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sexta-feira, novembro 18, 2016

Caso Max –Love: MDM organiza marcha de protesto esta segunda-feira em Quelimane

Já lá se vão mais de três anos sem que haja um pronunciamento coerente por parte do Tribunal Judicial de Quelimane concernente ao processo de Jaime Paulo. Cidadãos e familiares do jovem moçambicano, Jaime Paulo, conhecido nos meandros artísticos por Max-Love clamam por justiça. Max Love foi baleado mortalmente na cabeça em 2013, precisamente a 21 de Novembro por um agente da polícia de protecção de altas individualidades em frente a residência oficial do governador da província da Zambézia.
Um dia depois do anúncio dos resultados das eleições Municipais que deram a vitória a Manuel de Araújo, candidato à presidência do Conselho Municipal de Quelimane pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), actualmente edil. Max-Love festejava a vitória do partido do qual fazia parte quando foi mortalmente alvejado.
Fontes seguras afiançaram ao Semanário Txopela de que o processo continua “engavetado” naquela instituição e que passos sólidos ainda não foram dados com vista a apurar a veracidade dos factos e condenação dos possíveis culpados daquele crime tido como homicídio qualificado. Ler mais (Txopela – 18.11.2016)

quinta-feira, novembro 26, 2015

Assassino confesso de opositor inocentado pela justiça angolana

Nota: A justiça que faz recordar a morte do jovem músico Jaime Paulo Camilo, com o nome artístico de Max Love em Quelimane e que calha ter sido no mesmo mês e ano. A justiça moçambicana até optou por não ligar nada ou proteger o atirador.
O Tribunal Provincial de Luanda absolveu nesta quinta-feira o militar da Guarda Presidencial Desidério de Barros, que matou a tiro a 23 de Novembro de 2013 o militante da Casa-CE Manuel Helbert Ganga.
Acusado pelo Ministério Público de homicídio voluntário depois de o próprio ter confessado o crime, Barros foi inocentado pelo tribunal que considerou que Ganga e mais seis militantes da coligação colavam cartazes “ofensivos à pessoa” do Presidente da República.
O tribunal considerou que o soldado agiu em cumprimento do seu serviço, tendo em conta a violação do perímetro de segurança do palácio presidencial e que a vítima, depois de interceptada pela Guarda Presidencial, decidiu fugir, tendo então sido atingido por um dos disparos.

terça-feira, dezembro 09, 2014

Da (Re)lembrança do Max Love ao direito à indignação

Por Luís Nhachote

Faz hoje, 21 de Novembro, um ano que o jovem músico Max Love foi assassinado nesta cidade por um dos guardas da segurança do governador Joaquim Veríssimo, quando celebrava, com algumas pessoas aqui pressentes, a reeleição do edil Manuel de Araújo, para a condução dos destinos de Quelimane e de todos que nele residem.
Na condição de observador dessas eleições autárquicas, eu encontrava-me nesta cidade para aferir o grau participativo, os números e o civismo com que as mesmas decorreram.

segunda-feira, junho 30, 2014

CASO MAXI LOVE: Juíza (querendo) pode ordenar a detenção do arguido

O Caso Maxi Love, músico morto por um agente da Polícia da República de Moçambique em Novembro do ano passado (2013), registado com o número de processo 55/2014, cujo arguido chama-se Manuel João, está já na fase de pronúncia. 
Juridicamente, significa que a defesa já apresentou seus argumentos, conforme havíamos avançado numa das nossas edições, agora tudo cabe a Juíza Flávia Mondlane. No concreto, conforme o escrivão de direito abordado sobre o assunto, explicou que neste momento resta apenas a juíza marcar a data de julgamento. Ler mais

segunda-feira, junho 09, 2014

Processo está no Tribunal (há duas semanas) mas o homicida continua solto

Tudo agora cabe ao Juiz

A Procuradoria Provincial da Zambézia (PPZ), remeteu na semana passada ao Tribunal Judicial da Província da Zambézia todo expediente inerente ao caso Maxi Love (processo 343/PPZ/2013) que vinha sendo investigado pelo Ministério Público (MP) já há um ano.

quinta-feira, maio 29, 2014

Não há balas, nem gás lacrimogénio” para Manuel de Araújo: Justiça para Max Love

O presidente do município de Quelimane foi ilibado pelo tribunal da acusação de agressão verbal e física, num processo aberto durante a conturbada campanha eleitoral do MDM, em Gurué, nas últimas eleições autárquicas. 


Araújo considerou o desfecho deste processo uma vitória da Democracia e do Estado de Direito em Moçambique sobre o que entende como perseguições políticas aos membros do seu partido e a si próprio. Na ocasião, apelou tambémàs autoridades judiciais para que sejam céleres no processo do homicídio do jovem Max Love.

quinta-feira, abril 10, 2014

Guebuza ignora o minuto de silêncio e mantêm-se sentado

O Presidente da República, Armando Emílio Guebuza, ignorou o minuto de silêncio solicitado pelo Presidente da Autarquia de Quelimane, Manuel de Araújo, aquando da celebração do 7 de Abril (Dia da Mulher Moçambicana), num comício popular que teve lugar na Praça dos Heróis Moçambicanos em memória do jovem músico Max Love, morto pelos guardas do governador da província da Zambézia, Joaquim Veríssimo, em Novembro do ano passado.

No comício orientado pelo chefe do estado, Araújo antes de avançar com o seu discurso, pediu aos presentes para que dedicassem um minuto de silêncio por causa deste jovem, tido como herói de Quelimane, olhando pelas circunstâncias em que foi morto.