Mostrar mensagens com a etiqueta Ya-qub Sibindy. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ya-qub Sibindy. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, março 17, 2016

Sibindy vê “maquiavelismo político” em Mia Couto

O presidente do Partido Independente de Moçambique (PIMO), um dos rostos da chamada “Oposição Construtiva”, censurou duramente, o recente pronunciamento público do renomado escritor moçambicano, Mia Couto, sobre a actual tensão política no país. O escritor é citado longamente e de forma reiterada pela Rádio Moçambique a dizer que Afonso Dhlakama, ao condicionar o diálogo com o Presidente da República, está, ao mesmo tempo, a mostrar que não está interessado no diálogo político.

Nisto, o líder do PIMO entende que o escritor moçambicano se está a posicionar ou a deixar-se fotografar com o O escritor disse que Dhlakama não estava interessado no diálogo Sibindy vê “maquiavelismo político” em Mia Couto que chama de “terroristas do Estado”. É que, Sibindy entende que a actual tensão política tem a ver e está a relacionada com perseguição e intolerância políticas, acções movidas pelo governo do dia contra a oposição, daí o desaparecimento misterioso dos dirigentes do principal partido político da oposição...

Fonte: MediaFax - 16.03.2016

sábado, março 05, 2016

TENSÃO POLÍTICO-MILITAR: Oposição Construtiva avança propostas de solução

O Bloco da Oposição Construtiva, constituído pelos partidos PIMO e PEC-MT, avançou ontem duas propostas de solução consideradas cruciais para pôr termo às hostilidades militares que se registam na região centro do país, concretamente na província de Sofala.
A primeira prende-se com o cessar-fogo imediato pelas partes envolvidas, nomeadamente as forças governamentais e os homens armados da Renamo, num prazo de 72 horas, ou seja três dias contados a partir de ontem, sexta-feira, e o aquartelamento.
A segunda refere-se à retomada urgente do diálogo ao mais alto nível entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder do maior partido da oposição, Afonso Dhlakama, de que resultaria um acordo visando a nomeação pelo Chefe do Estado de quadros da Renamo para cargos ministeriais e para governadores nas províncias onde ela reclama ter ganho as eleições de 2014.

Yá-Qub Sibindy diz que o país precisa voltar as Urnas para eleger novo Líder

A crise política e militar que o país vive, juntou na quarta-feira passada, partidos com e sem assentos parlamentares. Onde o objectivo era único, a busca da solução.
O presidente do partido Independente de Moçambique (PIMO), disse que não estão claras as razões que levam o país a uma segunda guerra. Na sua opinião, o país precisa voltar as urnas para eleger dirigentes que possam evitar a crise política.

Fonte: Mozmassako – 03.03.2016