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quarta-feira, janeiro 10, 2018

Nampula: Membro do MDM é assassinado no primeiro dia da campanha

O membro do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Buana Agostinho Buana, foi morto na noite do primeiro dia da campanha, terça-feira (09.01), quando este acabava de colar panfletos do seu candidato, Carlos Saíde.
No segundo dia da campanha eleitoral em Nampula, alguns elementos do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), tiveram que interromper as suas atividades para se juntarem na tarde desta quarta-feira (10.01), à família de Buana Agostinho Buana, assassinado na noite de terça-feira (09.01), por desconhecidos na zona do campo dos Macondes, bairro de Namutequeliua, na cidade de Nampula, quando participava na campanha do seu partido.
O MDM lamenta a morte de Buana Agostinho Buana e atribui o ato a motivações políticas que no seu entender visa enfraquecer aquela formação política.
Segundo informaram fontes do MDM, Buana que também era moto-taxista, acabava de efetuar colagens de cartazes do seu partido e foi solicitado por pessoas não identificadas, alegadamente para um serviço de transporte na noite de terça-feira (09.01).
A mãe  da vítima, Tina Mário, que também é presidente da Liga da Mulher do MDM no bairro de Namutequeliua, na cidade de Nampula contou à DW África que: "Ele chegou em casa por volta das 18 horas, mas disse que queria sair, porque umas pessoas lhe tinham telefonado dizendo que necessitavam de um serviço de táxi. Depois de sair, esperamos por ele até por volta da meia-noite quando vieram três homens que pararam na estrada, próximo da minha casa, e pedi-lhes para que se aproximassem, porque já era noite. Quando se aproximaram, disseram que vinham me informar que o meu filho fora agredido mortalmente''.  Ler mais (Deutsche, 10.01.2018)

quinta-feira, novembro 02, 2017

Dhlakama diz que assassino de Mahamudo Amurane nunca será revelado

O presidente da Renamo alertou esta quinta-feira que o assassinato do autarca de Nampula, Mahamudo Amurane, há um mês, vai acabar em silêncio porque as autoridades moçambicanas “não têm a cultura de dizer a verdade”.
Afonso Dhlakama considerou uma farsa as actuais investigações e sustentou que os mandantes do crime nunca serão conhecidos, acusando o Governo de estar a propiciar estes silêncios, tal como aconteceu com outras figuras assassinadas por motivações politicas.
“Alguma vez o Governo moçambicano ou da Frelimo já disse a verdade quando se trata de violência ou criminalidade?”, questionou Dhlakama, insistindo que as autoridades “só prometem investigar, prometem perseguir para depois informar ao publico”.
“Mesmo agora o edil de Nampula, não espero que o Governo venha dizer que foi tal fulano [que o assassinou]. Podem prender um e outro porque tinha `boca cumprida`, mas os autores mesmo, os atiradores, nunca serão apresentados”, sublinhou o líder do maior partido da oposição em Moçambique.
Após o assassinato de Mahamudo Amurane, a 4 de Outubro, a Polícia fez duas detenções, de um empresário de construção civil e um vereador municipal, que estavam na companhia do então presidente durante o ataque, tendo depois sido constituídos arguido no caso.
Desde então, não são conhecidos os contornos das investigações sobre a morte do autarca, que estava em vias de rompimento com o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força política, com o qual havia sido eleito edil de Nampula.

Fonte: Voz da América, em Notícias Sapo – 01.11.2017

quarta-feira, outubro 04, 2017

Mahamudo Amurane assassinado em Nampula

Mahamudo Amurane, edil da cidade moçambicana de Nampula, foi assassinado com três tiros.
Em Moçambique, o edil de Nampula foi assassinado. Mahamudo Amurane foi baleado esta tarde (04.10.) com três tiros. E não resistiu aos ferimentos, de acordo com a directora clínica do Hospital Central de Nampula.
Segundo o correspondente da DW em Nampula, para já, desconhecem-se os autores do ataque. A polícia diz estar a investigar o caso. Não é claro como o autor dos disparos se pôs em fuga, nem são conhecidas eventuais motivações do crime.
Mahamudo Amurane foi orginalmente eleito pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), mas, nos últimos anos, afastou-se gradualmente do partido. Em agosto último Amurane admitiu deixar o partido e concorrer à presidência do município de Nampula nas eleições do próximo ano encabeçando outro projeto político.
Entretanto, Lutero Simango, líder da bancada parlamentar do MDM, segundo maior partido da oposição moçambicana, disse à agência de notícias Lusa que o crime representa "um grande choque" e apelou às autoridades para que descubram o que se passou. 
"O que está a acontecer em Moçambique, hoje, é que o crime está cada vez mais a controlar o Estado e isso é mau para a democracia e para tudo", concluiu. 

Fonte: Deutsche Welle – 04.10.2017

segunda-feira, julho 24, 2017

“Assassinato de Magaia ainda precisa de ser investigado”: Hama Thai

No dia 11 de Outubro de 1966, tombava o “pensador” da luta armada de libertação nacional, Filipe Samuel Magaia. A história diz que foi assassinado. A responsabilidade é imputada a Lourenço Matola, membro da Frelimo e um dos companheiros de guerrilha do herói nacional, mas, segundo alguns círculos de opinião, esta é uma versão com muitas zonas de penumbra.
O general António Hama Thai conhece a mesma história e entende que, embora antigo, o caso precisa de ser investigado, para esclarecer as razões que estiveram por detrás do assassinato de Filipe Samuel Magaia. “Esse pormenor deve ainda ser objecto de estudo”, disse Hama Thai, lembrando que, segundo Mariano Matsinha, que estava ao lado de Magaia no momento do baleamento, e o livro lançado pelo Instituto de Pesquisa Sociocultural sobre a história de Magaia, Lourenço Matola é que atirou contra o herói nacional, quando estavam prestes a atravessar o rio, de regresso à Tanzânia. mas, segundo Hama Thai, muito ainda há por esclarecer. “Há aqui um lugar para investigação, de modo a fornecer informação sobre quem é Lourenço Matola, qual foi o móbil do assassinato. Uma desavença entre os dois? O que aconteceu? Eu acho que essas questões ainda devem ser investigadas”, declarou.
Hama Thai lembra o espírito de entrega e patriotismo do “comandante Magaia”, o qual, ainda na flor da idade, mostrou tamanha entrega à causa da libertação de Moçambique, pelo que ”deve ser recordado pela determinação e forte conhecimento militar”. 

Fonte: O País – 24.07.2017

terça-feira, abril 04, 2017

Cadáveres de dois professores encontrados num riacho na Matola

Dois professores, sendo um da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e o outro do Instituto de Formação de Professores de Vilanculos, na província de Inhambane, foram encontrados sem vida e os seus corpos abandonados num riacho, no último sábado (01), no bairro Belo Horizonte, no município da Matola.
Trata-se de Adérito Fuel, que era docente de Língua Inglesa na mais antiga e maior universidade pública do país, e Armando Manjate, do Instituto de Formação de Professores de Vilanculos.
Eles eram amigos e desapareceram a 18 de Março de passado e os seus cadáveres só foram achados 14 dias depois no interior da viatura em que se faziam transportar.
Não se sabe ao certo ainda em que circunstâncias os malogrados encontraram a morte. A Polícia assegurou que os pertences das vítimas estavam intactos no interior do carro, incluído os telemóveis, o que a prior afasta a hipótese de assalto.

Fonte: O País – 04.04.2017

quarta-feira, março 02, 2016

Um ano depois da sua morte: Polícia ainda não tem pistas dos assassinos do professor Gilles Cistac

- “As autoridades policiais não esqueceram este crime, estão a trabalhar para apresentar resultados palpáveis. A polícia está a perseguir as pistas desde que aconteceu este caso criminal, tal como outros casos que abalaram a sociedade moçambicana em épocas anteriores”, Inácio Dina, Porta-voz do ComandoGeral da PRM.
De acordo com Inácio Dina, a polícia está a perseguir as pistas desde que aconteceu este caso criminal que mexeu com toda a sociedade moçambicana, tal como outros casos que abalaram a sociedade moçambicana em épocas anteriores.


Fonte: Jornal Diário do País  - 02.03.2016

segunda-feira, dezembro 21, 2015

Foi assassinado o chefe de Informacão do MDM em Tete

Sousa Matola, chefe de Informação na Delegação Politica da Cidade ‎Tete, foi linchado, hoje de madrugada (21.12.2015) no Bairro de Matundo, Unidade Alberto Vaquinha, Quarteirão 8, por indivíduos não identificados.
Este episódio acontece depois de um despacho do secretário do Bairro onde dizia que nenhuma actividade política de partido da oposição pode funcionar sem a sua autorização e termina dizendo que "não se responsabiliza pelo que vier acontecer".
A intolerância política, em ‪Moçambique, ainda está na ordem do dia. O partido Frelimo não aceita nem permite que os demais partidos realizem suas actividades políticas de forma livre.
Tanto em Tete como em Gaza e Cabo Delgado estão fechados a outros partidos.
Não vamos recuar. Vamos lutar até vencermos o regime da Frelimo, disse ‪Daviz ‪Simango, presidente do ‪MDM, que se deslocou à cidade deTete logo que recebeu a notícia para prestar homenagem ao falecido e solidarizar-se com militantes do partido.
Onde nós governamos - ‎Beira, ‎Nampula, ‎Quelimane e Gurue - não exigimos que os partidos nos venham pedir autorização para fazerem actividades politicas mas nas zonas da Frelimo temos que ajoelhar junto dos Grupos Dinamizadores, secretários de bairro e administradores da Frelimo para fazermos actividades políticas.
Por exemplo, em Gaza acontecem batalhas campais contra a oposição. O mesmo se passa em Cabo Delgado onde militantes da Frelimo fazem emboscadas a caravanas da oposição. Em Lichinga, nem espaço para o candidato do MDM fazer comício conseguiu porque todos os campos estavam ocupados com OJM, OMM, VETETANOS DA LUTA DE LIBERTAÇÃO, etc. É isto que a Frelimo chama de mudança e democracia. Orgulha -se de desprezar a outros partidos. Não há dúvidas de quem põe a paz em perigo. É o partido Frelimo que divide os ‪#‎moçambicanos e os divide em cores partidárias.

Fonte: Gabinete de Informação do MDM – 21.12.2015

segunda-feira, maio 25, 2015

ASSASSINATO DO LÍDER DA OPOSIÇÃO NO BURUNDI

No Burundi, a União para a Paz e Desenvolvimento, partido da oposição, condena veementemente o assassinato do seu líder, Zed Feruzi, ocorrido no último sábado, protagonizado por indivíduos armados desconhecidos.-
Dois outros guarda-costas e um jornalista de uma rádio privada independente que conversava com o Presidente daquele partido, próximo da sua casa, ficaram feridos no ataque, em Bujumbura, a capital burundesa.
O porta-voz da Presidência da República, Willy Nyamitwé, deslocou-se imediatamente ao local da tragédia para condenar o acto e exigir a abertura rápida de um inquérito sobre os motivos do atentado contra o líder da oposição.
A classe política continua a condenar o assassinato que poderá radicalizar uma crise pré-eleitoral já tensa, após mais de três semanas de destúrbios mortais em Bujumbura. (RM-Pana)

Fonte: Rádio Mocambique - 25.05.2015

quarta-feira, março 04, 2015

Frelimo lamenta acusações sobre assassinato de Cistac

O porta-voz da Frelimo, Damião José, condenou o assassinato do académico Gilles Cistac e diz lamentar a postura de alguns cidadãos e órgãos de comunicação social por tirarem conclusões segundo as quais a Frelimo é responsável pela morte do constitucionalista.

Para dissipar estas e outras dúvidas, o criminalista e antigo director da Polícia de Investigação Criminal, António Frangoulis, diz que a Procuradoria da República e o Comando Geral da PRM já deviam ter informado da eventual preparação de comissões de trabalho para investigar o assassinato de Gilles Cistac.

Frangoulis foi hoje, quarta-feira, ao local em que Gilles Cistac foi baleado e deixou duras críticas ao silêncio do Comando Geral da PRM e da Procuradoria da República.

Fonte: O País – 04.03.2015

terça-feira, dezembro 09, 2014

Da (Re)lembrança do Max Love ao direito à indignação

Por Luís Nhachote

Faz hoje, 21 de Novembro, um ano que o jovem músico Max Love foi assassinado nesta cidade por um dos guardas da segurança do governador Joaquim Veríssimo, quando celebrava, com algumas pessoas aqui pressentes, a reeleição do edil Manuel de Araújo, para a condução dos destinos de Quelimane e de todos que nele residem.
Na condição de observador dessas eleições autárquicas, eu encontrava-me nesta cidade para aferir o grau participativo, os números e o civismo com que as mesmas decorreram.

sexta-feira, outubro 19, 2012

Theogene Turatsinze estava na mira do esquadrão de morte de Paul Kagame

“As coisas complicaram-se quando os auditores, recentemente, começaram a investigar o Banco, e procuraram ajuda de Theogene Turatsinze. Isto é o que pode ter levado Turatsinze à morte prematura”.

segunda-feira, julho 09, 2012

Cantos no funeral de Carlos Chivambo: Madjermanes culpam A Frelimo



"Frelimo por que nos matas? Não tens onde pôr as nossas almas. Guebuza porque nos matas? Não tens onde pôr as nossas almas." Traduzida da língua Changana.

terça-feira, abril 24, 2012

A Polícia da República de Moçambique (PRM) continua sem pistas do assassino de Momade Ayoob, morto a tiro na tarde de sexta-feira pouco depois de sair da Mesquita Masjid-E-Jilani, na rua Rainha Nomatuku, na capital do país. Admite ter se tratado de ajuste de contas.

segunda-feira, abril 23, 2012

Assassinato de Ayoob

A polícia da República de Moçambique disse, ontem, em Maputo, não ter ainda pistas que possam conduzir à captura dos criminosos que assassinaram o empresário Momade Ayoob, ocorrido na última sexta-feira, na cidade de Maputo, à saída da mesquita. No entanto, as autoridades garantem estar na posse de informações importantes que os poderão conduzir aos autores do assassinato.
Hoje, passam quatro dias desde que o empresário foi surpreendido por um indivíduo que se fazia transportar numa motorizada. Até agora, todavia, ainda não há ninguém detido em conexão com o caso.

Fonte: O País online - 23.04.2012

sexta-feira, abril 20, 2012

Empresário do grupo “Ayob Comercial” morto esta tarde em Maputo

(Canalmoz) Foi abatido a tiro, ao princípio da tarde desta sexta-feira, em Maputo, Momad Ayob, irmão mais velho da família Ayob e proprietária da Ayob Comercial. O assassinato ocorreu na Mesquita junto à praça 21 de Outubro, no Alto-Maé. Ler mais

segunda-feira, novembro 22, 2010

Marcelo Mosse: Cardoso faz falta

Marcelo Mosse é, por assim dizer, o herdeiro espiritual de Cardoso. Iniciou-se no mediaFAX e seguiu com o “mestre” para criar o Metical, publicação que viria a editar depois da morte daquele. Depois de fechar o Metical em 2001, voltou para editar o mediaFAX e mais tarde fundou o CIP (Centro de Integridade Pública), instituição que dirige.

segunda-feira, maio 10, 2010

Afinal PRM não deteve nenhum assassino do director das alfândegas

A divulgação da informação que dava conta da detenção de um suspeito é mais uma forma de mostrar trabalho e abafar o caso. O detido é um mineiro encontrado a comentar a cerca do homicídio. Este é outro lado da verdade. Afinal a Polícia da República de Moçambique (PRM)não deteve nenhum assassino, ou qualquer envolvido no assassinato do Director de Investigação, Auditoria e Informação nas Alfândegas, Orlando José.
O homem ora detido, e citado semana finda por Pedro Cossa, porta-voz do Comando Geral da PRM, como um dos envolvidos, na verdade é um mineiro inocente, que na altura da sua detenção fora encontrado a comentar sobre este assassinato.

domingo, novembro 22, 2009

O Assassinato de Carlos Cardoso faz hoje nove anos

Faz hoje nove anos desde que o jornalista Carlos Cardoso foi cobardamente assassinato.

O PATRIOTA faz a descrição das circunstâncias em que Carlos Cardoso encontrou a morte. Leia aqui.