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sexta-feira, março 30, 2018

Personalidade Lusófona do ano para o MIL dedica prémio a Quelimane

O autarca moçambicano Manuel de Araújo, distinguido como Personalidade do Ano da Lusofonia pelo Movimento Internacional Lusófono (MIL), dedicou o galardão aos habitantes de Quelimane, município a que preside e que quer pôr novamente no mapa nacional.
“Para mim, este prémio representa o esforço que os munícipes de Quelimane têm estado a realizar para colocar a cidade no mapa, não só da nossa província e de Moçambique, mas também no mundo”, sublinhou hoje, em declarações à agência Lusa.
O prémio, que já vai na nona edição, foi entregue quarta-feira pelo presidente do MIL, Renato Epifânio, numa cerimónia que decorreu na Sociedade Portuguesa de Geografia, em Lisboa, e em que Manuel de Araújo lembrou os esforços da população de Quelimane (centro leste de Moçambique) para retomar a “prosperidade do passado”.
Segundo Manuel de Araújo, eleito presidente do município nas listas do Movimento Democrático de Moçambique (MDM, oposição política ao Governo de Maputo), Quelimane, capital da província da Zambézia com cerca de 450 mil habitantes, “foi uma cidade extremamente próspera que, entre 1972 e 1964, produzia cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do então território português.
“Hoje, está com cerca de 10%. Imagine-se a diferença e o impacto que isso trouxe. Havia grandes empresas, que empregavam cerca de 80 a 90% da mão de obra”, recordou.

sábado, março 03, 2018

Araújo apela reconciliação entre Daviz Simango e Afonso Dhlakama

Desde que Daviz Simango foi desvinculado da Renamo, em 2008, a única vez que foi visto publicamente com o líder Afonso Dhlakana foi nas celebrações dos vinte anos da Universidade Católica de Moçambique, na cidade da Beira. 
Tendo em conta o apoio do MDM ao candidato da Renamo na segunda volta das eleições intercalares de Nampula, Manuel de Araújo diz que é chegado o momento para reconciliação pública dos dois líderes, para o bem do país.
Fonte: O País – 03.03.2018

segunda-feira, dezembro 11, 2017

Manuel de Araújo: O significado do D no MDM

“... discutimos e criamos o MDM e não foi por acaso que colocamos a letra D no meio, de democrático, que a FRELIMO não tem e nem os outros partidos. E o MDM deve ser um exemplo de democracia e nós vamos lutar para isso independentemente do preço que venhamos a pagar a curto, médio e longo prazo, incluindo...” (Manuel de Araújo in Deutsch Welle, 05.12.2017)

quinta-feira, novembro 23, 2017

Manuel de Araújo irritado com o silêncio no esclarecimento de assassinatos de políticos

As autoridades moçambicanas, apesar de promessas de investigação, pouco divulgam sobre as razões de assassinatos de políticos e defensores de direitos humanos, que os analistas dizem ser levadas a cabo por esquadrões da morte criadas para silenciar vozes críticas.
Este partido [Frelimo] deveria usar a sua maioria parlamentar para votar o retorno do monopartidarismo, uma vez que rejeita a democracia.

Fonte: Voz da América – 23.11.2017

quinta-feira, novembro 16, 2017

Manuel de Araújo quer comissão de inquérito para assassinatos de políticos

O edil de Quelimane considera que os assassinatos são uma "estratégia" de "antigos militares" ligados à FRELIMO que visa eliminar fisicamente alguns políticos e afetar a imagem do Movimento Democrático de Moçambique.

Manuel de Araújo, membro do MDM, a segunda maior força da oposição, falou à DW África sobre a onda de assassinatos em Moçambique. O edil da cidade de Quelimane, que se mostrou revoltado, acusa o Governo, Parlamento e até mesmo os parceiros de cooperação de nada fazerem para parar esse fenómeno. 


DW África: Sente-se ameaçado com a onda de assassinatos de políticos?

Manuel de Araújo (MA): Sinto-me preocupado, porque a atuação dos esquadrões da morte tem trazido grandes preocupações em termos de segurança, não só para o cidadão Manuel de Araújo, mas para qualquer pessoa que ame Moçambique. E afugenta os investimentos estrangeiros, se se lembra da questão dos raptos em que muitos moçambicanos acabaram tirando o seu dinheiro de Moçambique e isso afeta bastante o desempenho da economia nacional. E agora temos este fenómenos dos assassinatos seletivos por parte dos esquadrões da morte. O que me preocupa é que nem o Governo de Moçambique, nem a Assembleia da República e muito menos os parceiros de cooperação estão a levar a sério esta atuação dos esquadrões da morte. O normal era já terem avançado com uma comissão de inquérito da parte do Governo, da parte do Parlamento e uma comissão da parte da comunidade internacional porque em Moçambique a nossa Constituição diz que não há pena de morte. Portanto, ninguém tem o direito de tirar a vida a outro. Eles querem recuperar os municípios, mas como sabem que por via popular não vão conseguir, então optam por outras vias, o assassinato das pessoas. Isto não é novo. E na FRELIMO é cultura, desde 1962. Eu tenho a lista de todos os que foram assassinados desde essa altura, como forma de resolver problemas. Portanto, a estratégia de usar a violência e assassinatos para resolver conflitos internos, dentro da FRELIMO, tem barbas brancas desde que a FRELIMO foi criada. Sempre houve assassinatos, até ao último dia 4 de outubro deste ano, em que foi assassinado Mahamudo Amurane.  Ler mais (Deutsche Welle – 16.11.2017)

quinta-feira, agosto 10, 2017

Manuel de Araújo encoraja PR e Dhlakama a prosseguirem com o diálogo

Edil de Quelimane defende inclusão e transparência no processo do diálogo para a paz
O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, encoraja o Presidente da República e o líder da Renamo a prosseguirem com o diálogo para a paz efectiva.
Contudo, De Araújo chama atenção para o perigo que pode ocorrer, se não forem envolvidos outros actores e defende o envolvimento de entidades independentes para monitorarem o processo.
“Quando são duas entidades, sem um mecanismo independente, sem inclusão e transparência, corremos o risco de daqui a um tempo voltarmos a uma situação de guerra”, referiu, acrescentando que o processo deve ser inclusivo e transparente.

Fonte: O País – 10.08.2017

quarta-feira, abril 12, 2017

MDM acusa polícia de agredir militantes em Quelimane

A delegação do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) em Quelimane, no centro de Moçambique, denuncia agressões a membros do partido no Dia da Mulher por causa de uma bandeira.

"É preciso bater?!", exclamava uma das participantes durante as celebrações do Dia da Mulher na cidade de Quelimane, na província da Zambézia, a 07 de abril.

Apoiantes do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) festejavam a data em conjunto, mas elementos da Força de Intervenção Rápida (FIR) exigiram a retirada imediata de uma bandeira do MDM que estava no local. E face à resistência das simpatizantes do MDM em cumprir a ordem, a polícia agrediu os participantes, denuncia Listano Evaristo, delegado do partido em Quelimane. Duas pessoas ficaram feridas.

terça-feira, março 14, 2017

Reflexão sobre a resposta de Manuel de Araújo ao Lázaro Bamo

Não vi artigo do Lázaro Bamo o qual Manuel de Araújo deu uma réplica dissipando o equívoco. Contudo, artigos como esse com diferentes objectivos abundam muito. Para os adversário políticos, isso de que o Manuel de Araújo venceu nas duas eleições sem apoio de MDM, pode ter um objectivo único, o de criar crispação entre ele e o seu partido, uma crispação que pode levar o Araújo a abandonar o partido para “caminhar” sozinho. Os adversários sabem com certeza que o MDM é mais forte com Araújo e vice-versa. Eles sabem que o eleitorado puramente do MDM mais o eleitorado também puramente do de Araújo, torna um concorrente muitíssimo sério.
Já vimos muito recentemente o nome de Manuel de Araújo num jornal em que ele era dito como governador da Zambézia indicado pela Renamo sem qualquer concertação com o MDM. Mais, temos visto que as contribuições que Manuel de Araújo dá para o crescimento do MDM são propositamente mal-interpretadas, fazendo entender que ele é um outro centro de poder. Isso se faz propositamente porque se sabe que pode stressar a Daviz Simango, o presidente do MDM, criando assim uma crispação entre os dois.
O mesmo se tem lançado algo como, Manuel de Araújo não é verdadeiramente do MDM ou que ele filia-se no MDM muito depois de ter sido eleito a edil de Quelimane em 2011. Até pode ser que Araújo tenha adquirido o cartão de membro nesse período em referência, mas se de uma forma directa ou indirecta ele se engajou na fundação do MDM, só duvida quem não lhe conheceu na altura da fundação do MDM. Como o de Araújo se diz sobre Venâncio Mondlane e outros. Eu encontro um único objectivo: Fazer deles “outsiders” no MDM e muitas vezes isto encontra eco por parte de alguns membros do partido que gostariam que fossem vistos e reconhecidos como os únicos fundadores. Mas se eles não fossem alguns dos que esboçaram o MDM, como foi possível que discutíamos em 2009 na blogsfera se Araújo ou Venância devia ser Secretário-Geral do partido? Dos meus amigos na blogsfera, quem não se lembra o artigo do Viriato Caetano Dias com o título:  publicado de dia 5 de Novembro de 2009, no Reflectindo sobre Moçambique?

Artigo de Viriato Caetano Dias: Manuel de Araújo seria a escolha ideal (05.11.2009)

segunda-feira, março 13, 2017

“Direcção máxima deve considerar posição de Amurane”, Manuel de Araújo

Manuel de Araújo diz que a posição de Mahamudo Amurane deve merecer atenção da direcção máxima do partido MDM. De Araújo entende que Amurane pode ter razões a considerar, embora a forma como está a levar o assunto não seja das melhores para a saúde do partido.
Manuel de Araújo diz ser urgente que os quatro presidentes municipais: da Beira, Nampula, Quelimane e Gurué sentem na mesma mesa para discutir a gestão das edilidades.
O Presidente do Município de Quelimane diz que a falta de diálogo pode levar a níveis de descontentamentos no seio do MDM.

Fonte: O País – 13.03.2017

sexta-feira, dezembro 02, 2016

Araújo escreve ao PR

A propósito das ameaças de morte

Carta Aberta a Sua Excia Jacinto Nyussi, Presidente da República

Excia,

Na sequência das notícias que têm sido veiculadas pelos Órgãos de Comunicação Social, com destaque para o Diário da Zambézia, STV e TVM, indicando a ocorrência de mortes ou ameaças de morte na nossa cidade e quiçá província, vimos por este meio rogar a V. Excia para que no uso das competências que lhe são atribuídas pela Constituição da República e reconhecendo a separação de poderes, envide esforços no sentido de mandar averiguar a situação, no intuito de travar a proliferação destas ações que contrastam com os princípios de um Estado de Direito Democrático, conforme estatuído na nossa Lei Mae, a Constituição da Republica!

Excia, há escassos dias recebemos através dos órgãos de informação social a triste noticia segundo a qual um grupo de indivíduos tem ameaçado de morte ao Jornalista do Diário da Zambézia, Senhor António Zefanias. Em meu nome pessoal, manifesto a minha solidariedade não só aquele jornalista, mas a todos concidadãos nossos que tem sido vitimas destas acções! Condeno veementemente estes actos macabros, levados a cabo pelos inimigos da nossa Constituição da República, inimigos da liberdade de expressão, violando flagrantemente inter alia, o preceituado nos Artigos 38, 40 e 48 da Constituição da República de Moçambique.

Excia, o Artigo 30 da nossa Lei Mãe, reza que: 1.“Todos os cidadãos tem o dever de respeitar a Ordem Constitucional.” 2.Os actos contrários ao estabelecido na Constituição são sujeitos a sanção nos termos da lei” Por sua vez, o Artigo 40 preconiza que: “ 1-Todo o cidadão tem direito à vida, à integridade física e moral, e não pode ser sujeito à tortura ou tratamentos cruéis ou desumanos; 2- Na República de Moçambique não há pena de morte”. E por sua vez o Artigo 48.1, inserido no Capitulo II da Constituição da República de Moçambique, determina que “Todos os cidadãos têm direito à liberdade de expressão, à liberdade de imprensa, bem como o direito à informação”.

O jornalista António Zefanias e colegas de profissão, sob protecção da Constituição da República de Moçambique, tem vindo a exercer suas actividades. E verdade que nem tudo o que o Diário da Zambézia ou outros órgãos de informação escrevem ou divulgam e ou pode ser do nosso agrado, ou das instituições estatais, mas não podemos permitir que se cultive o ódio e a vingança por mãos próprias, apenas porque discordamos dos pontos de vista dos jornalistas ou de quem quer que seja!

Ao Estado recai o ônus do monopólio do uso da forca dentro da Lei e a promoção da justiça, e cabe aos seus agentes impor a Lei e a Ordem e sobretudo fazer valer a Lei Mãe, a nossa Constituição da República. Há sensivelmente dois meses, soubemos através dos órgãos de informação que a Chefe da Bancada da Renamo foi vítima de uma ameaça a sua vida na cidade de Quelimane!

terça-feira, setembro 27, 2016

Número dois do Movimento Democrático de Moçambique denuncia perseguição

Depois de várias denúncias de assassinatos e perseguição de elementos da RENAMO, a segunda figura do MDM, Manuel de Araújo, diz que está a ser perseguido por homens armados.
Em janeiro, o secretário-geral da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Manuel Bissopo, foi baleado por desconhecidos na Beira, em Sofala. Recentemente, homens armados tentaram disparar contra a líder da bancada parlamentar da RENAMO, Ivone Soares, em Quelimane, na Zambézia. Agora, o edil de Quelimane, Manuel de Araújo, segunda figura do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), denuncia que está a ser perseguido por homens armados com a intenção de o matar.
Ouvido pela DW África, Araújo afirma que vive "um clima de muito medo” nos últimos dias, com pelo menos dois homens armados a persegui-lo "dentro e fora da província da Zambézia”.
Manuel de Araújo não revelou a identidade dos homens em causa, mas garante que sabe quem são as pessoas que o perseguem, "caso seja morto ou vítima de qualquer acção criminosa”.
Há já quem aponte a proximidade do edil de Quelimane ao líder da RENAMO como o motivo para a alegada perseguição do número dois do MDM. Manuel de Araújo é casado com uma sobrinha de Afonso Dhlakama.

Polícia promete esclarecer o caso Ler mais (26.09.2016)

sexta-feira, julho 15, 2016

Quelimane rumo aos bons sinais escala maior porto mundial/Quelimane no Forum Maritimo Chines

No ambito da internacionalizaco da marca Quelimane Rumo aos Bons sinais, o Presidente do Conselho Municipal a Cidade de Quelimane, Manuel de Araujo, encontra-se desde Domingo (10.07.16) nas Cidades Chinesas de Beijing, Ningbo, Jinhua e Yiwu na provincial Zhe Jiang.
Para alem de encontros bilaterais, e visitas aos mercados municipais de Ningbo e Yiwu, Manuel de Araujo participou no Forum Maritimo da China 2016, que teve lugar na Cidade de Ningbo de 11 a 12 de Julho corrente.

O Forum Maritimo da China e um lugar privilegiado de troca de experiencias sobre gestao do mar, rios, cidades e de portos que junta gestores municipais, autoridades portuarias, academicos, diplomatas, homens de negocio, agencias bancarias, de seguros, funcionarios superiores da Organizacao Maritima Mundial, ministerio dos transportes chines, gestores de companhias de navegacao, construtores de embarcacoes navais e outras que lidam com questoes portuarias e ou de cidades potuarias.

sexta-feira, abril 15, 2016

RECORDAR É VIVER: O CASO DA ENTREVISTA COM MANUEL DE ARAÚJO

Numa entrevista com Manuel de Araújo em 2009 ao Canal de Moçambique e conduzida por Borges Nhamirre:

Canal de Moçambique:
Em relação a função fiscalizadora, sente que os deputados da Frelimo, bancada do partido governamental, possuem liberdade suficiente para fiscalizarem o governo?

Manuel de Araújo: Não. Nem na função fiscalizadora e muito menos nas funções representativas e legislativas. No momento de tomada de decisão, o estômago e não a consciência do deputado, fala mais alto! Os deputados do partido no poder ainda não vivem o advento da democracia, eles funcionam na base do centralismo democrático da era do mono-partidarismo! Poucas não foram as vezes em que meus colegas da bancada maioritária tiveram que me passardossiers e até perguntas, porque eles não podiam apresenta-las! Modestamente falando, acho que ajudei a libertar-los do jugo centralista! A única excepção naquela bancada era o deputado Frangoulis, que por sinal não passou nas recentes eleições internas. Já se ve para onde vamos na próxima legislatura; uma bancada super submissa, igual a da Assembleia Popular!

.... Em termos de fiscalização, apesar de no fim do dia a bancada maioritaria apoiar sempre o executivo, no multipartidarismo os deputados da oposição têm a possibilidade de fiscalizarem o executivo...  Enquanto melhora a capacidade de fiscalização da oposição dentro do parlamento, há outros fenómenos que enfraquecem essa melhoria... Infelizmente, o papel de fiscalização do nosso executivo foi sorateira e paulatinamente retirado da AR. Hoje quem fiscaliza o executivo não é a AR, mas sim os doadores! É ai onde tenho dito que os doadores estão a matar a democracia em Moçambique. FIM DE CITAÇÃO

Nota de reflexão: Estão a ver que enquanto a Assembleia da República não sabe nada do negócio de EMATUM e quer saber sobre ele, o Executivo foi ao Fundo Monitário Internacional, aos Estados Unidos, para se explicar sobre ele e até o ministro Maleiane diz ao LUSA:
"Sempre quando a gente está cá nos Estados Unidos aproveita para fazer um pouco de limpeza e, naturalmente, nesse ponto [do caso Ematum] era preciso clarificar porque as pessoas também andavam a perguntar. Tínhamos de informar. Era importante ter essa clareza",

domingo, fevereiro 28, 2016

Repensar no AGP e pensar na descentralização

Os antídotos para o país sair da guerra, segundo Manuel de Araújo

Manuel de Araújo, académico e presidente do município de Quelimane, entende que para se sair do actual cenário de “quase guerra” em que o país se encontra actualmente mergulhado, urgentemente se deve repensar nas linhas que cozem o Acordo Geral de Paz (AGP), assinado entre o governo e a Renamo, em 1992. Além disso, entende Araújo, o país precisa, igualmente, de pensar seriamente na governação descentralizada, mais ou menos à luz da proposta legislativa que tinha sido apresentada pela Renamo, na Assembleia da República, entretanto, liminarmente reprovada pela bancada da Frelimo.

Para Araújo, a descentralização é um condimento importante na satisfação das actuais necessidades dos moçambicanos, pois, é um método que vai assegurar o que considera “devolver o poder ao povo”.

sábado, fevereiro 13, 2016

Sobre o drama num rio em Quelimane

Está a criar um misto de sentimentos (pró e contra) a notícia veiculada pela STV em que Manuel Araújo convidou todos vereadores a atravessarem uma ponte quebrada. A compaixão foi para o vereador das infraestruturas que teve dificuldades em fazer-se pela ponte e que teve que ser “socorrido”.
Antes de mais, importa limpar as “banhas” desta peça noticiosa.
1. Manuel Araujo liderou pelo exemplo. Portanto, ele próprio foi o primeiro e esteve em frente dos vereadores
2. O vereador para a área das infraestruturas não seguiu a rota liderada pelo Manuel Araujo; ou seja, ele entendeu seguir a sua própria rota e deu-se mal.
3. Portanto, entre os vereadores, estavam senhoras que não tiveram problemas iguais aos que o Senhor vereador para área das infraestruturas teve.

Agora vamos a ciência Ler mais

segunda-feira, maio 25, 2015

Araújo realiza sonho do Embaixador Americano

“Eu sempre tive um sonho e esse sonho, era andar de bicicleta na cidade de Quelimane” Douglas Griffiths, embaixador americano acreditado em Moçambique.

Depois de ter visitado a vala de drenagem no bairro do Janeiro, o Embaixador americano em Moçambique Douglas Griffiths, seguiu na mesma viatura com o Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Quelimane, Manuel de Araújo, acompanhados de uma enorme frota de carros mas que para a surpresa não só do embaixador mas de todos os presentes;
No meio do caminho, houve uma paragem espectacular mesmo a saída do bairro Janeiro, mais concretamente no cemitério das saudades, onde já estavam posicionados os famosos táxis de bicicletas e imaginem; Araújo e seus visitantes decidiram então trocar o Ar Condicionado pelo calor e pela poeira, começando assim um desfile de bicicletas pela Avenida Julys Nyerere, contornando a Biblioteca Municipal, escalando a Avenida Heróis de Libertação Nacional e dando uma volta pela praça dos Heróis que culminou no Município de Quelimane.



Ai surgiu a revelação de Douglas Griffiths “Eu sempre tive um sonho e esse sonho, era andar de bicicleta na cidade de Quelimane”, Araújo foi mesmo genial ao fazer com que esse sonho fosse revelado como uma confissão num altar diante de crentes que aplaudiram de forma estrondosa.



Fonte: Conselho Municipal de Quelimane (FB) - 25.05.2015

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

“Quelimane ainda não tem lixeira devido à mesquinhez partidária

Manuel de Araújo fala sobre os entraves ao desenvolvimento do município a que preside devidos à rivalidade partidária, recusa calar as ideias para o MDM e o país e dá nota 11 ao novo Governo.
Em entrevista à STV em 2011, quando concorria às eleições intercalares, disse que a prioridade eram as infra-estruturas porque, nos últimos 35 anos, tinham sido negligenciadas pela Frelimo. Três anos anos depois, que infra-estruturas foram erguidas no município que dirige?
Várias. Começando pela pavimentação de ruas - anualmente, pavimentamos cerca de 5 a 10 quilómetros, e o plano é o de, nos próximos dois, pavimentar as estradas que levam a todos os Postos Administrativos. À medida que conseguirmos mais recursos, tanto dos parceiros como das taxas cobradas, vamos reabilitando ou construindo mais infra-estruturas. Além disso, construímos 14 sanitários públicos na cidade - os munícipes faziam necessidades nas ruas por não terem onde se aliviar -, mais 40 fora. Construímos de raiz 14 silos para gestão dos resíduos sólidos e tem sido prioridade fazer poços de água nos bairros.

terça-feira, outubro 07, 2014

A Inepcia e Ignorancia de um Pseudo-Administrador

Por Manuel de Araújo
Como sabemos, a teoria sobre as formas de governo tenta responder ou explicar dois fenomenos: quem governa e como se governa! E nestas discussoes sobre formas de governo, parece quase resolvido o debate pelo menos a nivel teorico sobre o melhor sistea de governacaoQ A democracia, apesar de nao ser o sistema ou a forma perfeita, me parece que leva ao de longe muitas vantagens, como diria Churchill! Por defender as liberdades fundamentais e separacao de poderes a democracia acabou sendo o menos mau dos sistemas ou formas de governacao!

segunda-feira, junho 30, 2014

Oposição "Governo moçambicano devia acompanhar melhor a diáspora"

As autoridades moçambicanas deviam acompanhar a diáspora de forma mais eficaz, defendeu, em declarações à Lusa, Manuel de Araújo, presidente da Câmara de Quelimane e dirigente da oposição moçambicana.

"Os cabo-verdianos em Lisboa ou nos Estados Unidos têm uma relação melhor estruturada com o seu país de origem do que aquela que nós temos. Há necessidade de haver políticas que possam fomentar a integração destes moçambicanos que, para mim, são uma reserva bastante importante para o desenvolvimento do nosso país", disse Manuel de Araújo, dirigente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), partido da oposição moçambicana.

quinta-feira, maio 29, 2014

Não há balas, nem gás lacrimogénio” para Manuel de Araújo: Justiça para Max Love

O presidente do município de Quelimane foi ilibado pelo tribunal da acusação de agressão verbal e física, num processo aberto durante a conturbada campanha eleitoral do MDM, em Gurué, nas últimas eleições autárquicas. 


Araújo considerou o desfecho deste processo uma vitória da Democracia e do Estado de Direito em Moçambique sobre o que entende como perseguições políticas aos membros do seu partido e a si próprio. Na ocasião, apelou tambémàs autoridades judiciais para que sejam céleres no processo do homicídio do jovem Max Love.