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sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Edil cessante exara despacho para resolver problemas em 24 horas


Castro Sanfins Namuaca, edil cessante na autarquia de Nampula, já nas últimas horas do seu mandato, deliberou situações, no mínimo, curiosas e de má-fé, segundo atesta um dos despachos na posse da nossa Reportagem.
Na última sessão do conselho municipal cessante, Castro Namuaca ordenou em despacho a isenção de taxas de pagamento das licenças de legalização e construção emitidas desde 2004 até ao dia 6 de Fevereiro. o actual edil, Mahamudo Amurane, tomou posse no dia 8 de Fevereiro. 

A última sessão do conselho municipal, presidido pelo economista Namuaca, foi realizada no dia 5 de Fevereiro do corrente ano.
Entretanto, durante os dois mandatos de Castro Namuaca o conflito de terras na autarquia de Nampula foi dominante, bastando recordar as denúncias populares que davam conta da usurpação de talhões de famílias carenciadas pelos trabalhadores da edilidade afectos à direcção de Urbanização e Construção.
Igualmente, destacaram-se autorizações de licenças de construção em áreas onde a edilidade não goza de autonomia exclusiva para o efeito, como é o caso de ao longo da Estrada Nacional Número 1, bem como a atribuição de talhões e licenças a mais de dois cidadãos.
Se depender da boa-fé dos novos gestores do conselho municipal da cidade de Nampula, muitos cidadãos poderão pagar mais de uma vez a taxa de licenças de legalização e construção, pois, segundo apurámos junto dos serviços de construção e urbanização da maior autarquia da zona norte de Moçambique, funcionários locais fizeram desaparecer processos que se encontravam em tramitação. (Aunício da Silva)


Fonte: Canalmoz - 14.02.2014

quinta-feira, agosto 16, 2012

@Verdade EDITORIAL: Os Incompetentes da Pátria Amada

À semelhança das distinções que são atribuídas aos profissionais nas diversas áreas a nível mundial, o Governo moçambicano devia ser distinguido pela sua tamanha incapacidade e incompetência de corar de vergonha a todos nós. Olhando para a situação actual em que o nosso país está mergulhado, chega-se a uma conclusão incontestável: O Presidente da República “empregou” quase todos os incompetentes que existiam no mercado nacional para conduzir o povo à desgraça.
Se antes havia alguma réstia de incerteza, presentemente parece que ninguém tem dúvidas de que somos um país governado por um grupo de indivíduos que continua a apostar apaixonadamente no atraso do seu povo. Ler mais