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quarta-feira, junho 05, 2024

Discuso de Dhakama sobre membros que abandonam a Renamo

 Recordando que os ambiciosos não são de hoje na RENAMO


È caso para dizer k afonso dhlakama falhou no feio

Extracto retirado da versão áudio da Rádio Moçambiquede 10 de Março de 2009

Afonso Dhlakama disse: "[...]Sei que aquele partido[Movimento Democrático de Moçambique, MDM] vai falhar como todos outros falharam. O Máximo Dias tem partido dele, falhou; o Lutero tem partido dele, falhou; o Manecas tem partido dele, falhou; a RENAMO e a FRELIMO continuamos porque, de facto, historicamente - eu não estou a dizer que temos que ser dois partidos - ... mas a RENAMO tem as suas bases por natureza; ...por natureza, talvez por ter feito a guerra; por ter lutado contra, portanto, a ditadura comunista-marxista que isto marcou, de facto, as populações; a FRELIMO, apesar de estar a roubar, cometer erros, tem também as suas bases por ter lutado para a Independência."
"Digo sinceramente, estamos satisfeitos; aliás, quando a RENAMO lutou a partir de [19]77, não lutava para serem 2 partidos (FRELIMO e a RENAMO). Infelizmente, esses partidos que são criados acabam por falhar por que são muitos partidos, um! Eu não queria comentar o partido que está sendo criado por Daviz porque Daviz entrou na RENAMO em 2003. Eu é que o coloquei na Beira. Quando entra na RENAMO em 2003, era quadro sénior do partido do irmão dele, PCN, da mesma barriga - aquele o... o... o... o Lutero, que está no Parlamento à custa da lista da própria RENAMO, am! O Lutero é presidente de um partido chamado PCN em que o próprio Daviz Simango, desde há muito tempo, foi um quadro superior, que não conseguiu fazer crescer o partido do irmão dele. Portanto, queo Daviz não vai ter nenhuma expressão, estou lhe dizer claramente, mas estamos satisfeitos. Sabe por quê? Para as pessoas que têm ambição, quando recuarem e cairem, para as pessoas, para servir do exemplo, um! Portanto, não há ameaça absolutamente."

sexta-feira, junho 28, 2013

Dhlakama diz estar disponível para encontro com Guebuza

A Renamo manifestou a disponibilidade do seu líder, Afonso Dhlakama de manter um encontro com o Presidente Armando guebuza para se alcançar um acordo político para pôr um ponto final da tensão política que se vive no país nas últimas semanas.

A vontade de Dhlakama foi expressa hoje em Maputo pelo porta-voz da Renamo, Fernando Mazanga, num encontro com jornalistas.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

RENAMO anuncia encontro entre Dhlakama e Guebuza, mas PR desconhece

Maputo, 07 dez (Lusa) - A RENAMO, o principal partido da oposição em Moçambique, anunciou hoje que o seu líder, Afonso Dhlakama, vai reunir-se na quinta-feira com o Presidente da República, Armando Guebuza, no primeiro encontro entre os dois em sete anos.
Mas, contactado pela Lusa em Maputo, o Gabinete da Presidência da República de Moçambique indicou que da agenda de Armando Guebuza para quinta-feira não consta nenhuma reunião com Afonso Dhlakama.
O alegado encontro entre o líder da oposição e o chefe de Estado, supostamente agendado para a cidade de Nampula, norte do país, foi divulgado pelo porta-voz da RENAMO, Fernando Mazanga.

Fonte: Notícias Sapo Moz - 07.12.2011

quinta-feira, julho 21, 2011

Líder da oposição garante realizar manifestações pacíficas para "retirar FRELIMO do poder"

Maputo - O líder da RENAMO, principal partido da oposição moçambicana, Afonso Dhlakama, assegurou que realizará manifestações pacíficas à escala nacional para "retirar a FRELIMO do poder e criar um governo de transição em Moçambique que durará, no máximo, três anos".

quarta-feira, janeiro 12, 2011

PROGNÓSTICOS SEM PROFECIAS PARA 2011 (I)

Por Eleutério Finita

Será, economicamente, um ano dolorosamente mais difícil do que o anterior. Já apertado ao limite, o cinto da sobrevivência corre o risco de estalar. E com ele rebentarem novos focos de tensão social.
Politicamente, vai decidir e dizer muito, este 2011 ainda na sua infância, sobre o que nos reservam os próximos cinco a dez anos. Embora o carimbo oficial da confirmação tenha de esperar pelas formalidades, em Congressos e Plenários, este é o ano em que se vão fazer escolhas, desenhar estratégias e aprovar instrumentos com a mira nos próximos pleitos eleitorais – pedras basilares e consolidação da estrada da democracia e do estado de direito que trilhamos desde 1994.
Na arena desportiva são de risco elevado vários eventos em que estamos envolvidos. Receio pelo que possa e não possa acontecer. Antevejo entretanto brilharetes noutras frentes. Mas, vamos por partes:

sábado, novembro 06, 2010

Bem-vindos 7 milhões e ressurreição de Dhlakama!

Por Lázaro Mabunda

O problema não é a falta de demonstração de ideias claras para desenvolver um projecto. O problema está na falta de clareza no processo e das cláusulas que comprometam os usuários do fundo.

1. O Governo apresentou, esta semana, a Estratégia da Redução da Pobreza Urbana no país. Trata-se de um compromisso do Governo visando resolver o problema que se revela preocupante. A referida estratégia, apresentada pelo ministro da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, consiste em as zonas urbanas passarem também a beneficiar do ex-Fundo de Investimento para Iniciativas Local (FIIL), ora denominado Fundo de Desenvolvimento Distrital. Do projecto, não só muda a designação, como também a quem devem ser feitos os reembolsos dos valores. Anteriormente, os valores eram geridos como orçamento normal e tinham que ser devolvidos ao cofre do Estado com justificativos, entre procedimentos institucionais. Na condição actual, o fundo passa a ser gerido localmente, envolvendo os reembolsos, as subvenções do Estado, donativos e fundos comunitários. Esta iniciativa é bem-vinda. É bem-vinda porque o fundo, mais do que criar auto-emprego, que é o objectivo, vai resolver necessidades pontuais dos habitantes das zonas urbanas. Isso pode ser questionado, mas não tenho dúvida que é o que vai acontecer. aliás, é o que está a acontecer em todo o país, com excepção de um número reduzido de moçambicanos que devolvem o dinheiro.

segunda-feira, novembro 01, 2010

Reunida em Conselho Nacional Renamo cria um grupo de negociação para “nova ordem política”

O grupo é composto por três quadros seniores da Perdiz, cujos nomes ainda não foram oficialmente confirmados, mas ao que apurámos trata-se de Vicente Ululu, Simão Buti e Ivone Soares.
Nampula (Canalmoz) - O partido Renamo esteve reunido no último fim-de-semana, na cidade de Nampula, em mais uma reunião do Conselho Nacional, de onde foi seleccionado um grupo para negociações com o partido Frelimo.
De acordo com Afonso Dhlakama, líder da “perdiz”, as negociações tem em vista a criação de uma nova ordem política nacional.
Ainda segundo Dhlakama, com uma nova ordem política o povo passará a exercer o seu real poder e daí a manutenção da democracia e desenvolvimento mais realístico, no país.
Instado a pronunciar-se sobre os componentes do grupo das negociações e respectivos pontos a serem abordados, Dhlakama escusou-se, mas garantiu que dentro de três dias serão dados os primeiros contactos.
Ao que apurou Canalmoz, fazem parte do grupo, Vicente Ululu, Simão Buti e Ivone Soares.(Aunício da Silva)

Fonte: CanalMoz - 2010-11-01

segunda-feira, outubro 04, 2010

A paz está ameaçada com a partidarização do exército

Dhlakama recorda os 18 anos do Acordo Geral de Paz

“ A Frelimo vai mandar golpear qualquer governo eleito no ano em que perder eleições”, alerta Afonso Dhlakama, que pede uma reflexão profunda em torno deste assunto.
Volvidos 18 anos após a assinatura do acordo geral de paz, o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, um dos signatários do mesmo, disse, em entrevista à nossa reportagem, que a paz trouxe benefícios imensuráveis para a pátria e para o povo moçambicano. No entanto, diz que a partidarização do exército por parte da Frelimo, em violação ao acordo assinado em Roma, que previa a criação de um exército nacional apartidário, a paz moçambicana está ameaçada. Por outro lado, refere que no dia em que o partido Frelimo perder eleições, vai mandar os seus comandos promovidos por confiança política golpearem o governo que tiver sido eleito. Acompanhe a entrevista.

terça-feira, junho 08, 2010

Lider da RENAMO declara guerra contra jornalistas

O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, disse, em Nampula, que a queixa apresentada pela deputada da Assembleia da Repúbica e delegada provincial daquela formação política, em Nampula, Lúcia Xavier Afate, contra o jornalista, Vasco da Gama, marca o início de um cíclo de processos judiciais que ele e o seu partido estão a preparar contra alguns profissionais de comunicação social.
A partir de hoje, iremos processar judicialmente todos os jornalistas que brincarem connosco, disse Afonso Dhlakama que confirma ter encorajado Lúcia Afate, indiciada de sua esposa , a canalizar o caso aos ógrãos judiciais. Vou continuar a encorajar os quadros do partido a processarem os jornalistas que publicam mentiras nos seus jornais. Referiu Dhlakama numa conferência de imprensa que decorreu na sua residência. O líder do maior partido da oposição em Moçambique escusou-se, contudo, a avançar nomes dos jornalistas em causa. Mas, o deputado e porta-voz do partido, Arnaldo Chalaua, presente na conferência de imprensa, apontou, à título de exemplo, o jornalista, Júlio Paulino, do jornal “
O País”, como um dos indivíduos que escreve inverdades sobre a Renamo e a quem foi já vedado o acesso à residência do líder. Na mesma conferência de imprensa, Afonso Dhlakama fez fortes acusações a o Grupo MBS , descrevendo-o de “Comité Central da Frelimo”, alegadamente porque não paga qualquer imposto ao Estado. Questionado sobre o que estaria, realmente, a fazer em Nampula, o líder da Renamo disse que está a fazer política, embora sejam raras as suas saídas de casa. Contudo, negou pronunciar-se à volta do ventilado abandono da família em Maputo.

Fonte: Wamphula Fax @ Verdade - 08.06.2010

Reflectindo: e quem disse que queixar-se é ganhar a causa? Quantos já se queixaram e não ganharam a causa? E quem disse que ganhar a causa é receber indmnizacão? Quantos já ganharam a causa, mas não foram indmnizados já lá vão anos? E se queixinhas tornassem a moda, será que muitos quadros da Renamo não estariam nas cadeias por terem "defamado" ameacado os seus opositores, e até os seus companheiros do partido?
Se as pessoas sairam da política activa, o melhor é deixarem a política para os outros. Tenho vindo a recomendar isso mesmo.

quinta-feira, junho 03, 2010

Dhlakama : ameaças e proibições

Ao que tudo indica, parece mesmo que Afonso Dhlakama está dando tiros ao seu próprio pé. Ainda com as supostas manifestações na gaveta, o líder da Renamo vai se fazendo ouvir quando e como quer. E para não deixar de ser, Afonso Dhlakama, já vê os deputados da Renamo eleitos pelo círculo eleitoral da Zambézia, como os maiores traidores a sua confiança.
Dai que já tomou uma decisão de proibir os mandatários do povo eleitos pelos zambezianos a regressarem a casa, depois de mais uma sessão da Assembleia da República (AR) terminada na semana passada. Uma fonte bem colocada na Renamo afiançou-nos que os deputados que fazem parte do Círculo Eleitoral da Zambézia, principalmente os que tomaram posse a revelia das ordens do líder da Renamo, Afonso Dhlakama no inicio da presente sessão parlamentar, estão proibidos de regressar a sua província de origem para trabalhos parlamentares.
Nesta lista de proibidos, consta o nome do segundo vice-presidente da AR por parte da Renamo, Viana Magalhães, que também tomou posse a revelia das ordens do líder. Ainda de acordo com a mesma fonte que nos facultou esta informação, a decisão de não regresso a casa foi comunicada aos deputados da Renamo pelo Secretário-geral daquela organização, Issufo Momade, que na ocasião se fazia acompanhar pelo Chefe da Mobilização e Propaganda, Armindo Milaco e elementos da segurança do partido.
O Secretário Geral daquele partido, segundo confidenciou do nosso informador, teria afirmado na ocasião que o partido Renamo, não se responsabilizava pela vida e muito menos pela segurança daqueles deputados que desafiassem a directiva partidária.

DESOBIDIENTES NO OLHO DA RUA

Os afastamentos dentro do partido Renamo, já são vício. Quem desafia o líder, está sujeito a caminhar sozinho. A fonte que temos vindo a citar, foi mais longe ao afirmar que alguns deputados estão no olho da rua, ou seja, poderão correr o risco de serem afastados como aconteceu com Daviz Simango e outros.
De acordo ainda com esta fonte, está prevista para o próximo sábado uma reunião da cúpula daquele partido com o propósito de afastar da Renamo alguns deputados, considerados mentores da desobediência a directiva emanada pelo líder do partido.

Fonte: Diário da Zambézia in @VERDADE - 03.06.2010

quarta-feira, maio 26, 2010

Não acatamos ordens de cobardes!

EDITORIAL

Anda, por aí à solta, uma corja de cobardes, escondida por detrás de um número de telemóvel, a enviar-nos, insistentemente, mensagens engraçadas e reveladoras do seu baixo nível cultural e da sua profunda incultura política, tentando-nos intimidar, sob a ameaça de morte, caso continuemos a criticar o líder da Renamo, Afonso Dhlakama. São mensagens que espelham um elevadíssimo nível de malcriadez e uma avassaladora pobreza de espírito, provavelmente, sem paralelo para quem vive num país com aspirações democráticas, como o nosso.
A mais recentes de todas, que recebemos às 15.28 desta segunda feira diz:
“Boa tarde senhor maiena, estamos a controlar tudo aquilo que anda a fazer e queremos te ver como vai viver neste país só iremos deixar te livre se deixar de escrever aquela sua merda de propaganda contra o líder da renamo, Afonso Jacamo. Se voci queri escrever la do seu pai ladrau de voto e muiti coiza ande mal na pais nau escrevi so abuzar Jacamo tu vai ver o qui vai acontecer com voci macaco vai dormir com rosaelia como tu é muita puta. Merda maiana”
É desse tipo de lixo político-literário que a nossa caixa de mensagens está cheia, desde a noite da terça-feira, dia 18 de Maio corrente. Trata-se de mensagens, enviadas a partir do mesmo número de telemóvel, número esse ora em poder das autoridades de investigação criminal, para os devidos efeitos.
Embora escritas de diferente forma, todas as mensagens a nós enviadas possuem alguns aspectos em comum: fazem ameaça de morte e se dizem defensoras da imagem de Afonso Dhlakama, líder da Renamo. Aliás, quase todas se referem à esposa do líder, D. Rosária Dhlakama, sugerindo que o facto de nós termos escrito que ela anda abandonada pelo respectivo marido, significa que nós queremos adoptá-la como nossa esposa! Longe de nós tamanha pretensão! Longe de nós tamanha falta de respeito para com uma senhora da categoria da D. Rosária, que nunca ofendeu ninguém publicamente e, portanto, merecedora do nosso maior respeito. Uma senhora que não tem culpa de que alguém se valha de arruaceiros, do calibre dos que nos enviam mensagens, para lhe faltar ao respeito em público.