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quinta-feira, novembro 03, 2016

Altos juros da dívida lançam alerta sobre Moçambique

País é o mais arriscado do mundo para investir.

Moçambique é o país mais arriscado do mundo para investir, com os juros da dívida pública a situarem-se nos 25,1 por cento ao ano.

A agência de notícias financeiras Bloomberg diz que o país destronou a Venezuela e publica um gráfico com a evolução da dívida dos dois países.

O economista moçambicano João Mosca considera que o agravamento da crise político-militar e económica em Moçambique, contribui, grandemente, para a subida dos juros da dívida pública.

A forte subida dos juros da dívida pública moçambicana começou a verificar-se semana passada, quando o Ministério das Finanças anunciou que o país não tinha capacidade financeira para pagar as chamadas dívidas escondidas, afirmando que pretende reestruturá-las.

Esta semana, os juros da dívida pública moçambicana passaram a ser os mais altos do mundo, com 25.1 por cento ao ano, o que faz com que o país seja considerado o mais arriscado para os investidores financeiros.

quinta-feira, julho 10, 2014

CIRURGIA PIONEIRA NO ZIMBABWE

Cirurgiões zimbabweanos realizaram com sucessso uma complexa operação para separar, sem ajuda externa, duas crianças siamesas.
Os gémeos siameses, Kupakwashe e Tapiwanashe, nascidos há dois meses, encontravam-se unidos pelo abdomen e partilhavam o mesmo fígado.

terça-feira, abril 22, 2014

Grupo brasileiro Vale investe em Moçambique 8 mil milhões de dólares

Os investimentos do grupo brasileiro Vale chegarão a 8 mil milhões de dólares com a conclusão, este ano, do projecto Corredor Logístico de Nacala, informou recentemente Sérgio Chitará, quadro da Vale Moçambique, citado pelo matutino Notícias, de Maputo.
De acordo com o calendário apresentado pela empresa, o corredor, orçado em 4,5 biliões de dólares e constituído por uma linha de caminho-de-ferro com uma extensão de 912 quilómetros a partir de Moatize, em Tete, e um porto de águas profundas, em Nacala-a-Velha, deverá ficar operacional em finais deste ano ou princípios do próximo.

sexta-feira, janeiro 24, 2014

Contratados apenas 494 professores

Devido à exiguidade de fundos no corrente ano a província de Sofala não conseguiu cumprir com o seu plano de contratação de professores para fazer face às exigências do número de alunos. Para efeito, o sector recrutou 494 docentes contra 1026 programados, o que corresponde a uma realização de 41%, um decréscimo na ordem de 29,4% comparativamente ao ano anterior, em que foram contratados 700 professores. Ler mais (O País)

Reflectindo: E o dinheiro das ditas presidências abertas em 5 a 6 helicópteros, levando até simples membros da Frelimo não seria útil se fosse para contratar professores?

domingo, julho 08, 2012

Moçambique é um país da moda para investimento

Entre 70 e 80 por cento de todas as ideias de investimento apresentadas à Sofid, instituição que financia projectos portugueses em países em desenvolvimento, têm como destino Moçambique, disse ontem à Lusa o respectivo presidente executivo.

sábado, maio 12, 2012

Nacala: Investidores precisam-se

O governo moçambicano necessita de Us$ 100 milhões para a construção de infra-estruturas básicas para a viabilização do projecto de criação da zona franca industrial de Nacala-Porto, em Nampula.

quarta-feira, maio 25, 2011

Falta de apoio institucional não permite melhor aproveitamento da AGOA

Um dos problemas levantados pelos participantes no encontro - organizado em parceria com a Embaixada dos EUA acreditada em Moçambique – é o facto de não existir uma instituição responsável pela divulgação das oportunidades criadas pela AGOA no seio do empresariado nacional.

terça-feira, dezembro 30, 2008

Comunidade na diáspora pede incentivos para retenção de cérebros

Esta é indicação de um artigo publicado neste blog em Dezembro de 2005 (leia aqui)e que acaba de receber o seguinte comentário da Isabel:

Existem muitas pessoas que têm o desejo e vontade de voltar, de investir e de contribuir para o desenvolvimento de Moçambique, mas existem 4 factores que se destacam negativamente e obrigam as pessoas a recuar:
1 - Corrupção
2 - Insegurança
3 - Falta de Infra-estruturas
4 - Entraves, lentidão e falta de clarificação nos processos.
Sr.Presidente que resposta tem a dar a estas pessoas?