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segunda-feira, fevereiro 22, 2016

A solução da guerra em Moçambique é um diálogo verdadeiro que culmine com a partilha do poder, defende o professor João Pereira

Enquanto os políticos repetem até a exaustão que querem a paz, em várias regiões de Moçambique a guerra, entre as Forças Armadas do Governo do partido Frelimo e do partido Renamo, é uma realidade que não começou recentemente e não tem fim à vista. “O que faz convencer hoje o Governo de que estão em melhores condições para vencer a nível militar”, questiona o politólogo João Pereira em entrevista ao @Verdade onde ainda afirma que do lado do maior partido de oposição “também não existe uma condição objectiva para sustentar uma guerra”. A solução é um diálogo verdadeiro, “que não significa uma humilhação”, mas que culmine com a partilha do poder, como tem acontecido em outros países africanos que viveram situações similares à do nosso país. Ler mais (@verdade, 19.02.2016)

terça-feira, março 18, 2014

“Blindados vistos na cidade de Maputo estavam de passagem”, Ministério da Defesa

O porta-voz e chefe do Gabinete de Imprensa do Ministério da Defesa, Benjamim Chaduala, esclareceu que os carros blindados pertencentes à Organização das Nações Unidas e que foram vistos nas primeiras horas desta terça-feira (18) na cidade e província de Maputo estão apenas de passagem pelo território moçambicano, não sendo verdade que os mesmos tenham sido enviados para cumprir alguma missão no país.

quarta-feira, março 05, 2014

Renamo aceitar parar com ataques armados

A Renamo aceitou parar com os ataques armados contra a população civil e posições das Forças de Defesa e Segurança estacionadas ou em movimento o mais breve possível, na sequência do entendimento alcançado ontem com o Governo em sede do diálogo político que decorre no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, sob observação nacional.
As duas partes já identificaram os mecanismos de cessação dos ataques. Porém, falando a jornalistas à saída de mais uma ronda do diálogo político, o chefe da delegação do Governo, José Pacheco, não se referiu a tais mecanismos, defendendo que ainda é necessário continuar a identificá-los e a calendarizá-los.

Renamo acusa exército moçambicano de “ataques em massa” à Serra da Gorongosa

A Renamo, o principal partido da oposição moçambicana, acusou hoje as forças governamentais de "ataques em massa" às posições do movimento na Gorongosa, centro do país, qualificando as alegadas incursões como "ameaça à paz" no país.
Em conferência de imprensa hoje em Maputo, António Muchanga, porta-voz do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, acusou as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e a Força de Intervenção Rápida (FIR) de terem usado, hoje, canhões B11 e disparado 38 obuses contra a Serra da Gorongosa, onde se presume que esteja refugiado Dhlakama.

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

Dirigente da Frelimo sequestrado no centro de Moçambique, Renamo nega envolvimento

A polícia de Marínguè, centro de Moçambique, deteve quatro supostos membros da Renamo por alegado "sequestro e tortura" do primeiro secretário local da Frelimo, no poder, mas a oposição garante que se tratou duma "retaliação popular".