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quarta-feira, abril 12, 2017

Médicos em Nampula queixam-se de violação de direitos

Numa altura em que o Governo moçambicano diz estar preocupado com a melhoria da qualidade de atendimento aos pacientes nas unidades sanitárias, os profissionais de saúde, particularmente os médicos, na província de Nampula lamentam o que consideram ser a violação de seus direitos.
Entre os direitos violados apontam o atraso no pagamento de horas extra referente ao ano passado e o corte de algumas regalias.
O problema é do conhecimento das autoridades governamentais que alegam as dificuldades financeiras que o país enfrenta.
A Ordem dos Médicos corrobora esta opinião, mesmo sabendo do descontentamento dos médicos.
Alexo Afonso, da Ordem dos Médicos, diz que o problema ainda não foi entregue à organização da classe, mas afirma ter conhecimento de que os médicos enfrentam várias dificuldades.

segunda-feira, junho 10, 2013

Ministro da Saúde suspende curso de pós-graduação de especialidade

O Ministro da Saúde, Alexandre Manguele, suspendeu a formação de pós-graduação de especialidades médicas que vinham decorrendo nas unidades sanitárias do Serviço Nacional de Saúde (SNS), alegadamente por falta de recursos para o seu prosseguimento.

Uma nota do Ministério da Saúde, datada de 5 de Junho e que foi assinada por Manguele, refere que a suspensão deriva da falta de recursos humanos, materiais e financeiros, o que afecta a qualidade da referida formação.

A nota, apresentada à imprensa na última sexta-feira pelo director nacional de Saúde Pública, Mouzinho Saide, refere igualmente que a falta destes meios reflecte-se na impossibilidade objectiva de desenvolver actividades na área de pós-graduação. Ler mais

terça-feira, junho 04, 2013

Médicos moçambicanos em greve marcharam hoje amordaçados e com pratos vazios

Centenas de profissionais de saúde moçambicanos cumpriram hoje o 15.º dia de greve com uma marcha em Maputo, amordaçados, em protesto contra o alegado silêncio do Governo, e com pratos vazios, como símbolo das más condições salariais.
Com os médicos maioritariamente vestidos de branco e os restantes funcionários de azul, os profissionais de saúde partiram da sede da Associação Médica de Moçambique, no centro da capital, seguindo pela Avenida Eduardo Mondlane até à Praça da Paz, onde entoaram o hino de África e oraram pela resolução do diferendo laboral.

quarta-feira, maio 29, 2013

Greve dos médicos: Governo admitiu incluir outros profissionais no diálogo

Ministério da Saúde (MISAU) admitiu ontem a presença dos representantes da Comissão dos Profissionais da Saúde Unidos (PSU) nas negociações com a Associação Médica de Moçambique (AMM).
A exclusão dos representantes da PSU foi o principal ponto de discórdia e que ditou a paralisação das negociações com a Associação Médica de Moçambique, a 16 de Maio corrente dando e início à greve. Ler mais ( Rádio Mocambique)

O sentido das manifestações

Por Egídio Vaz


Sobre a greve dos médicos moçambicanos no seu oitavo dia



Apesar de ser o povo o mais afectado pela greve dos médicos, este mesmo povo manifesta o seu inequívoco apoio a greve e exige o Estado a atender as exigências destes. Ironicamente, o governo acusa os médicos de serem humanamente insensíveis à causa do povo. De que povo fala o governo se este já mostrou a sua simpatia para a causa dos médicos? Deve estar claro para qualquer cidadão que na República de Moçambique, quem mata mais não é a malária, SIDA, Tuberculose ou a greve dos médicos.

Em Moçambique, quem mata mais é o governo através de: Ler mais

terça-feira, maio 28, 2013

Ministério da Saúde está politizado

Dra. Benedita da Silva, antiga directora Provincial de Saúde

Maputo (Canalmoz) – Se havia alguma dúvida que a greve dos médicos e outros profissionais de saúde não está a ser levada a cabo por supostos “jovens agitadores”, tal como o Governo e a sua máquina de propaganda quiseram fazer acreditar, todas estas dúvidas desfizeram-se esta segunda-feira. Os chamados “mais velhos”, os especialistas, juntaram-se aos jovens e manifestaram o seu incondicional apoio aos jovens e prometeram estar do lado deles até a chamada “vitória final”.
Benedita da Silva, antiga directora Provincial de Saúde, pediu a palavra para manifestar o seu apoio à causa e acusar o executivo de Armando Guebuza de “encher” o Ministério da Saúde com políticos ao invés de técnicos que entendam a saúde. “O problema do Ministério da Saúde é que foi politizado.  Ler mais

Os contornos da greve do pessoal da saúde: análise de um técnico de saúde, escrito por Mahadulane

Associação Médica de Moçambique (AMM)

É conhecido o poder de persuasão da AMM, onde despontam os médicos da nova geração, pouco alinhados com o sistema e excluídos do pacote de incentivos que o Ministério da Saúde negociou com os seus parceiros para os médicos especialistas.
Não importam os nomes que se queira dar ao seu respectivo Presidente, Dr. Jorge Arroz, visto por muitos como um corajoso e herói, emobra seja considerado agitador da classe por alguns governantes; ele que, aliás, como fez lembrar S.Excia o Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Manguele, abandonou o Estado à procura de melhores condições de vida e vem agitar os outros.
Mas é aqui onde o Dr. Arroz ganha heroicidade, porque luta por uma causa da classe e não por um problema pessoal, ele que se fosse igual a muitos dos nossos dirigentes actuais, que pensam mais pelo umbigo, poderia simplesmente deixar os seus pares à sua sorte. Ler mais

quarta-feira, maio 22, 2013

“MISAU está a tentar desacreditar-nos para fugir às suas responsabilidades”

Minutos depois das declarações dos porta-vozes dos ministérios da Saúde e da Função Pública, a Comissão dos Profissionais de Saúde Unidos veio a público reagir. Adolfo Bau, que se identifica como líder do grupo, diz que esta organização é legal, sendo que o Ministério da Saúde está a tentar descredibilizá-los para fugir à sua responsabilidade. Bau revela que a agremiação que dirige foi criada na presença do actual ministro da Saúde, Alexandre Manguele.

terça-feira, maio 21, 2013

Governo não tem mais nada a dar aos médicos

O Director Nacional de Gestão Estratégica de Recursos Humanos no Ministério da Função Pública, António Tchamo, diz que o Governo moçambicano já esgotou tudo o que tinha para oferecer a classe médica no corrente ano, porque já atingiu a sua capacidade limite em termos de disponibilidade financeira para o reajuste salarial.

segunda-feira, maio 20, 2013

'Com dificuldades, mas funcionamos' - Director do Hospital Central de Maputo

O Hospital Central do Maputo (HCM) conseguiu minimizar o impacto da greve geral de cinco dias, com efeitos a partir das 07.30 horas de hoje em todo o território nacional, convocada pela Associação Médica de Moçambique (AMM) em coordenação com Comissão dos Profissionais de Saúde Unidos (CPSU).

Greve dos médicos é ilegal - Considera Ministério da Saúde

Um comunicado do Ministério da Saúde, distribuído ontem à comunicação social, considera que a greve dos médicos convocada para hoje pela Associação Médica de Moçambique (AMM) é ilegal, na medida em que a Constituição da República não atribui competência às associações profissionais para convocar greves.
Por essa via, o Governo Moçambicano saúda a todos os trabalhadores de saúde que de uma forma abnegada se têm empenhado na nobre causa de garantir o gozo do direito à saúde no nosso País.

quarta-feira, maio 15, 2013

Greve dos médicos: Ministério da Saúde denuncia quebra de memorando

O Governo considera que o caderno reivindicativo apresentado esta segunda-feira, como fundamento de um pré-aviso de greve geral, no sector de Saúde, extravasa o teor do memorando de entendimento rubricado a 15 de Janeiro último, com a Associação Médica de Moçambique (AMM), segundo escreve o diário Notícias de Maputo.

quinta-feira, março 28, 2013

Complicações de parto e gravidez matam 11 mulheres por dia

Dados alarmantes apresentados ontem pelo director Nacional da Saúde Pública no Ministério da Saúde (MISAU), Mouzinho Saide, revelam a dura realidade que está sujeita a mulher moçambicana e os moçambicanos no geral. Segundo Muizinho Saide, a cada dia pelo menos 11 mulheres perdem a vida como resultado de complicações de gravidez ou parto, o que revela uma média assustadora de uma morte em cada duas horas.
Nos cálculos do MISAU, por ano são 3.840 mulheres que perdem a vida quando tentam trazer ao mundo uma nova vida.
É uma realidade triste, mas não surpreendente para quem conhece a realidade de Moçambique. Nas zonas rurais as pessoas continuam a percorrer distâncias – duas décadas depois do fim da guerra – de mais de 5 quilómetros para encontrarem uma maternidade, sem luz eléctrica nem água canalizada. Ler mais

quarta-feira, janeiro 16, 2013

Ministro da Saúde reúne-se de emergência com enfermeiros

Para amainar os ânimos resultantes do aumento de salários dos médicos.

Os enfermeiros dizem que não têm intenção de fazer greve, mas “informámos ao ministro para melhorar a nossa situação salarial. Lá dentro, a discussão foi muito forte”.

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Por Lázaro Mabunda

Sei que o Governo, mais do que ver uma simples greve de uma classe profissional insatisfeita, está a ver, em todo o lado, fantasmas de “agitadores profissionais”, como se esses agitadores não fossem importantes para a construção de um Estado com instituições inclusivas. Nós precisamos desses agitadores para pressionar o Governo, que elegemos, a fazer o que nós (povo) queremos, não o que eles (a elite) querem ... Ler mais

domingo, janeiro 13, 2013

Greve de médicos sem solução uma semana depois do seu início

“Há uma total desconfiança dos médicos em relação ao Ministério da Saúde”.

A greve dos médicos entra hoje no seu oitavo dia, sem uma solução à vista. As partes, o Governo e a Associação Médica de Moçambique (AMM), continuam a acusar-se mutuamente de falta de abertura para solucionar o diferendo.

sexta-feira, janeiro 11, 2013

Confrontação perigosa, evitável e desnecessária

Editorial do Mediafax, 10/01/13


Extremamente lamentável, triste e incompreensível. É assim que se pode descrever a situação prevalecente no Serviço Nacional de Saúde (SNS), devido à greve ou paralisação laboral decretada pela Associação Médica de Moçambique (AMM). Este é o pior presente de boas entradas ao ano novo oferecido aos cerca de 23 milhões de moçambicanos. É difícil discutir a questão do ponto de vista de culpados neste braço de ferro que, em última análise, prejudica directa e intensamente a maioria esmagadora da população moçambicana, pois, apesar da situação, continua a ter como único recurso, o SNS. Não discutimos sim culpados ou legitimidade das reivindicações porque, efectivamente o que interessa, neste momento, é ver o mais básico e indispensável direito constitucional da população moçambicana devolvido. O povo tem direito à saúde, independentemente dos vários contornos nebulosos que circundam a actual greve dos médicos.

quinta-feira, janeiro 10, 2013

MISAU diz que vai punir médicos grevistas à luz do Estatuto Geral dos Funcionários do Estado

As faltas injustificadas até 5 dias dão lugar a procedimento disciplinar.

Associação Médica de Moçambique manifesta-se aberta ao reinício das negociações no que à componente salarial diz respeito, onde se verifica falta de consenso entre esta classe e o governo.
O Ministério da Saúde (MISAU) diz que os médicos que estão a observar uma greve desde segunda-feira última são faltosos, uma vez que a mesma é “ilegal”.

quarta-feira, maio 09, 2012

Desmantelada Clínica clandestina na cidade de Nampula

A polícia da República de Moçambique em Nampula desmantelou, na manhã desta Quinta-feira, uma clínica privada clandestina localizada no bairro de Muhala-Expansão, Unidade comunal do Renano, arredores do município de Nampula, pertencente a um cidadão de 50 anos de idade e natural do distrito de Mogovolas naquela província do norte.

quarta-feira, março 28, 2012

MISAU: Falta de medicamentos deixa doadores indignados

Gestão de medicamentos em Moçambique já não agrada os parceiros do ministerio da saúde que na manhã desta quarta-feira lançaram duras criticas ao Governo.