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sexta-feira, fevereiro 17, 2017

Nom comment, but???

The cease fire continues to hold, and Renamo has resumed political activity in the central provinces of Sofala and Manica, with formal visits by Renamo delegations, including Renamo parliamentarians, to the provincial governors, Helena Taipo and Alberto Mondlane. Because of fears of a government hit squad, Renamo offices were closed and some officials hid in the bush. Several senior figures in the Sofala provincial structures returned to Beira and were presented at a public meeting there on 11 Feb. Renamo MP Manuel Pereira told the rally “We have talked with the Sofala governor and with the provincial police commander, and we have received guarantees that we can work without problems”. (AIM En 13, 10, 8, 7 Feb)


Source: MOZAMBIQUE
 359-60 News reports & clippings 14 February 2017

segunda-feira, outubro 10, 2016

Mediador da UE em Moçambique pede adiamento do reinício das negociações

O coordenador dos mediadores das negociações de paz em Moçambique, Mario Raffaelli, pediu às partes que adiem até ao dia 18 de Outubro o recomeço das negociações previsto para hoje, para "possibilitar uma reflexão" sobre a resolução do conflito.
“O coordenador dos mediadores, Mario Raffaelli, chegou ontem à tarde [Domingo] a Maputo para comunicar às partes o pedido de adiar até ao dia 18 de Outubro a retoma das negociações no quadro da Comissão Mista, com vista a possibilitar uma reflexão quanto à melhor forma de acelerar a resolução das questões em discussão”, indicou em comunicado a Delegação da União Europeia em Moçambique.
O pedido do mediador da União Europeia e coordenador dos mediadores internacionais na Comissão Mista surge um dia depois de ter sido noticiado o assassínio de Jeremias Pondeca, membro da delegação da Renamo na Comissão Mista para a Preparação do Diálogo de Alto Nível.
Pondeca, antigo deputado e membro do Conselho de Estado pela Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), foi assassinado a tiro no sábado em Maputo.
A União Europeia relaciona a necessidade de “reflexão” pedida por Raffaelli com a morte de Pondeca.

terça-feira, março 22, 2016

Espectáculo gratuito do Governo

O Conselho de Ministros formou uma comissão de alto nível com mandato para investigar a ocorrência ou não da violação dos direitos humanos. A esta atitude do Governo alguns chamaram de juiz em causa própria, mas, acima de tudo, mostra o seu distanciamento de tais actos, por isso, independentemente de a Human Rights ter “convidado” o Governo a investigar, ele, o Governo, agiu na certa ao criar a tal comissão para apurar os factos no terreno. Provavelmente, não tenha sido feliz na indicação das personalidades que transformaram o seu mandato num acto de “publicidade” e de demonstração de “serviço”, quanto a mim dispensável. Igualmente, isto na minha opinião, não terá sido feliz ao indicar pessoas de ministérios directamente relacionados com as actividades a investigar no terreno, como foi o Interior e Justiça. Esta era uma missão para titulares de pastas fora das FDS e mais ligados à humanidade, casos da Educação, Género e Acção Social, Cultura, Juventude, entre outros pelouros, de forma a confrontarem os seus colegas dos pelouros no terreno das operações.

sexta-feira, março 11, 2016

Há esquadrões de morte para abater opositores, revela agente da Polícia da República de Moçambique

Uma das frentes mais activas do conflito político-militar, que decorre há vários meses em diversas regiões de Moçambique, acontece no distrito de Murrupula, na província de Nampula, norte de Moçambique, onde oficialmente um contingente da Polícia da República de Moçambique(PRM) foi enviado para a localidade de Naphuco para repor a ordem, alegadamente perturbada por homens armados da Renamo, e um agente terá sido raptado. Na verdade, um esquadrão de elite das forças governamentais foi enviado para o local.

“(...)fizemos uma defesa circular, em que todos parámos e concentramos o fogo. Mas sem esperar que aqueles podiam responder, porque nós fomos de madrugada. Quando responderam cada um correu à sua maneira e ele ficou”, relata um agente das forças especiais da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) da Polícia da República de Moçambique (PRM), que revela ainda ter realizado várias "missões" de eliminação de alvos previamente identificados pelos comandantes, uma das quais a 25 de Setembro de 2015, em Zimpinga (41 quilómetros a leste de Chimoio na Estrada Nacional Número 6, entre Gondola e a Missão de Amatongas ), onde a ordem era eliminar fisicamente Afonso Dhlakama, líder da Renamo. “Aquele velho (Dhlakama) não morre”, disse.

Leia a seguir um relato arrepiante, feito por quem diz ter participado e por isso testemunha. “Estamos cansados. Não ganhamos nada e estamos a sonhar com aquilo”, diz o agente. O referido agente, cuja identidade não revelamos, nasceu na cidade de Maputo em 1985.

“Cumpri a tropa no Centro de Formação de Forças Especiais de Nacala Porto”, diz o agente. “Estava lá como Instrutor Auxiliar de Armamento e Tiro”. Cumprido o serviço militar, e depois de algum tempo em que trabalhou para uma empresa privada de segurança, foi incorporado nas fileiras da PRM. “Entrei para a polícia; fizeram uma seleção. Queriam aqueles que tinham sido militares e que tivessem feito o curso de armamento, para serem da Intervenção Rápida, mas estando na Presidência da República. Trabalhei na RP1 e na RP2”, diz ele. RP é a sigla para Residências Protocolares pertencentes à Presidência da República. Ler mais (Deutsche Welle, 11.03.2016)

Sete cadáveres encontrados nas matas de Sussundenga e Gondola

Pelo menos sete corpos sem vida, de presumíveis cidadãos civis, desprovidos de documentos de identificação civil, foram encontrados nas matas dos distritos de Sussundenga e Gondola, na província central moçambicana de Manica, último final de semana.
 No sábado, três cadáveres foram achados na zona da Maforga, em Amatongas, distrito de Gondola.
Os finados, segundo relata a Polícia, citada hoje pelo “Diário de Moçambique”, apresentavam sinais de estrangulamento e foram deixados num matagal.
A Polícia afirma estar a trabalhar no sentido de apurar as circunstâncias em que as mortes aconteceram, numa altura em que Manica regista raptos seguidos de assassinato.

terça-feira, março 08, 2016

Membro do partido Renamo encontrado morto em Inhambane

Um membro sénior do maior partido da oposição, a Renamo, identificado pelo nome de Aly Jane, foi encontrado sem vida na segunda-feira (07), depois de ter desaparecido na tarde do último sábado (05), ao sair de uma mesquita, na cidade de Maxixe, província de Inhambane.

Não se sabe ao certo o que levou à morte do Aly, mas no domingo o seu bilhete de identidade foi encontrado nas imediações do rio Nhanombe, entre o distrito de Homoíne e a cidade de Maxixe.

quinta-feira, novembro 05, 2015

VÍDEOS POLÍCIA INVADE RESIDÊNCIA DA RENAMO

É polícia dum Estado de Direito? Pode uma instituição de Estado fazer este tipo de acção, como de capturar cidadãos e atribuir-lhes instrumentos que na presença da imprensa não foram vistos? E PGR mantêm-se em silêncio?