não foi nenhuma. Desde que aquela seita chegou a Moçambique, a sua ligação ao Partido Frelimo tem sido profunda e permanente.

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Declarações de Presidente Zuma continuam a irritar na África do Sul

Cidade de Cabo, África do Sul (PANA) – A polémica sobre as declarações do Presidente sul-africano, Jacob Zuma, segundo as quais votar para o seu partido oferece um lugar no paraíso continua a irritar na África do Sul, apesar de esforços de alguns para acalmar a situação.
O capelão geral do Governo defendeu-o, considerando que as declarações de Zuma foram feitas de maneira inoportuna.
O Presidente sul-africano fez estas declarações no fim de semana durante um comício improvisado em Mtatha, na cidade do Cabo Oriental.

sábado, janeiro 22, 2011

Diálogo inter-religioso fundamental para a paz

A religião em Moçambique constitui uma grande fonte de manutenção da concórdia, segundo defendeu ontem em Maputo a pastora Felicidade Chirindza, da Igreja Presbiteriana, no debate sobre diálogo cristão/islâmico no fortalecimento da paz.

quinta-feira, setembro 13, 2007

Maquiavelismo do regime do Robert Mugabe?

Segundo o Jornal Notícias, a Imprensa estatal zimbabweana divulgou, em Julho, fotografias que dizia serem de Pius Ncube, na cama com uma mulher casada que trabalhava para a paróquia. Entretanto, o arcebispo que se declara vítima de um ataque malicioso do regime do Mugabe demitiu-se, para em seu nome pessoal, enfrentar o processo judicial. Ele pretende assim, poupar os seus colegas bispos e a igreja, não permitindo que seja a igreja a enfrentar o processo judicial.
Isto só é algo prudente e um bom ensinamento ao Robert Mugabe. Se Mugabe é douto, porquê não se demite para poupar o povo zimbabweano da morte lenta? Se os dirigentes africanos são doutos, porquê não aconselham Robert Mugabe a demitir-se para poupar o povo zimbabweno da morte lenta?