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sábado, junho 20, 2015

REFLECTINDO SOBRE A LIBERDADE

Na prática, oprimir a si próprio é mais fácil do que libertar-se. Isto sem falar do querer ver o outro a exercer a sua liberdade.
No primeiro caso, há modelos e um deles é de quem o oprimiu, e esse pode ser um sistema, a sua família, uma pessoa muito próxima ou mesmo um indivíduo totalmente estranho.
No segundo caso, raramente há modelo, senão um simples desejo, mas o desejo de ser livre é também de quem oprime outros. Afinal, muitos dos que lutam pela liberdade nunca viveram livres e muito menos totalmente livres, consequentemente não têm modelo da liberdade.
Nota: 1) a minha reflexão parte da discussão em curso sobre o hino nacional ou versão do hino nacional em antena na Mcel. Não escutei, mas da maneira como alguns reagem, é para mim, contra a própria liberdade. O hino é apenas um dos símbolos nacionais como é a bandeira. Temos ou não chinelos, toalhas, camisas com a bandeira e mesmo com o escudo da República de Moçambique? Ou a nossa crítica é baseada ao “Heróis do mar, nobre povo..., e ou, Viva, Viva à Frelimo?
Digam-me, que se por tanta estima, tanto gosto e tanto amor ao actual hino muitos de nós não cantamos ou citamos ou repetimos com nossas próprias versões, dizendo por exemplo: pedra a pedra vamos contruindo ou “nenhum tirano nos irá escravizar?”
2) É bom que debatas sobre a tal versão, mas nunca deixará de ser estranho quando se chama de banalização a um símbolo nacional e até se exige que o governo tome medidas ao Mcel.

P.S. Quando tiver tempo farei correccão do texto. Bom fim de semana a todos amigos do facebook!

segunda-feira, junho 08, 2015

40 anos da independência: Multi-partidarismo foi ao baú buscar o hino “Pátria Amada”

O parlamento multipartidário chumbou cerca de 40 propostas de hino nacional que queriam acabar com o “Viva Viva a Frelimo” e afinal acabou escolhendo “Pátria Amada”, escrito no “mono”, recorda à Lusa o músico Roberto Chitsondzo.
Segundo Chitsondzo, na altura deputado e relator da comissão parlamentar responsável pela revisão do hino, logo após a sua investidura, em 1994, a primeira Assembleia da República (AR) multipartidária definiu como prioridade para o seu mandato de cinco anos a alteração do hino nacional.
A ideia, sublinha, era substituir o “Viva Viva a Frelimo”, em vigor desde a independência em 1975, por um cântico que reflectisse o pluralismo introduzido pela aprovação da primeira Constituição multipartidária, em 1990, e concretizado com a realização das primeiras eleições gerais em 1994.

sexta-feira, maio 17, 2013

Parlamento oficializa autor do "Pátria Amada", o Hino Nacional

A Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, aprovou hoje, por voto maioritário, a letra e a música do hino nacional vigente, “Pátria Amada”.