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quarta-feira, maio 17, 2017

Nyusi visita Reino dos Países Baixos

O Presidente da República, Filipe Nyusi, efectua, de amanhã até sexta-feira, uma visita oficial ao Reino dos Países Baixos, no quadro do aprofundamento das relações de amizade e solidariedade entre as duas nações.
Durante a visita, o Presidente Nyusi será recebido em audiência pelo Rei Willem-Alexandre e vai manter conversações oficiais com o Primeiro-Ministro holandês, Mark Rutte. O Chefe do Estado moçambicano vai igualmente manter encontros com diversos governantes do Reino dos Países Baixos, parlamentares, senadores, membros da Câmara dos Deputados, visitar instituições científicas, financeiras, empreendimentos socioeconómicos, para além de participar no Fórum de Negócios Moçambique-Holanda. O Presidente da República far-se-á acompanhar pela Esposa, Isaura Ferrão Nyusi; pelos Ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói; dos Transportes e Comunicações, Carlos Fortes Mesquita; das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Bonete Martinho e pelo Vice-Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa. Para esta deslocação o Chefe do Estado convidou ainda o Presidente do Município da Cidade da Beira, Daviz Simango, que irá participar em alguns encontros de carácter económico.

Fonte: Jornal Notícias – 16.05.2017

quinta-feira, março 16, 2017

Partido liberal derrota Extrema-direita nas eleições na Holanda

O partido liberal VVD do primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, ganhou as eleições gerais realizadas na quarta-feira em Holanda ao conseguir 32 cadeiras, segundo os resultados oficiais, com mais de 77% dos votos apurados. O Partido Pela Liberdade (PVV) do político de extrema-direita Geert Wilders obteve 19 cadeiras, empatado na segunda posição com os democratas-cristãos da CDA e os centristas do D66.
Os resultados oficiais desmentem o apontado nos últimos meses por diferentes sondagens que situavam o PVV de Wilders como a força mais votada. Rutte, líder do partido liberal de direita VVD, perde nove cadeiras, enquanto Wilders obtém quatro mais que as conseguidas nas anteriores eleições.
Esta diminuição nos resultados, segundo explicaram vários analistas à Efe, é atribuível à impopularidade das medidas de austeridade impostas por Rutte nos últimos anos.
Os grandes perdedores destas eleições são os trabalhistas do PVDA, que fazem parte da coligação que actualmente governa junto com o VVD, que descem 29 cadeiras e ficam com apenas 9 deputados.

quarta-feira, novembro 02, 2016

MUNICÍPIO DA BEIRA E GOVERNO DA HOLANDA ASSINAM PROTOCOLO PARA CONSTRUÇÃO DE ESTRADA DE ACESSO AO PORTO DA BEIRA

O Conselho Municipal da cidade da Beira e o governo da Holanda assinaram, ontem, um protocolo para a realização de um estudo para a construção de estrada que permite acesso directo ao Porto da Beira, com uma extensão de dezasseis quilómetros.
Ao abrigo deste protocolo, o governo holandês vai prestar assistência ao projecto, cujo objectivo é dinamizar o desenvolvimento da economia do país e da região.
Assinaram o documento, o edil da cidade da Beira, Daviz Simango, e a coordenadora de desenvolvimento da construção da Holanda, Tamariz Strofer.

Fonte: Rádio Moçambique – 01.11.2016

domingo, agosto 28, 2016

Nyusi em maré baixa

Holanda, Suécia e Itália “indisponíveis” para receber Nyusi
Numa altura em que o país continua a precisar de encontrar mecanismos para lavar a sua imagem junto da comunidade doadora internacional, as démarches do executivo liderado por Filipe Nyusi, nessa direcção, continuam a não surtir efeitos positivos.
Exemplo disso, é a nega de receber o presidente moçambicano, que acaba de ser manifestada por três países europeus, nomeadamente a Holanda, Suécia e Itália. Naquilo que pode ser considerado subterfúgios para esconder as reais razões do “não”, os países alegaram questões de falta de disponibilidade dos dignitários com quem Filipe Nyusi pretendia manter encontros estratégicos.
No entanto, acredita-se que por detrás da nega “concertada” estarão questões relacionadas com a difícil digestão do escândalo das “dívidas escondidas”, que praticamente atiraram o país ao caixote de lixo do ponto de vista de performance macro económica.
A ideia de Filipe Nyusi era terminar o périplo pelos três países e, logo seguir para Nova Iorque e Washington D.C., nos Estados Unidos da América (EUA).

quarta-feira, agosto 07, 2013

“Os líderes de libertação frequentemente não são os melhores preparados para gerir um país”

Antigo embaixador dos Países Baixos em Moçambique incendiário.

O antigo embaixador dos Países Baixos em Mo­çambique, ora embaixa­dor da União Europeia na África do Sul, Roeland Van de Geer, disse ontem, em Maputo, que evidências de todo o mundo indi­cam que a transformação de um movimento de libertação para um partido político com capaci­dade de assumir inteira respon­sabilidade pela gestão dum país “é um processo doloroso, difícil e longo”.

sábado, julho 14, 2012

Moçambique: Países-Baixos suspendem a sua ajuda financeira ao país

Os Países-Baixos decidiram suspender a sua ajuda financeira referente ao ano de 2013 a Moçambique, por causa das dúvidas que pairam sobre a sua boa governação e a sua capacidade de lutar contra a corrupção, anunciou quinta-feira, a sua embaixada na capital moçambicana, citada pela AFP.
"Moçambique, foi avaliado sobre as suas performances em termos de redução da pobreza, da governação e da luta contra a corrupção", declarou Michael Thijssen, responsável político da missão diplomática dos Países-Baixos.
"Segundo os nossos novos critérios, os esforços não foram suficientes nesses domínios, por isso, a partir de 2013, os fundos de ajuda orçamental serão alocados aos sectores específicos como a saúde", acrescentou Thijssen.
Os 19 países doadores de Moçambique, dos quais os Países-Baixos, fazem parte da reavaliação das suas ajudas a cada ano. Moçambique, faz parte dos 18 países, cuja ajuda foi reduzida.

terça-feira, novembro 01, 2011

Parlamento deve decidir hoje deportação de jovem angolano a residir no país há oito anos

Lisboa, 01 nov (Lusa) - O parlamento holandês deverá decidir hoje a deportação de um jovem angolano residente no país há oito anos, caso que está a mobilizar a sociedade e a penalizar na opinião pública holandesa a coligação de centro-direita no poder.
Mauro Manuel, um estudante angolano hoje com 18 anos, chegou em 2003 sozinho à Holanda, onde pediu asilo. Desde então tem vivido com uma família adotiva em Limburgo, no sul da Holanda, e depois de vários anos à espera viu agora o visto de residência ser-lhe recusado

segunda-feira, março 16, 2009

Daviz Simango e MDM abrem frente da diáspora europeia

“Temos na Assembleia da República o círculo da Europa, temos este ano eleições e vamos também ao encontro dos candidatos do MDM para concorrerem pelo círculo da Europa às próximas eleições legislativas” – presidente do «Movimento Democrático Moçambicano» Em entrevista exclusiva ao «Canal de Moçambique» Daviz Simango explica porque ele e o MDM vão concorrer às eleições presidenciais e legislativas deste ano

Maputo (Canal de Moçambique) – O almoço organizado pelos moçambicanos na diáspora com o propósito de homenagear em Lisboa o presidente do recém criado MDM – Movimento Democrático Moçambicano, teve de ser ontem adiado por Daviz Simango e os seus dois acompanhantes, os deputados da Bancada Parlamentar da Renamo-União Eleitoral Ismael Mussa e Agostinho Ussore, que viajam “a titulo particular”, terem ficado retidos em Maputo no sábado devido a uma avaria grossa num avião da companhia aérea portuguesa TAP que só ontem partiu com destino à capital lusa.

O presidente do Conselho Municipal da Beira, engenheiro Daviz Simango, momentos antes do embarque para Lisboa assegurou ao «Canal de Moçambique» que no regresso do último destino périplo que o levará a ele e à sua comitiva a vários países, designadamente nórdicos, vai voltar a Lisboa e o encontro com os moçambicanos e luso-moçambicanos em Lisboa vai realizar-se. Apontou para o fim do corrente mês, na capital portuguesa, “no sábado dia 28”.

Daviz Simango, que agora é simultaneamente presidente do Município da Beira e presidente do MDM explicou ao «Canal de Moçambique» o propósito desta deslocação: “O Movimento Democrático de Moçambique acaba de nascer na cidade da Beira, a 7 de Março. Dentro do programa de actuação política fomos instruídos para lançar o MDM pela Europa para fazermos chegar ao conhecimento da diáspora moçambicana e futuros parceiros, organizações políticas, organizações não governamentais e outras instituições, os nossos grandes objectivos. Temos na Assembleia da República o círculo da Europa, temos este ano eleições e vamos também ao encontro dos candidatos do MDM para concorrerem pelo círculo da Europa às próximas eleições legislativas”.

Nesta digressão o presidente do MDM e do Município da Beira anunciou que visitará Portugal, Bélgica, Comissão Europeia, Países Baixos, Suécia e Alemanha, a convite de várias entidades. “Voltamos a Lisboa e a 28 deste mês teremos então o almoço com os moçambicanos residentes em Portugal, na diáspora, e outros nossos amigos”.

“Queremos encontrar os nossos candidatos para concorrerem para o círculo da Europa na Assembleia da República. Em Berlim e Amesterdão também haverá almoços com os moçambicanos ai residentes”, anunciou ainda o candidato do MDM à próximas eleições presidenciais, com data ainda por marcar mas que deverão, por força da Constituição realizar-se ainda este ano.

O MDM e os ditos “saudosistas”

«Canal de Moçambique? - Já se ouvem vozes, principalmente dos círculos do partido Frelimo, a acusar que o almoço, o encontro com os moçambicanos na diáspora, em Lisboa, “é um encontro com os saudosistas do passado”. O que tem a dizer sobre isso?

Daviz Simango, presidente do MDM - “A Constituição de Moçambique está clara. Permite que os moçambicanos residentes no exterior, quer na Europa quer em África possam votar e ser eleitos para a Assembleia da República e o MDM quer fazer uso dessa abertura democrática consagrada na Constituição da República e valorizar esses nossos compatriotas.”

«Canal de Moçambique» - Outra questão: há também vozes que criticam o facto do presidente do MDM estar a começar por visitar o estrangeiro antes de começar pelas províncias. Como responde a isso?

Daviz Simango - “Conseguimos esta oportunidade há uma semana e pouco. Eu tenho de ir a vários países na minha qualidade de presidente do Conselho Municipal da Beira e aproveito o meu tempo para trabalhar o máximo possível. Já nesta terça feira vou assinar um acordo de geminação com a Cidade de Sintra. Para além disso vamos assinar um acordo com a câmara de Santa Maria da Fé. Na Alemanha temos um grupo de jovens que tem apoiado muito a Beira e vamos visita-los. No final do mês tenho uma reunião dos municípios em Lisboa, a 26 e 27. Vamos encontrar com o Parlamento Europeu, e vamos encontrar com a AWEPA.”

Ainda é cedo para Daviz Simango concorrer à Presidência da República?

«Canal de Moçambique» - Dizem que é cedo para o presidente do MDM concorrer à Presidência da República. É mesmo cedo?

Daviz Simango - O MDM é um movimento, é um partido politico dentro dos termos que a Constituição da República nos oferece e é nessa base que vamos actuar. Se nos compararmos com uma equipa de futebol recém constituída é a mesma coisa que estarem a dizer a essa equipa para não jogar futebol. Porque será? Só se chama equipa àquela que participa no campeonato. O MDM já passou a existir para participar no campeonato. O MDM só será um partido politico sólido se participar no campeonato nacional que neste caso são as eleições”.

«Canal de Moçambique» - Porque tanto “medo” de certos observadores que o MDM e o eng.º Daviz Simango participem? Será porque gostam muito de si e do MDM e têm medo do que vos possa acontecer de mal, ou estão mesmo com medo de si e do MDM, do que possa ser a surpresa dos vossos resultados eleitorais?

Daviz Simango - A experiência mostra que quando um adversário entra em campo com possibilidade de vencer um campeão é lógico que o campeão comece a tentar desvalorizar o novo adversário e comece com estas coisas, do género de dizer que não deve jogar e outras coisas mais. Mas o MDM vai a jogo seguramente para disputar com tudo e com todos”.

Expulsão de Raul Domingos e PDD

Canal de Moçambique - Porque é que quando foi da expulsão de Raul Domingos da Renamo e da criação do PDD os mesmos observadores diziam que Raul Domingos e o PDD deveriam organizar-se rápido para entrar nas eleições e agora se ouve esses mesmos observadores dizerem o contrário?

Daviz Simango - Porque todo o mundo sabe, e os moçambicanos sobretudo sabem que nós somos suficientemente fortes porque fazemos o que prometemos. Essa é a grande questão! E é talvez porque nós fazemos mesmo que existe esse receio do nosso cometimento com Moçambique.

Registo oficial do MDM

«Canal de Moçambique» - O MDM já está inscrito oficialmente como partido politico? Já está legalizado no Ministério da Justiça?

Daviz Simango - Os meus assessores informaram-me hoje que esta próxima quarta-feira vão tentar dar entrada ao expediente . Está tudo organizado. Andámos à procura dos registos criminais e outros documentos e agora está tudo pronto. Tínhamos inclusivamente de deliberar, antes, o que é que o MDM vai ser e quer fazer. Já realizámos a assembleia constitutiva e neste caso estamos agora em condições de avançar porque isso já foi deliberado pelos membros do MDM. Nós somos executivos e já temos mandato para tratar do registo do movimento, do partido.

«Canal de Moçambique» - E quanto tempo vai demorar?

Daviz Simango - O mais tardar um mês, pensamos. Eventualmente mais qualquer coisa, dois meses…O que posso garantir é que quando regressarmos ao país, a nossa aparição pública vai ser no dia 13 de Abril. Vamos avançar para alguns distritos de Sofala e logo a seguir rumamos para a província de Nampula. O resto do país segue-se. Neste momento já temos um membro da Comissão Politica do MDM a caminho da província de Tete e temos outra equipa que já amanhã, segunda-feira (hoje) segue para a província de Manica. Os membros da Comissão Politica foram distribuídos por províncias e todos eles estão a trabalhar”.

A CNE e a data das eleições

«Canal de Moçambique» - Acha que a CNE vai propor a antecipação das eleições para vos impedir de se organizarem, isto é reduzir o tempo para vocês se organizarem por forma a beneficiar com isso a Frelimo? Ou o presidente da CNE não é pessoa para se meter em coisas dessas, não é pessoa para esses fretes?

Daviz Simango - Eu penso que o presidente da CNE é uma pessoa idónea, é uma pessoa com responsabilidades, mas acreditamos que possa haver qualquer eventualidade, qualquer pressão política que possa empurrar para essa hipótese. No entanto devo dizer que o MDM o que precisa é de apenas deste próximos dois meses (Abril e Maio) para se registar. O resto a gente vai fazer – vamos à frente…”

(Fernando Veloso) 2009-03-16 05:35:00

Fonte: Canal de Moçambique