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quinta-feira, abril 27, 2017

Nyusi anuncia saída das Forças de Defesa e Segurança de Gorongosa

Filipe Nyusi anunciou a retirada das Forças de Defesa e Segurança de duas bases em Gorongosa
O presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou, hoje, que o Governo decidiu retirar as Forças de Defesa e Segurança de Gorongosa. De acordo com Chefe de Estado as forças já deixaram duas bases e o abandono da terceira está em curso.
Nyusi anunciou ainda a criação de dois centros de verificação das tréguas compostos por membros da Renamo e do Governo em Maputo e em Gorongosa.

Fonte: O País – 27.04.2017

terça-feira, maio 17, 2016

Governo diz que há vestígios de crime no caso de corpos abandonados

O ministro do Interior afirmou hoje em Maputo que há vestígios de crime no caso de cadáveres descobertos ao abandono no centro do país, assinalando que, apesar de os corpos terem sido sepultados, as investigações vão continuar.
"Por mais que o objecto do crime não pareça estar visível, existem manifestações criminosas. A polícia pode fazer falar aqueles elementos que podem nos conduzir ao esclarecimento deste crime", declarou Basílio Monteiro, em declarações aos jornalistas, na Praça dos Heróis, à margem da cerimónia evocativa do Dia da Polícia da República de Moçambique, que se celebrou hoje em todo o país.
Basílio Monteiro acrescentou que o enterro dos corpos, ocorrido há mais de uma semana, não significa o encerramento das investigações, apontando que o trabalho da polícia vai continuar.
"O enterro dos corpos não significa o encerramento das investigações. O trabalho vai continuar e, na melhor ocasião, podemos ter mais informações sobre o caso", afirmou o ministro do Interior de Moçambique.
Jornalistas de vários órgãos de comunicação social, incluindo a Lusa, testemunharam e fotografaram, a 30 de Abril, 15 corpos espalhados no mato, apontando a localização da descoberta como o distrito da Gorongosa, província de Sofala.

sábado, fevereiro 15, 2014

Militares abandonam farda e armas

Cada dia que passa há episódios de alguns elementos das Forças de Defesa e Segurança que abandonam a farda e armamento, na zona Centro do país, desertando da corporação devido ao intenso cruzamento de fogo em combate, que muitas vezes tem culminado em baixas nas forças governamentais. Ler mais (Jornal Zambeze - facebook)

sábado, janeiro 04, 2014

Forças de Defesa e Segurança prendem e violentam cidadãos em Gorongosa

Centenas de residentes das regiões de Tazaronda, Mucodza, Nhataka, Tambarara, Nhankuco, Kanda e Vunduzi, no distrito de Gorongosa, na província de Sofala, abandonaram, há alguns dias, as suas residências como forma de escaparem da morte e perseguição encetada pelas Forças de Defesa e Segurança de Moçambique, as quais são acusados de deter arbitrariamente cidadãos, sobretudo jovens e adultos do sexo masculinos que se dedicam à agricultura, supostamente por serem guerrilheiros da Renamo.

quinta-feira, outubro 17, 2013

MDM acusa STAE de querer dispersar votos na Gorongosa

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força política, acusou o Secreta­riado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) na Gorongosa, Sofala, centro de Moçambique, de transferência de uma mesa de voto, sob proposta do Governo, para “dispersar” eleitores.

Em declarações à Lusa, Daniel Massasse, do MDM, disse que o STAE “validou” uma proposta da Frente de Libertação de Mo­çambique (Frelimo, no poder), através do governo local, para transferir as assembleias de voto da EPC 3 de Fevereiro para EPC 1.º de Maio, num “flagrante pro­tagonismo político”.
“As pessoas foram se recensear na EPC 3 de Fevereiro e, chega­da a altura de votação, devem procurar as suas assembleias de voto num outro lugar, porque al­guém decidiu transferir a mesa. Isso vai baralhar os eleitores, e, claro, favorecer o proponente”, disse à Lusa Daniel Massasse, também candidato do MDM à autarquia de Gorongosa.

Fonte: O País online - 17.10.2013

segunda-feira, maio 27, 2013

Fogo cruzado entre FIR e homens da Renamo em Gorongosa

O clima de tensão voltou a escalar Gorongosa. A Polícia confirma o incidente e diz que os disparos foram “um descuido infeliz”
A Força de Intervenção Rápida (FIR) e os guerrilheiros da Renamo voltaram a trocar tiros na passada sexta-feira, tendo causado um saldo de nove feridos, todos agentes da FIR. O palco do tiroteio desta vez foi Satungira, a escassos quilómetros do quartel onde vive o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.