Moçambique vai procurar financiamento externo nas economias emergentes e em
instituições financeiras multilaterais como alternativa à provável redução dos
doadores europeus face à crise na zona euro. Os Países Baixos, recorde-se,
decidiram suspender a sua ajuda financeira referente ao ano de 2013.
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quinta-feira, agosto 09, 2012
quarta-feira, agosto 08, 2012
Governo confirma oficialmente o corte da ajuda do Reino dos Países Baixos
O Governo
confirmou oficialmente a informação que o Canal de Moçambique já havia avançado
sobre o corte do apoio directo ao orçamento do Estado para 2013, por parte do
Reino dos Países Baixos. O ministro da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba
Cuereneia, que havia falado em exclusivo ao Canal de Moçambique, confirmou
ontem, terça-feira, no final do Conselho de Ministros, que de facto o Reino dos
Países Baixos retirou a ajuda directa, mantendo apenas o apoio a programas
sectoriais.
Em entrevista à Agência France Press (AFP) o representante diplomático
dos Países Baixos em Moçambique, Michael Thijssen, disse que o corte na ajuda
deveu-se à falta de compromisso político por parte do Governo moçambicano no
que tange à luta contra a corrupção e outros itens de boa governação. Ler mais
quarta-feira, agosto 01, 2012
Corte do apoio ao OE: Luisa Diogo defende diálogo com os Países Baixos
A membro da Comissão Política da Frelimo, Luisa Diogo, defende a
necessidade de diálogo entre o Governo moçambicano e os Países Baixos para
evitar a anunciada suspensão do apoio ao Orçamento Geral do Estado, a partir do
próximo ano.
sábado, julho 14, 2012
Moçambique: Países-Baixos suspendem a sua ajuda financeira ao país
Os Países-Baixos decidiram suspender a sua ajuda financeira referente ao
ano de 2013 a
Moçambique, por causa das dúvidas que pairam sobre a sua boa governação e a sua
capacidade de lutar contra a corrupção, anunciou quinta-feira, a sua embaixada
na capital moçambicana, citada pela AFP.
"Moçambique,
foi avaliado sobre as suas performances em termos de redução da pobreza, da
governação e da luta contra a corrupção", declarou Michael Thijssen,
responsável político da missão diplomática dos Países-Baixos.
"Segundo os
nossos novos critérios, os esforços não foram suficientes nesses domínios, por
isso, a partir de 2013, os fundos de ajuda orçamental serão alocados aos
sectores específicos como a saúde", acrescentou Thijssen.
Os 19 países
doadores de Moçambique, dos quais os Países-Baixos, fazem parte da reavaliação
das suas ajudas a cada ano. Moçambique, faz parte dos 18 países, cuja ajuda foi
reduzida.
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