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sábado, outubro 31, 2015

Damião José reafirma intenção de desarmar Renamo pela força

Damião José, porta-voz da Frelimo e deputado da Assembleia da República, reafirmou o desejo da Frelimo de desarmar a Renamo de forma compulsiva. Falando ontem a partir do pódio da Assembleia da República, na sessão reservada às comunicações antes da Ordem do Dia, Damião José disse que o desarmamento da Renamo é um imperativo nacional, sendo esta uma afirmação que contraria o outro discurso da Frelimo de que precisa de dialogar com a Renamo.

“A Frelimo reitera que é imperioso o desarmamento dos homens armados da Renamo para beneficiarem das oportunidades que o fundo da paz e reconciliação lhes abre”, afirmou o deputado, que é um dos indivíduos que tem demonstrado ódio à Renamo e ao seu presidente, tendo mesmo chegado a compará-lo ao Diabo e a um “jihadista”. Damião José diz que o desarmamento da Renamo “é um imperativo nacional e desejo inequívoco do povo moçambicano.”

Em resposta a Damião José, o deputado da Renamo José Manteigas explicou que as armas que a Renamo tem e que a Frelimo pretende arrancar à força “resultam do estatuído no n.o 8 do Protocolo 5 do Acordo Geral de Paz”. José Manteigas afirma que, “durante 23 anos [a Renamo] nunca tirou uma bala, nunca vendeu nem alugou uma arma de fogo”. Manteigas desafiou a Frelimo a desarmar-se antes de desarmar a Renamo.

“Esses que pretendem desarmar a Renamo andam armados até aos dentes e têm armas aqui na sala. Usam essas armas para atormentar os inocentes”, declarou. “Que moral tem um partido armado até aos dentes para exigir o desarmamento a um outro partido político?”, perguntou Manteigas, que acusa a Frelimo de ter esquadrões de morte que fazem vítimas no país.

“Desarmem as vossas mentes. Mataram Siba-Siba Macuácua, mataram Cardos Cardoso, mataram o professor Cistac, mataram Paulo Machava”, acusou José Manteigas.

terça-feira, maio 13, 2014

Passaporte Mocambicano dá-se a estrangeiros?

Muita gente está se questionando sobre as declarações de Damião José, porta-voz da Frelimo, segundo as quais a mocambicanidade (algo igual) de Afonso Dhlakama, presidente da Renamo, era questionável porque havia se registado com um passaporte. Há muitas perguntas que entorno desse pronunciamento se colocam e eu coloco a seguinte: O passaporte moçambicano é distribuído a estrangeiros?

quinta-feira, abril 03, 2014

Frelimo desvaloriza críticas sobre negócio de digitalização

O partido Frelimo não vê problemas no facto de a filha do presidente da República, Armando Guebuza, estar envolvida na empresa que vai operarionalizar o processo de digitalização da tv e da rádio com um investimento de quase 30 milhões de euros.
A Frelimo diz que ser filho de um membro do partido é natural, tal como qualquer pessoa é filho de dois seres. “A filha do Presidente da República é ou não é moçambicana? O facto de ela ser filha do Presidente e membro da Frelimo não significa que perde os seus direitos como moçambicana. Pensamos que é uma polémica desnecessária”.

domingo, outubro 13, 2013

Mamparra da semana: Partido Frelimo

Por Luís Nhachote

Meninas e Meninos, Senhoras e Senhores, Avôs e Avós

O mamparra desta semana é o partido Frelimo, que, sem espanto, para gáudio dos “malandros” no seu seio, acaba de chancelar a candidatura de Carlos Portimão, para disputar a edilidade de Moatize nas eleições autárquicas agendadas para 20 de Novembro próximo.

Portimão teve a honra de subir a este pódio reservado aos mamparras muito longe de pensarmos que arrastava consigo o partido Frelimo que um dia foi, de acordo com o primeiro hino nacional, “guia do povo moçambicano”!!!

segunda-feira, outubro 07, 2013

Partido Frelimo sai em defesa do seu candidato em Moatize

Flagrado a subornar procuradora

- foi um “acidente de percurso (…) os munícipes de Moatize já perceberam que foi um mal-entendido”, Damião José, porta-voz do partido Frelimo

O escândalo do candidato da Frelimo em Moatize, Carlos Portimão, que foi apanhado em flagrante delito a subornar a procuradora local, Ivânia Mussagy, está a causar enorme preocupação e interpretação de vária ordem sobre o comportamento do agora candidato. Mas a nível do partido Frelimo, o caso está, estranhamente, a serencarado com a maior naturalidade do mundo, e já tem, até, um nome simpático: “acidente de percurso”.

quarta-feira, novembro 09, 2011

Quando um partido faz da mentira um modus operandi

Uma entrevista importante com os deputados Damião José da Frelimo e Gânia Mussagy da Renamo a escutar aqui.

Frelimo garante que o Estado não está partidarizado e ignora oposição
A Renamo acusa a Frelimo de pretender perpetuar a injustiça social na função pública e de estar a fazer o país regressar ao sistema de partido único