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MAKUTA NKONDO. Ele diz o que os governantes e políticos podiam ser. Makuta
Nkondo não é europeu mas um angolano e indígena como ele próprio costuma dizer.
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sábado, janeiro 19, 2019
sábado, novembro 25, 2017
José Maria Neves: “A boa governação é um recurso mais valioso do que o petróleo”
O antigo Primeiro-Ministro da República de Cabo Verde, José Maria Neves, recomenda o exercício da boa governação, através da solidificação das instituições do Estado, para o rápido crescimento sócio-económico dos países africanos.
O ex-governante cabo-verdiano considera que uma governação bem estruturada e que permita o debate livre de ideias e o reforço da cidadania “tem ainda mais valor do que os ricos recursos naturais de que o continente africano dispõe”.
Maria Neves falava esta sexta-feira, no último dia do Fórum Económico e Social de Moçambique, MOZEFO 2017, no painel subordinado ao tema “As Instituições Públicas como Pilares de Desenvolvimento”, e dividiu as organizações estatais em dois grupos.
“Existem instituições económicas extractivas. Estas fracassam a economia e explicam a estagnação da pobreza no continente. É preciso torná-las inclusivas, para que se tornem factores de crescimento”, referiu.
O antigo dirigente apontou o exemplo de Cabo-Verde para elucidar que é possível promover o desenvolvimento de um país, tendo como único recurso o capital humano.
“Apostamos no desenvolvimento das instituições e hoje somos um país de rendimento médio, mas os únicos recursos minerais existentes no arquipélago são o sol, o mar e o vento”, jubilou.
José Maria Neves referiu, igualmente, que uma governação sólida é a base para o alcance dos objectivos de desenvolvimento do milénio.
“Em 42 anos erradicamos o analfabetismo, e 100% das mulheres grávidas no país têm partos institucionais. Cabo-Verde deixou de ser um país encurvado, para ser um país sólido”, realçou. (António Monjane)
Fonte: Notícias Sapo – 24.11.2017
terça-feira, novembro 21, 2017
Com Nyusi a Governação está pior em Moçambique, segundo índice Mo Ibrahim
Apesar de todo o benefício da dúvida que os moçambicanos, académicos e sociedade civil incluídos, têm dado ao Presidente Filipe Nyusi a sua governação não está a ser melhor do que a do seu antecessor. No índice de Governação Africana(IIAG) de 2017, Moçambique caiu duas posições, “com a aceleração do declínio nos últimos cinco anos, a uma taxa média anual de -0,45”.
A evidente degradação da governação de Filipe Jacinto Nyusi ao longo destes dois anos em que é Presidente de Moçambique também aparece refletida nas avaliações internacionais. Depois de mau desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, da regressão no ranking de Competitividade do Fórum Económico Mundial, de mais uma queda no Doing Business do Banco Mundial o nosso país também regrediu no índice Ibrahim de Governação Africana, publicado nesta segunda-feira(20) pela Fundação Mo Ibrahim, em clara contra-mão da trajectória da Governação Global do continente que continua, em média, positiva. Ler mais (@Verdade, 21.11.2017)
segunda-feira, setembro 29, 2014
Costa do Marfim foi o país que mais evoluiu em cinco anos no Índice Ibrahim de Boa Governação Africana
A Costa do Marfim, Guiné, Niger, Zimbabué e Senegal são dos 52 países que mais evoluíram nos últimos cinco anos, segundo o Índice Ibrahim de Boa Governação Africana 2014, publicado hoje.
A melhor evolução dos últimos cinco anos pertence à Costa do Marfim (44,3 pontos), que desde 2009 subiu 7,8 pontos e seis lugares para a 40.ª posição da tabela.
No topo dos cinco melhores mantêm-se Ilhas Maurícias (81,7 pontos), seguidas por Cabo Verde (76,6), Botsuana, (76,2), África do Sul (73,3) - que conquistou a quarta posição - às Ilhas Seicheles (73,2).
terça-feira, maio 20, 2014
Doadores preocupados com a “boa governação”
O grupo dos 19 países, ou Parceiros de Apoio Programático (G-19) que financiam o Orçamento de Estado mostram-se preocupados com a falta de diálogo na área da “boa governação” e exigem do Governo a implementação de normas anticorrupção. Os doadores consideram que, neste momento, existem condições para continuar a financiar o Governo, mas deixam claro que o futuro da continuidade da ajuda vai depender da capacidade de enfrentar o debate sério e sem preconceitos entre si e o Governo.
sábado, abril 05, 2014
Um país normal
@Verdade EDITORIAL
Ruas esburacadas, transporte público precário e educação deficitária. Isso tudo ocorre num país normal. Nesse país normal, à beira-mar plantado, os livros escolares de distribuição gratuita, dizem, não chegam a todos. Nesse país, passe a repetição normal, existem dois exércitos e as pessoas não podem circular livremente. Nesse país, dissemo-lo, normal a filha do Chefe de Estado é milionária graças ao sangue que lhe corre nas veias e à ausência de ética de quem a impulsiona.
quarta-feira, março 26, 2014
Sobre os atropelos às leis ordinárias
Por Ercino de Salema e Adriano Nivunga
Com o patrocínio público ilícito à campanha do candidato presidencial da Frelimo, Armando Guebuza violou, igualmente, um conjunto de leis ordinárias, com especial realce para algumas componentes das leis eleitorais, designadamente a Lei número 08/2013, de 27 de Fevereiro (Relativa à Eleição do PR e à Eleição dos Deputados da Assembleia da República). Por outro lado, Guebuza atropelou ainda a Lei número 16/2012, de 14 de Agosto (Lei de Probidade Pública).
sexta-feira, dezembro 06, 2013
Governar não é destino de ninguém
@Verdade EDITORIAL
A derrota da Frelimo, nas eleições de Nampula, não carece de um estudo profundo para qualquer cidadão que atravesse a cortina de cimento e penetra nos bairros periféricos de Nampula. A explicação da abstenção e do voto a favor da oposição reside em cada rosto que deambula sem eira nem bem beira. A periferia de Nampula é uma espécie de cemitério de expectativas.
quarta-feira, agosto 07, 2013
“Os líderes de libertação frequentemente não são os melhores preparados para gerir um país”
Antigo embaixador dos Países Baixos em Moçambique incendiário.
O antigo embaixador dos Países Baixos em Moçambique, ora embaixador da União Europeia na África do Sul, Roeland Van de Geer, disse ontem, em Maputo, que evidências de todo o mundo indicam que a transformação de um movimento de libertação para um partido político com capacidade de assumir inteira responsabilidade pela gestão dum país “é um processo doloroso, difícil e longo”.
sábado, maio 25, 2013
Presidente pediu... Parlamento atendeu
A CNE e a assessoria jurídica do Chefe do Estado ter-se-ão distraído do conteúdo do artigo 6 da Lei 8/2013, que determina a marcação das eleições gerais com 18 meses de antecedência e que as mesmas devam ter lugar em Outubro. O prazo passou no mês passado e Guebuza optou por pedir a revisão da lei.
Guebuza resolveu, de forma airosa, o embaraço jurídico em que se tinha metido e agora tem tempo até para dar e vender na marcação das eleições gerais de 2014. Mas vamos aos factos: a 27 de Fevereiro deste ano, a Assembleia da República aprovou, no âmbito do pacote eleitoral, a Lei n.o 8/2003, que regula a eleição do Presidente da República e dos deputados à Assembleia da República. Nos primeiros dias de Março, o Chefe do Estado promulgou esta lei.
De entre as inovações introduzidas na nova lei, avultava o artigo 6, que determinava que o Presidente da República marcava a data das eleições gerais com antecedência de 18 meses e que as mesmas deviam ter lugar no mês de Outubro. Com o mandato do actual Governo a findar no próximo ano, Outubro de 2014 perfilava-se para acolher as quintas eleições gerais. Para isso, no entanto, o Chefe do Estado tinha que marcar a data das eleições até...15 de Abril último, de modo a perfazer 18 meses em Outubro de 2014. Estranhamente, no entanto, o Presidente não marcou a data das eleições e Abril passou.
Há duas semanas, o conhecido jornalista Salomão Moyana questionou esse facto em editorial, no Magazine Independente. Coincidência ou não, o certo é que começaram as movimentações e, na semana passada, a Comissão da Administração Pública, Poder Local e Comunicação Social mandou à presidente da Assembleia da República um projecto de lei, propondo a revisão pontual do artigo 6 da lei 8/2013 para corrigir o erro cometido. Na sua fundamentação, a comissão liderada por Alfredo Gamito alega que o Presidente da República não marcou a data das eleições porque a Comissão Nacional de Eleições não estava ainda composta.
Fonte: O País onlineO País online - 24.05.2013
Reflectindo: Compatriotas, os verdadeiros conselheiros do governo mocambicano são os cidadãos, os críticos, a imprensa privada. Quantas vezes são estes que alertam o governo quanto à violacões das leis? Lembram-se do caso Carvalho Muaria como governador substituto da província de Sofala? Os ditos assessores com salários chorudos, muitos daqueles que se fazem passar de membros do partido no poder, concorrentes à vida fácil, só se dedicam à bajulacão e ao ataque à pessoas como Salomão Moyana.
Reflectindo: Compatriotas, os verdadeiros conselheiros do governo mocambicano são os cidadãos, os críticos, a imprensa privada. Quantas vezes são estes que alertam o governo quanto à violacões das leis? Lembram-se do caso Carvalho Muaria como governador substituto da província de Sofala? Os ditos assessores com salários chorudos, muitos daqueles que se fazem passar de membros do partido no poder, concorrentes à vida fácil, só se dedicam à bajulacão e ao ataque à pessoas como Salomão Moyana.
sexta-feira, março 29, 2013
“Palmadinhas nas costas” alimentam egos mas trazem neocolonialismo
Por Noé Nhantumbo
Assim era antes mas agora também…
Beira (Canalmoz) - É por demais evidente que quando os líderes de países como Moçambique recebem “palmadinhas nas costas” e elogios, bem como prémios de Boa-Governação e desempenhos apreciáveis, que se trata tudo de conversa fiada. Quem o faz está perfeitamente ciente de que os egos de alguns africanos precisam de ser alimentados que nem a propalada autoestima dos dias de hoje.
segunda-feira, outubro 29, 2012
Oposição não tem visão - Lourenço do Rosário
O académico Lourenço do Rosário, reitor de A Politécnica, opiniou numa palestra subordinada ao tema “Mecanismo Africano de Revisão de Pares (MARP) — Percurso e Desafios para Moçambique”, havida sexta-feira na Universidade Pedagógica, delegação da Beira, que os partidos da oposição moçambicanos não são ainda alternativa de governação do país.
quarta-feira, outubro 17, 2012
Moçambique entre os seis piores na África Austral
Índice de Boa Governação-2012
Na categoria de Segurança e Estado de direito, por exemplo, o país está na 17ª posição, tendo descido dos 63 para 53 pontos. No desenvolvimento humano, está no 35º lugar; assistência social, na posição 46. Esta fundação decidiu ainda em não atribuir o Prémio Mo Ibrahim para a Excelência na Liderança africana.
segunda-feira, outubro 15, 2012
Prémio Mo Ibrahim de boa governação em África sem vencedor
O júri do prémio da Fundação Mo Ibrahim, destinado a distinguir a boa governação em África, decidiu não nomear nenhum vencedor para a edição deste ano, foi hoje anunciado em Londres.
quinta-feira, agosto 16, 2012
@Verdade EDITORIAL: Os Incompetentes da Pátria Amada
À semelhança das distinções que são atribuídas aos profissionais nas
diversas áreas a nível mundial, o Governo moçambicano devia ser distinguido
pela sua tamanha incapacidade e incompetência de corar de vergonha a todos nós.
Olhando para a situação actual em que o nosso país está mergulhado, chega-se a
uma conclusão incontestável: O Presidente da República “empregou” quase todos
os incompetentes que existiam no mercado nacional para conduzir o povo à
desgraça.
Se antes havia alguma réstia de incerteza, presentemente parece que ninguém
tem dúvidas de que somos um país governado por um grupo de indivíduos que
continua a apostar apaixonadamente no atraso do seu povo. Ler mais
segunda-feira, agosto 13, 2012
Governo vai recorrer a empréstimo interno para financiar economia
O governo moçambicano vai recorrer à um empréstimo interno no valor de
3,150.1 milhões de meticais (cerca de 113 milhões de dólares), para financiar a
economia nacional ao longo dos próximos tempos, anunciou hoje, em Maputo, o
Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia.
quarta-feira, agosto 01, 2012
Corte do apoio ao OE: Luisa Diogo defende diálogo com os Países Baixos
A membro da Comissão Política da Frelimo, Luisa Diogo, defende a
necessidade de diálogo entre o Governo moçambicano e os Países Baixos para
evitar a anunciada suspensão do apoio ao Orçamento Geral do Estado, a partir do
próximo ano.
terça-feira, julho 17, 2012
Jovens de Cuamba indignados com governação local
Iniciou, ontem, na cidade de Cuamba, província do Niassa, a conferência distrital sobre Democracia e Boa Governação, promovida pelo Parlamento Juvenil, inserida no programa “Distrito Pólo de Desenvolvimento Democrático”.
Intervindo na sessão de abertura, perante mais de 150 jovens, o presidente do Parlamento Juvenil, Salomão Muchanga, voltou a insistir na necessidade dos jovens serem obreiros da sua própria libertação, qualificando ainda de intolerável o nível de degradação política e social que se encontram mergulhados os distritos do Niassa. Aliás, Cuamba é mostra visível desse abandono, onde em mais de 15 anos de poder autárquico não tem sequer uma única estrada asfaltada.
sábado, julho 14, 2012
Moçambique: Países-Baixos suspendem a sua ajuda financeira ao país
Os Países-Baixos decidiram suspender a sua ajuda financeira referente ao
ano de 2013 a
Moçambique, por causa das dúvidas que pairam sobre a sua boa governação e a sua
capacidade de lutar contra a corrupção, anunciou quinta-feira, a sua embaixada
na capital moçambicana, citada pela AFP.
"Moçambique,
foi avaliado sobre as suas performances em termos de redução da pobreza, da
governação e da luta contra a corrupção", declarou Michael Thijssen,
responsável político da missão diplomática dos Países-Baixos.
"Segundo os
nossos novos critérios, os esforços não foram suficientes nesses domínios, por
isso, a partir de 2013, os fundos de ajuda orçamental serão alocados aos
sectores específicos como a saúde", acrescentou Thijssen.
Os 19 países
doadores de Moçambique, dos quais os Países-Baixos, fazem parte da reavaliação
das suas ajudas a cada ano. Moçambique, faz parte dos 18 países, cuja ajuda foi
reduzida.
terça-feira, julho 10, 2012
Guebuza “está a perder o equilíbrio”
Ericino Salema em Grande Entrevista
… “Primeira-Dama é um perigo para a democracia”
“O Chefe de
Estado, que é o Chefe de Governo, não tem tido equilíbrio necessário para levar
avante a sua missão. Ele, o Chefe de Estado de acordo com o preceito constitucional
presta juramento quando toma posse e ele jura respeitar os direitos humanos. E
um dos direitos humanos fundamentais é a liberdade de opinião e de expressão. Mas
o nosso Presidente, infelizmente, talvez não pense que a liberdade de expressão
e de pensamento estejam inseridos nos Direitos Humanos fundamentais que ele
jurou respeitar. Ler mais
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