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terça-feira, fevereiro 23, 2016

Human Rights Watch: Exército de Moçambique executa e viola em Tete

Organização não-governamental diz que o Governo deve investigar "com urgência" as alegações de execuções sumárias, abusos sexuais e maus-tratos por parte das forças armadas no combate à RENAMO na província de Tete.
Segundo um comunicado de imprensa divulgado pela Human Rights Watch (HRW) esta terça-feira (23.02), várias dezenas de requerentes de asilo no campo improvisado de Kapise, no Malawi, relataram ter fugido dos abusos do exército moçambicano e por isso, têm medo de voltar para casa.
A organização de defesa dos direitos humanos cita vários casos de abusos que as forças de segurança de Moçambique alegadamente cometeram durante os combates ao maior partido da oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO). Reproduzimos a descrição pela HRW de quatro casos: Ler mais (Deutsche Welle)

domingo, outubro 05, 2014

MDM denuncia tortura de militantes detidos após confrontos com a FRELIMO

O Movimento Democrático de Moçambique em Nampula queixa-se de tortura e violação sexual de sete militantes detidos após confrontos com a FRELIMO, na maior cidade do norte do país. Polícia já negou acusação e pede provas.

Dos sete membros do MDM detidos a 25 de setembro, nas celebrações do Dia das Forças Armadas, após confrontos entre apoiantes da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), partido no poder, e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), a terceira maior força política do país, seis foram postos em liberdade na noite de sábado (27.09) e queixam-se de terem sido torturados e violados sexualmente por outros prisioneiros, a mando dos agentes da Polícia da República de Moçambique, afetos à 1ª esquadra da PRM.

quinta-feira, julho 26, 2012

Crimes repugnantes vs nossa lentidão em agir

De quando em vez, o país, a partir de determinadas regiões, é abalado por crimes repugnantes. Desde o caso do nosso irmão zambeziano, no início de 1990, no bairro Zona Verde, na cidade de Maputo, cuja cabeça foi decepada por “amigos” seus — certamente de amigo só o nome! —, a mando supostamente de um indivíduo à frente de uma organização religiosa, até aos nossos dias, a nossa reacção continua a ser de estupefacção...
Banaliza-se a morte e isso não se pode aceitar. Os assassinos até falam sem pestanejar. E nós, de um modo geral, estamos a ser lentos em agir. De que estamos à espera? Não acreditamos que estes crimes tenham mandantes? É que nem que seja uma psicose, há que curá-la pelo mal e sangue que representam!...

Leia o texto na íntegra aqui

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Botswana: PR Ian Khama critica atitude de África sobre o TPI

Nova Iorque - O presidente do Botswana Ian Khama criticou os chefes de Estado africanos que se recusam a cooperar com o Tribunal penal internacional (TPI), acusando-os de colocar o continente negro “ no mau lado da história”.