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sábado, junho 20, 2015

EMPRESÁRIOS NORTE-AMERICANOS INTERESSADOS EM INVESTIR EM MOÇAMBIQUE

O Governo norte-americano e empresários dos Estados Unidos estão interessados em investir no país, em áreas de desenvolvimento económico, com o destaque vai para o sector dos Transportes.

Para o efeito, o Ministro dos Estados Unidos para os Transportes, António Fox, e uma delegação de empresários norte-americanos, estão desde esta quinta-feira em Maputo, a manter encontros com o governo e sector privado.

quinta-feira, maio 07, 2015

Turkish Airlines passa a voar para Maputo

A companhia aérea Turkish Airlines anunciou que vai começar a voar para Maputo nos finais de Outubro do corrente ano com uma periodicidade de três vezes por semana, e estabelecer a ligação entre Maputo e Istambul.

Os voos de Istambul para Maputo vão partir pouco depois da meia noite as quintas, sextas e sábados com o regresso a noite do mesmo dia, e farão uma pequena escala na cidade sul-africana de Johanesburgo, com uma duração de cerca de uma hora.

A companhia tenciona fornecer passagens aéreas a preços muito competitivos. Por exemplo, uma passagem aérea de ida e volta Londres-Maputo, via Istambul, deverá custar cerca de 790 dólares, que é uma tarifa mais barata comparativamente as praticadas pelas companhias Ethiopian Airlines ou Kenya Airways.

Actualmente, várias companhias aéreas estabelecem ligações com Maputo, incluindo a TAP Portugal, Qatar Airways, South African Airways. Apenas a TAP tem ligação directa com a Europa Ocidental, via Lisboa, numa operação de code-share com a companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).

Fonte: SAPO - 08.05.2015

quinta-feira, agosto 16, 2012

@Verdade EDITORIAL: Os Incompetentes da Pátria Amada

À semelhança das distinções que são atribuídas aos profissionais nas diversas áreas a nível mundial, o Governo moçambicano devia ser distinguido pela sua tamanha incapacidade e incompetência de corar de vergonha a todos nós. Olhando para a situação actual em que o nosso país está mergulhado, chega-se a uma conclusão incontestável: O Presidente da República “empregou” quase todos os incompetentes que existiam no mercado nacional para conduzir o povo à desgraça.
Se antes havia alguma réstia de incerteza, presentemente parece que ninguém tem dúvidas de que somos um país governado por um grupo de indivíduos que continua a apostar apaixonadamente no atraso do seu povo. Ler mais

domingo, julho 25, 2010

1Time anuncia ligação JHB- Maputo

A companhia área sul-africana de baixo custo 1Time acaba de anunciar o início das suas operações em Moçambique e as tarifas que irá praticar na rota Joanesburgo - Maputo.
À semelhança do que já acontecera com a TTA Airlink, empresa aérea fruto de uma ligação empresarial entre a Sociedade de Transporte e Trabalho Aéreo (TTA) e SA Airlink, as autoridades moçambicanas concederam à 1Time(ler one time) o direito de explorar a rota Maputo – Joanesburgo em cumprimento de um acordo bilateral assinado com a África do Sul no âmbito duma iniciativa regional de liberalização das rotas aéreas. A 1Time é uma das companhias pertencentes à nomenklatura empresarial do ANC, conhecida no país vizinho como o “lobby” dos “bees” (black economic empowerment).

quinta-feira, maio 20, 2010

Embarcações não rendem e trabalhadores ficam sem salários

Em termos de rendimento, em cinco dias, a embarcação não faz, sequer, dois mil meticais.
Os trabalhadores da Transmarítima afectos às duas embarcações que fazem a rota Matola-Rio - Cidade de Maputo estão sem salários desde Abril findo. A última vez que viram a cor do dinheiro foi a 25 de Março, e de lá para cá a Transmarítima justifica-se com o argumento de falta de dinheiro para pagar os ordenados.
Trata-se de comandantes de embarcação, hospedeiras, marinheiros, técnicos de informática e outros, num número não determinado, que estão afectados por esta situação. Mas, ao que tudo indica, um dos factores é a falta de rendimento daqueles meios de transporte.
É que, desde que entraram em circulação, em Janeiro último, a média de passageiros tem sido muito reduzida. A maior embarcação - designada Mulaúzi – com capacidade para 70 passageiros, leva por dia uma média de 10 passageiros. Apenas aos fins-de-semana o número sobe para 30 a 40 passageiros.
Esta realidade acaba contrastando com os gastos que as duas embarcações têm. O Mulaúzi, por exemplo, consome cerca de 3 mil litros de combustível a cada cinco dias (o que corresponde a cerca de 86 mil meticais), mas em termos de rendimento, em cinco dias não faz, sequer, dois mil meticais.
Uma das explicações para a fraca adesão de utentes é o custo das tarifas praticadas. Para a ligação cidade de Maputo - Matola-rio, cobra-se 30 meticais, valor que para a grande maioria é proibitivo.
Aquando da inauguração das duas embarcações para a rota em referência, em Janeiro último, o Ministério dos Transportes e Comunicações pretendia fazer face ao problema de transporte que se verifica em Maputo e Matola, sobretudo nos períodos de grande movimento, mas a realidade provou que estes meios de transporte não estão a cumprir com os objectivos para os quais foram adquiridos.

Fonte: O País Online - 19.05.2010

sexta-feira, abril 02, 2010

Sistema de transportes : Tolerância de ponto põe Maputo a nu

A tolerância de ponto decretada pela Sexta-Feira Santa, permitindo que quase todos os trabalhadores saíssem dos seus postos de trabalho às 12:00 horas de ontem, deixou clara, uma vez mais, para quem ainda duvidava, da precariedade do sistema de transporte semicolectivo de passageiros e a inexistência de estradas para um rápido e eficiente escoamento do tráfego rodoviário nos municípios de Maputo e Matola.
Milhares de cidadãos abarrotaram ao mesmo tempo as paragens nos municípios de Maputo e Matola e disputaram durante horas a fio pelos poucos “chapa” e autocarros públicos em circulação. A ligação entre os seus locais de trabalho e as casas tornou-se num verdadeiro calvário, típico do dia. Enquanto isso, como que a completar o drama, milhares de viaturas formavam intermináveis filas, umas para a saída do centro da cidade com destino aos bairros periféricos, onde vive a larga maioria das pessoas e outras no sentido inverso. Mas tanto para uns como outros a situação era a mesma. Simplesmente difícil.>>>>>>

Fonte: Jornal Notícias - 03.04.2010

Reflectindo: quanto à precariedade do sistema de transporte semicolectivo de passageiros nas cidades vou ponderando e até eu gostaria de fazer um estudo científico ou ajudar a quem queira fazer tal estudo, já que é uma área em que academicamicamente sou autorizado. Quanto à formação de filas intermináveis sou da opinião que se construam progressivamente rotundas substituindo assim semáforos em alguns sítios.

Adenda: para onde vão os peões na imagem? Este é local próprio para atravessar a rua?

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Falta de passageiros limita circulação de embarcações

A circulação das embarcações que estão fazer a ligação marítima entre as cidades de Maputo, Matola e o distrito de Boane, através do posto administrativo da Matola-rio, na província do Maputo, no sul de Moçambique, esta limitada devido à falta de passageiros.
Ernesto Nhambi, administrador da Transmarítima, instituição que gere as embarcações, revelou que desde que os barcos começaram a operar, no dias 23 de Janeiro ultimo, são poucas as pessoas que preferem este serviço, daí não se justificar a colocação de todas as embarcações a navegar. Nhambi disse que as embarcações não foram definitivamente retiradas da circulação, apenas estão a circular com limitações, medida que visa conter os gastos decorrentes da movimentação destas unidades sem rendimento.
“Os barcos estão a circular de uma forma limitada. Um fica posicionado no atracadouro da Matola-Rio e está sempre pronto a iniciar a viagem quando houver um determinado número de passageiros que justifique a sua movimentação”, disse Nhambi, adiantando que não se justifica movimentar um barco com capacidade de 70 passageiros para transportar menos de dez. Segundo explicou, cada uma das três embarcações baptizadas pelos nomes de “Mulauze”, “Baía” e “Paulo Santos” consome 130 litros de gasóleo, quantidades que requerem gastos monetários elevados para a sua aquisição, “daí a necessidade de contenção de gastos sempre que necessário”.
A previsão, segundo Nhambi, era de que o “Mulauze”, também chamado “Táxi Marítimo”, efectuasse oito viagens diárias e o “Paulo Santos” apenas quatro, cobrando tarifas que variam de quatro a trinta meticais, dependendo do percurso. Segundo Nhambi, citado pelo “Noticias”, aventa-se a possibilidade de as tarifas praticadas serem elevadas como uma das razões que inibe os passageiros de optarem por aquele serviço, se tomar em consideração que a maior parte dos residentes da Matola recorre ao transporte rodoviário, que e’ mais barato, para chegar aos seus destinos.
O “Mulauze” cobra a tarifa de 30 Meticais (cerca de um dólar) entre os dois extremos e a “Paulo Santos” 21 Meticais para o mesmo trajecto, numa zona onde os Transportes Públicos de Maputo cobram cinco Meticais e o semi-colectivo de passageiros (vulgo chapa) cobra 7,5 Meticais por passageiro no trajecto Maputo/Matola.
As embarcações têm uma capacidade para transportar cerca de 70 pessoas cada, tem como terminais as pontes-cais de Maputo e Matola-Rio, com uma paragem intermediária na Escola de Pesca. Espera-se que esta acção seja brevemente complementada com a conclusão dos trabalhos em curso, de forma a estender esta rota até ao bairro da Costa do Sol e ao Distrito Municipal da Inhaca, todos na cidade de Maputo.

Fonte: AIM in @Verdade (03.02.2010)

Reflectindo: assim vai a nossa planificacão!?!?!?