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sábado, junho 20, 2015

REFLECTINDO SOBRE A LIBERDADE

Na prática, oprimir a si próprio é mais fácil do que libertar-se. Isto sem falar do querer ver o outro a exercer a sua liberdade.
No primeiro caso, há modelos e um deles é de quem o oprimiu, e esse pode ser um sistema, a sua família, uma pessoa muito próxima ou mesmo um indivíduo totalmente estranho.
No segundo caso, raramente há modelo, senão um simples desejo, mas o desejo de ser livre é também de quem oprime outros. Afinal, muitos dos que lutam pela liberdade nunca viveram livres e muito menos totalmente livres, consequentemente não têm modelo da liberdade.
Nota: 1) a minha reflexão parte da discussão em curso sobre o hino nacional ou versão do hino nacional em antena na Mcel. Não escutei, mas da maneira como alguns reagem, é para mim, contra a própria liberdade. O hino é apenas um dos símbolos nacionais como é a bandeira. Temos ou não chinelos, toalhas, camisas com a bandeira e mesmo com o escudo da República de Moçambique? Ou a nossa crítica é baseada ao “Heróis do mar, nobre povo..., e ou, Viva, Viva à Frelimo?
Digam-me, que se por tanta estima, tanto gosto e tanto amor ao actual hino muitos de nós não cantamos ou citamos ou repetimos com nossas próprias versões, dizendo por exemplo: pedra a pedra vamos contruindo ou “nenhum tirano nos irá escravizar?”
2) É bom que debatas sobre a tal versão, mas nunca deixará de ser estranho quando se chama de banalização a um símbolo nacional e até se exige que o governo tome medidas ao Mcel.

P.S. Quando tiver tempo farei correccão do texto. Bom fim de semana a todos amigos do facebook!

quarta-feira, julho 20, 2011

Burlador de recargas da mCel à solta

(Jornal Notícias) Alguns revendedores de crédito de celular estão a burlar cidadãos, comercializando recargas com a indicação de serem de um certo valor quando na verdade correspondem a um montante abaixo daquele. Ler Mais.

terça-feira, março 15, 2011

Teodato Hunguana é o novo PCA das TDM

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Telecomunicacões de Mocambique (TDM), Joaquim de Carvalho, cessou hoje as suas funções.
Em sua substituição foi nomeado Teodato Hunguana, que acumula com o seu actual cargo de PCA da Mocambique Celular (Mcel), empresa publica de telefonia movel.

domingo, dezembro 05, 2010

Conveniências

A talhe de foice

Por Machado da Graça

A semana passada falei aqui da questão do registo dos cartões dos telefones celulares e, principalmente, dos prazos absurdos que têm vindo a ser dados para que se complete o tal registo.
Para a minha crónica utilizei, em grande parte, as informações dadas por Benjamim Fernandes, administrador da mCel, no programa Jornal da Manhã, da Rádio Moçambique, ao ser entrevistado por Emílio Manhique.

segunda-feira, novembro 29, 2010

Accionistas da Mcel mandam cessar funções administrador comercial

Por ter criticado decisão do Governo no programa “Café da manhã” da RM

O administrador comercial da mcel, Benjamim Fernandes, cessou funções na última terça-feira, 23 de Novembro em curso, por ter criticado, no programa “Café da manhã” da Rádio Moçambique, a decisão do Governo de introduzir o registo obrigatório dos cartões pré-pagos das redes de telefonias móveis. Trata-se de uma decisão operacionalizada pelo Diploma Ministerial n.º 153/2010 de 15 de Setembro, assinado pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula.
Benjamim Fernandes fora empossado administrador comercial daquela empresa há apenas cinco meses.

domingo, outubro 31, 2010

Telefonia móvel: mCel regista 15 mil clientes/dia contra os 67 mil que seriam os ideiais

A Mcel, a maior operadora de telefonia móvel em Moçambique, diz registar diariamente uma média de 15 mil clientes do serviço pré-pago, no âmbito do cumprimento do Diploma Ministerial 153/2010 de 15 de Setembro último que obriga o registo dos módulos de identificação de subscritores (SIM).
Esta informação foi revelada sexta-feira (29) pelo administrador delgado da companhia, Salvador Adriano, que acrescentou que ao ritmo actual, a Mcel está muito longe de atingir, até 15 de Novembro, todo o universo de clientes estimado em cerca de quatro milhões subscritores, prazo estabelecido pelo Governo para o registo obrigatório dos clientes.

quarta-feira, setembro 29, 2010

Cartões pré-pagos só para maiores de 14 anos

A COMPRA de pacotes iniciais do serviço de telefonia móvel pré-pago da mCel e da Vodacom passa a ser restrita a cidadãos, nacionais ou estrangeiros, com idade igual ou superior a 14 anos, nos termos de um regulamento aprovado pelo Governo, em vigor desde 10 de Setembro corrente. Nos termos da nova disposição legal, todos os utilizadores do serviço pré-pago de telefonia móvel ligados às companhias operadoras mCel e Vodacom têm até 15 de Novembro próximo o prazo para proceder ao registo dos respectivos cartões, findo o qual os mesmos serão bloqueados, privando os titulares de dispor daquele serviço de comunicação.