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terça-feira, maio 03, 2016

Moçambique perde reputação como destino de investimento externo

Analistas britânicos da Ecconomist Intelligence Unit (EIU) – uma organização que faz estudos e análises económicas do comportamento das economias de todo o mundo – concluíram, recentemente, que a situação de endividamento insustentável e que havia sido mantido escondido pelo Governo acabou com a reputação do país enquanto um potencial destino de investimento externo (os níveis de 5.2 e de 7.0 biliões de dólares em 2012 a 2014 tinham tornado Moçambique no segundo país africano que mais captou investimento externo).

Fonte: O País – 03.05.2016

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Embaixadores advertem que investimentos externos em Moçambique podem estar em risco

Corpo diplomático reúne-se com Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.
A comunidade internacional diz estar a seguir com atenção e apreensão os desenvolvimentos políticos em Moçambique.
Esta preocupação foi manifestada pelo chefe adjunto da missão do Reino dos Países Baixos em Moçambique, Jan Huesken, em nome dos países representados no país.
“A paz e a democracia são dois elementos importantes para efectivar o potencial económico e social do país. a segurança e a estabilidade política são condições primordiais para a vida de todo o cidadão moçambicano e desenvolvimento do país. Como atrair e manter investimentos numa situação de tensão?”, questionou o  chefe adjunto da missão do reino dos países baixos em moçambique. Ler mais (Voz da América, 25.02.2016)

quarta-feira, julho 02, 2014

PR Guebuza convida empresários portugueses a investirem em Moçambique

O Presidente da República, Armando Guebuza, convidou ontem em Lisboa, Portugal, os empresários portugueses a investirem em Moçambique, por se tratar de um país onde existe complementaridade e não contradição entre os mega e pequenos projectos.

terça-feira, maio 15, 2012

Diplomacia das corporações é o que impera

Por Noé Nhantumbo

Beira (Canalmoz) – Os convites que amiúde se recebem de parceiros internacionais para visitas e conversações ao mais alto nível por vezes encobrem assuntos melindrosos e agendas obscuras. Aos governos convidados é fácil aceitar um convite. Na maioria das vezes as deslocações são feitas sem aquela preparação profunda que se impõe na relação entre governos.
Equipa de ministros de alguns pelouros julgados de interesse pelas partes, empresários e o próprio Presidente da República avançam para as capitais ocidentais ou orientais convencidos de que tais visitas vão por si resolver todos os problema de que padecemos. Ler mais

domingo, abril 22, 2012

Assim escreve Billy Cake:

O Governo diz que aprova o investimento estrangeiro para desenvolver a economia nacional e dar emprego aos moçambicanos. Meus amigos, já procuram saber que empregos são esses? Este governo, abusando da lei e da politica da promoção do investimento estrangeiro, deu e entregou aos sul africanos toda a costa moçambicana da ponta do ouro até bazaruto e alguns estrangeiros foram ajudados a "descobrir" paraisos nas ilhas e na costa moçambicana. Construiram lodges, chales, vilas e quejandos...empregaram moçambicanos sim. Mas como serventes de mesa, limpadores das casa de banho, arrumadores de camas, lavadores de toalhas, cozinheiros, jardineiros, motoristas, guardas, e toda bandeja de serviços baixos que se possa imaginar e a salários que metem dó. São estes empregos que queremos promover para o nosso povo?

quarta-feira, maio 25, 2011

Falta de apoio institucional não permite melhor aproveitamento da AGOA

Um dos problemas levantados pelos participantes no encontro - organizado em parceria com a Embaixada dos EUA acreditada em Moçambique – é o facto de não existir uma instituição responsável pela divulgação das oportunidades criadas pela AGOA no seio do empresariado nacional.

sábado, fevereiro 27, 2010

PORTUGAL CRIA FUNDO 91,5 M PARA INVESTIMENTO EM MOÇAMBIQUE

O Governo aprovou hoje a criação de um fundo para apoiar o investimento em Moçambique, com uma dotação de 124 milhões de dólares (91,5 milhões de euros à taxa de câmbio actual), para investir nos sectores das infra-estruturas, ambiente e energia.
O anúncio foi realizado após a reunião do Conselho de Ministros, e segundo o secretário de Estado do Tesouro e Finanças.
Este fundo pretende honrar o compromisso de investimento do Estado português "no quadro das negociações da redução do controlo de Cahora Bassa para Moçambique", promovendo o investimento na economia "até ao limite de 124 milhões de dólares (ao câmbio actual, arredondado ao múltiplo de mil euros imediatamente superior)".
O fundo, cujo investimento tem um horizonte de cinco anos e duração de 15 anos, pretende ainda "enquadrar o investimento a levar a cabo em Moçambique" e "promover investimentos a levar a cabo por empresas portuguesas ou com participação portuguesa, ou exportação de bens e serviços de empresas portuguesas", adiantou Costa Pina.

Fonte: News letters online - 25-02-2010

Reflectindo: Alguém pode ajudar em aprofundar este assunto quanto ao seu significado?