Mostrar mensagens com a etiqueta PAHUMO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PAHUMO. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, março 13, 2014

PAHUMO mobiliza população a recensear-se em Nampula

O Partido Humanitário de Moçambique (PAHUMO) está a levar a cabo uma campanha de sensibilização e mobilização da população com idade eleitoral a afluir em massa aos postos de recenseamento eleitoral pois só assim é que poderá exercer o seu direito de voto nas eleições gerais de 15 de Outubro próximo.

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Pahumo de “mãos dadas” com o MDM na cidade de Nampula

O Partido Humanitário de Moçambique manifestou o seu apoio (incondicional) ao programa de governação do novo presidente do Conselho Municipal de Nampula, Mahamudo Amurane, do Movimento Democrático de Moçambique, por entender que o mesmo vai ao encontro dos anseios dos residentes daquela cidade.

quarta-feira, novembro 20, 2013

Candidata a Nampula não aparece no boletim de voto

A candidata ao município de Nampula Filomena Mutoropa, do Partido Humanitário de Moçambique (PAHUMO), foi hoje surpreendida quando se preparava para votar e descobriu que a sua candidatura não constava do boletim de voto.

Uma fotografia do boletim de voto para as eleições autárquicas da cidade de Nampula, capital da província com o mesmo nome, que circula nas redes sociais, comprova o caso insólito, mostrando apenas três dos quatro candidatos que concorrem à presidência do município.

Adolfo Absalão Siueia, da Frelimo, Mahamudo Amurane, do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Mário Albino, da Associação para Educação Cívica e Moral para Exploração de Recursos Naturais (ASSEMONA) e Filomena Mutoropa são os quatro candidatos, mas apenas os três primeiros surgem no boletim de voto.

Fonte: LUSA - 20.11.2013

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Moçambique: Líder partidário demite-se por "falta de tempo"

O líder de um pequeno partido político partido moçambicano demitiu-se do cargo por falta de tempo para a política.


José Henrique Lopes demitiu-se do cargo de Secretário-geral do Partido Humanitário de Moçambique, PAHUMO, porque segundo disse a sua profissão de professor do ensino secundário não lhe deixa tempo para lidar com as questões partidárias no seu dia-a dia.

A sua decisão foi saudada como um acto de honestidade pelo presidente do partido Cornélio Qivela.

O Conselho Nacional do PAHUMO, um partido recém criado e com maior inserção no norte de Moçambique, está reunido em Nampula e decidiu substituir Lopes no cargo de Secretário-geral por Filomena Mutoropa.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

INTERCALARES/FRELIMO GANHA EM PEMBA E CUAMBA E MDM VENCE EM QUELIMANE

MAPUTO, 08 DEZ (AIM) – Os resultados parciais das eleições intercalares realizadas Quarta-feira última em três cidades moçambicanas apontam para uma provável vitória dos candidatos da Frelimo, o partido no poder, em Pemba e Cuamba, e do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), na oposição, em Quelimane.

segunda-feira, outubro 24, 2011

CNE aprova candidatos da Frelimo, do Pahumo e do MDM

Eleições autárquicas “intercalares” em Quelimane, Pemba e Cuamba

Maputo (Canalmoz) - A Comissão Nacional de Eleições (CNE) acaba de aprovar os nomes propostos pelo partido Frelimo e MDM, respectivamente, como candidatos a edis nas eleições autárquicas “intercalares” de 07 de Dezembro próximo, em Quelimane e Cuamba. Os dois partidos foram os únicos que apresentaram candidatos para entre eles se encontrarem, por via de sufrágio, os presidentes dos conselhos municipais de Quelimane e Cuamba, respectivamente capital da Zambézia e segundo principal centro urbano da província do Niassa. Mas na capital de Cabo Delgado há um terceiro candidato. Ler mais

terça-feira, junho 21, 2011

PAHUMO vai às eleições gerais para reduzir assimetrias regionais

O Partido Humanitário de Moçambique (PAHUMO), uma nova formação politica originária das províncias nortenhas de Cabo-Delgado, Nampula e Niassa, vai participar nas eleições autárquicas de 2013 e gerais de 2014, com o propósito de contribuir na redução das assimetrias sócio-económicas ainda latentes entre o norte, centro e sul do país.

segunda-feira, junho 07, 2010

PAHUMO DESVALORIZA CHAMA DA UNIDADE

-Nova formação política elege órgãos centrais do partido

O Partido Humanitário de Moçambique ( PAHUMO), uma nova formação política no país, considera a Chama da Unidade uma autêntica fantochada da Frelimo e sem qualquer significado científico ou tradicional para o povo moçambicano.
O PAHUMO reuniu-se este sábado, na cidade de Nampula, em assembleia constituinte, acto que culminou com a eleição de Cornélio Quivela, natural Cabo-Delgado, ao cargo de presidente, ao arrecadar cento e vinte e dois votos contra apenas dois do seu adversário, Emílio José Moçambique, oriundo da província da Zambézia.
No seu primeiro discurso, momentos depois da sua eleição como Presidente do Partido, Cornélio Quivela, antigo deputado da Assembleia da República (durante dois mandatos) e delegado político provincial da Renamo em Cabo-Delgado, disse que Moçambique continua a viver o regime monopartidário, alegadamente porque o partido no poder, a Frelimo, submete ao povo à várias situações de insegurança.
Quivela disse que o PAHUMO surge como uma alternativa democrática e promotora da paz, unidade nacional e bem estar social de toda a população moçambicana.
Aquele politico referiu que o PAHUMO considera a pessoa humana como o centro das atenções, através da oferta de oportunidades de acesso à educação, saúde, habitação condigna e justiça.
O país encontra-se numa situaçao em que todos têm medo e o nosso partido surge como guia dos moçambicanos, disse, acrescetando que vamos trabalhar para consolidarmos a Unidade Nacional.
O PAHUMO elegeu para secretário geral, José Henriques Lopes, antigo delegado político provincial da Renamo, em Nampula e ex- deputado da Assembleia da República, e os membros da Comissão Política e do Conselho Nacional.
Entretanto, conforme a nossa Reportagem teve oportunidade de constatar, o PAHUMO é constituido, maioritariamente, por descendentes da Frelimo, PDD e Renamo, que se comprometem em desencadear um intenso trabalho de mobilização popular por forma a que o partido venha a congregar um grande número membros para a sua participação nos próximos pleitos eleitorais.
Subordinado ao slogam “Levante-se, Moçambique”, o PAHUMO tem como logotipo dois indivíduos simbolizando uma entreajuda fraternal.Wf

Fonte: Wamphula Fax - 07.06.2010

domingo, junho 06, 2010

Partido Humanitário de Moçambique, PAHUMO, elege órgãos directivos

O Partido Humanitário de Moçambique, PAHUMO, uma nova formação política, elegeu hoje em Nampula, norte do país, os órgãos directivos e quer ser no futuro “guia dos moçambicanos”.
Cornélio Quivela, antigo dirigente da RENAMO (principal partido da oposição), foi eleito presidente por esmagadora maioria, ficando como secretário geral José Lopes. Foram também eleitos os membros da Comissão Política e do Conselho Nacional.
O PAHUMO surge como “uma alternativa democrática” e promotora da paz, unidade nacional e bem estar social de toda a população moçambicana, disse Cornélio Quivela no discurso de posse.
Como visão do partido, disse Cornélio Quivela que o PAHUMO tem a pessoa como o centro das atenções, através da oferta de oportunidades de acesso à Educação, Saúde, habitação condigna e Justiça.
“O país encontra-se numa situação em que todos têm medo e o nosso partido surge como guia dos moçambicanos”, disse, acrescentando: "Vamos trabalhar para consolidarmos a Unidade Nacional".
Para Cornélio Quivela, a “Chama da Unidade” (uma tocha que está desde 7 de Abril a dar a volta ao país para assinalar os 35 anos da independência) “não tem qualquer significado tradicional nem científico”.
O PAHUMO é constituído maioritariamente por antigos membros dos partidos FRELIMO, RENAMO e PDD, que hoje se comprometeram em desencadear um intenso trabalho de mobilização popular, para obter um resultado expressivo nas próximas eleições.
Cornélio Quivela é um antigo delegado provincial da RENAMO em Cabo Delgado e foi deputado por este partido durante dois mandatos. José Lopes também foi delegado provincial da RENAMO em Nampula e igualmente deputado na Assembleia da República.

Fonte: Notícias Lusófonas - 05.06.2010

terça-feira, abril 13, 2010

Ex-membros da RENAMO fundam novo partido, «a alternativa das alternativas»

Ex-membros da RENAMO, o principal partido da oposição em Moçambique, lançaram hoje em Nampula, norte de Moçambique, um novo partido, que se pretende afirmar como “a alternativa das alternativas, devido ao falhanço da oposição”.
Em declarações à Lusa a partir de Nampula, o presidente da Comissão Instaladora do Partido Humanitário de Moçambique (PAHUMO), Cornélio Quivela, antigo deputado e delegado provincial da RENAMO em Cabo Delgado, norte do país, afirmou que a nova força política será “muito forte e não se irá contentar com esmolas”.
“Os membros do partido vêm de partidos muito fortes e não estão aqui para se divertir. O PAHUMO é um partido forte e as coisas não serão fáceis para a FRELIMO (no poder). Dentro das regras da democracia, a FRELIMO vai saber ser humilde”, sublinhou Cornélio Quivela, ex-deputado da RENAMO.
O PAHUMO, segundo o presidente da Comissão Instaladora, quer ser “a alternativa das alternativas, porque os actuais partidos da oposição falharam, ao não apresentarem propostas credíveis de governação”.
Cornélio Quivela prometeu um PAHUMO mais solidário com os pobres e mais criativo e dinâmico na busca de soluções para os principais problemas do país.
O presidente da Comissão Instaladora do PAHUMO acusou Afonso Dhlakama, presidente da RENAMO, de ter “incendiado e traído a oposição”, ao impedir Daviz Simango de concorrer pela RENAMO a um segundo mandato para a presidência da Beira nas autárquicas de 2008.
Na sequência da decisão da RENAMO de não o recandidatar, Daviz Simango acabou por concorrer como independente e ganhar a presidência do município da Beira. Alguns meses depois, fundou o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), que ganhou oito assentos nas eleições legislativas de Outubro de 2009.
“Fiquei muito aborrecido com a liderança da RENAMO e fui muito violento nas críticas ao presidente Afonso Dhlakama. Disse-lhe que tinha incendiado e traído a oposição”, afirmou Cornélio Quivela.
O projecto da fundação do PAHUMO conta com outros ex-quadros da RENAMO, como Henrique Lopes, ex-delegado deste partido em Nampula, e Eduardo Pintante, ex-deputado da RENAMO na Assembleia da República.

Fonte: Notícias lusófonas - 12-04-2010