Mostrar mensagens com a etiqueta Lichinga. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lichinga. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, maio 24, 2016

Autarca de Lichinga condenado a 18 meses de prisão

O presidente do Conselho Municipal da cidade de Lichinga, no norte de Moçambique, Saíde Amido, foi condenado a 18 meses de prisão, convertidos em coima e deverá indemnizar o Estado em mais de três mil euros.
Saíde Amido, edil da cidade de Lichinga, no norte de Moçambique, foi condenado esta terça-feira (24.05), por abuso de poder e atos de corrupção.
Depois de um processo de audição que levou um dia e que visava encontrar provas suficientes para fundamentar as acusações que pensavam sobre o autarca da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), o tribunal decretou uma pena de 18 meses de prisão e o pagamento de 200 mil meticais (mais de três mil euros) ao Estado moçambicano.

Segundo o juiz, Mahomed Varinda, o tribunal considerou provados os crimes imputados ao réu. " O coletivo de juízes da primeira secção criminal do tribunal judicial da cidade de Lichinga, decide por unanimidade em nome da República de Moçambique julgar a acusação parcialmente procedente e por via disso condenar o réu Saíde Amido". Ler mais (24.05.2016)

quinta-feira, maio 19, 2016

ARRANCA JULGAMENTO DO PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE LICHINGA

O Tribunal judicial da cidade de Lichinga, no Niassa, iniciou, esta quarta-feira, o julgamento do Presidente do Conselho Municipal daquela autarquia, Saíde Amido, acusado de crimes de corrupção e abuso de poder.
O processo-crime envolve igualmente Adérito André, chefe do gabinete do presidente do conselho municipal de Lichinga e Jonas Pedro, ex-funcionário daquele órgão, detidos no passado dia 4 de Maio corrente.
O Ministério Público indicia aos três réus a cobrança ilícita de um total de quinhentos mil meticais a dois estrangeiros, em troca de espaço para a construção de barracas do tipo take away, num local com projecto embargado.
“O Presidente do município vem indiciado, conjuntamente com os outros dois arguidos na prática de dois crimes de corrupção e abuso de poder, os outros dois, por crime de burla por defraudação e o outro, por cumplicidade neste crime de burla”, frisou Aristides Maezana, porta-voz da Procuradoria no Niassa.
Fonte: Rádio Mocambique – 19.05.2016

terça-feira, maio 10, 2016

População acredita que se fará justiça com edil da FRELIMO

O edil da cidade de Lichinga, membro da FRELIMO, o partido no poder em Moçambique, foi detido na semana passada por suspeita de corrupção e abuso de poder. Face ao processo, os munícipes mostram-se confiantes na justiça.
Uma semana depois da detenção do edil de Lichinga, no norte de Moçambique, os munícipes acreditam que se fará justiça. Saíde Amido foi detido preventivamente na passada quarta-feira (04.05) por suspeita de corrupção e abuso de poder.
A DW África ouviu alguns populares. Uma munícipe reconheceu que a detenção foi brusca, mas reconhece que vai esperar até a verdade aparecer. Outro cidadão afirmou que a ideia da detenção é muito bem-vinda. "As pessoas já vinham reclamando, sobretudo pela forma como vinha desempenhando as suas funções. Houve várias acusações dias antes da detenção", refere o popular, que espera que esta detenção dê tempo a Saíde Amido para refletir e tomar consciência daquilo que cometeu. Ler mais (Deutsche Welle – 10.05.2016)

quinta-feira, maio 05, 2016

Edil de Lichinga detido por suspeita de corrupção

O presidente do Conselho Municipal da cidade de Lichinga, no norte de Moçambique, Saíde Amido, foi detido pela polícia, indiciado de crime de corrupção e abuso de poder.

A detenção preventiva do presidente do Conselho Municipal da cidade de Lichinga, na manhã de quarta-feira (4.05.2016), foi confirmada pela juíza do Tribunal Judicial de Lichinga, Sónia Piquitai, durante uma conferência de imprensa.

De acordo com a juíza, que foi cautelosa em dar detalhes sobre esta detenção, o edil de Lichinga Saíde Amido, membro da FRELIMO, partido no poder em Moçambique, é indiciado de corrupção passiva e abuso de poder: "Houve uma acusação e o juiz ao receber o processo analisou-o e constatou que existem fundamentos claros para que fosse decretada a prisão preventiva. Face à esta posição da justiça, Saíde Amido foi preso com base em mais do que um processo contra ele", disse Piquitai. Ler mais (Deutsche Welle – 05.05.2016)

quarta-feira, janeiro 27, 2016

GOVERNADOR DO NIASSA IRRITADO COM FALTA DE RECOLHA DE LIXO EM LICHINGA

O governador da província do Niassa, Arlindo Chilundo, há dias indignado pela falta de observância da postura camarária no Município de Lichinga. Chilundo manifestou a sua indignação durante a visita que efectuou recentemente no Conselho Municipal de Lichinga, na qual constatou que não existe uma estratégia de recolha de resíduos sólidos.
Segundo a constatação do governador, o Município faz a recolha de lixo de forma improvisada, o que perpetua o mau saneamento do meio na capital da província do Niassa.
Segundo a Rádio Moçambique, o governador censurou o facto de a edilidade de Lichinga estar a fazer a recolha de lixo “somente em campanhas”, o que não deve ser assim, pois o processo deve ocorrer de forma permanente para garantir a limpeza e higiene da cidade.
Na ocasião o presidente do município de Lichinga, Saíde Amide, apresentou ao governador provincial o Plano de Desenvolvimento da cidade para os próximos cinco anos.
Para o alcance dos objectivos nele previstos foram desenhados onze pilares, a destacar os da boa governação, de desenvolvimento económico e sustentável, do planeamento territorial e infra-estruturas, de transportes e comunicações, educação, ciência e tecnologia.

Fonte: Notícias de Lichinga – 27.01.2016

terça-feira, março 17, 2015

Polícia de Moçambique: "agente que baleou populares em Lichinga disparou por descuido"

A Polícia da República de Moçambique (PRM), na província do Niassa, que baleou, na ultima quinta-feira (12.03.) cinco cidadãos, tendo ferido quatro e morto um, diz que o agente estava apenas a tentar manter a ordem.

Quatro dias depois do sangrento incidente na capital provincial do Niassa, onde agentes da PRM dispararam sobre cinco cidadãos durante confrontos com populares do bairro de Chiuaula, a polícia pronunciou-se, finalmente, sobre o assunto. Os cidadãos protestavam contra um caso de violência policial ocorrido na cidade, em que um polícia tinha baleado um cidadão por este não ter pago o imposto de bicicleta no valor de 30 Meticais (0,80 Euros).

quinta-feira, março 12, 2015

Tiroteios e Pneus queimados em chiuaula na Cidade de Lichinga fazem 20 feridos e 1 morto

A capital provincial de Niassa, Lichinga, Norte de Moçambique, vivenciou esta manhã um uma tensão entre Polícia de Moçambique e populares (PRM). Ler mais

Graves incidentes em Lichinga

Segundo testemunha , relatado no noticias de Lichinga:

2a esquadra meu caro. O caso se sucedeu pelo facto de um agente da PRM almejar mortalmente a um velhote por não portar de licença para biciclos. E a população ficou revoltada agrediu um agente causando ferimentos ligeiros e a policia viu se obrigada a atirar contra a população por esta se encontrar amotinada na 2a esquadra fazendo uma manifestação com recurso a armas brancas entre pedras garafaas e outros

mais detalhes: quase qui a populacao fecha todas saidas a redores da 2a esquadra, com maior forca a populacao exige justica!!

In Diálogo sobre Mocambique - 12.03.2015

quarta-feira, julho 13, 2011

O Conselho Municipal de Lichinga pretende restringir o uso de saias curtas naquela cidade como forma de combater a prostituição na capital provincial de Niassa, Norte de Moçambique.

Esta decisão enquadra-se num série de medidas tomadas pela edilidade para combater a prostituição, particularmente a infantil, poluição sonora e mendicidade, segundo a Rádio Moçambique (RM), a emissora pública nacional.

“Este instrumento prevê ainda medidas contra as mulheres que usarem saias curtas e a adultos que corromperem menores”, indica a reportagem, sem, no entanto, indicar a medida máxima das saias a serem autorizadas pelo Estado.

sábado, abril 24, 2010

Estádio 1 de Maio deliberado

FCL joga em casa

Finalmente o FC de Lichinga passa a jogar em casa a partir deste domingo frente ao HCB de Songo para a quinta jornada do Moçambola 2010.
Para avaliar as condições existentes no estádio municipal 1 de Maio de Lichinga, uma equipa da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e Liga Moçambicana de Futebol, desembarcou em Lichinga ontem quinta-feira.
Os elementos centrais deslocarem-se ao estádio para ver as condições da relva, balneários dos jogadores e do público para alem da limpeza interior do campo.
Um público considerável esteve presente para testemunhar a vistoria do campo, tendo conferenciado com os elementos ligados ao trabalho.
Para já há um sim em relação ao uso do estádio 1 de Maio para jogos do Moçambola o que vai permitir ao FC de Lichinga melhorar o seu desempenho.
Alguns trabalhos extras foram feitos no estádio 1 de Maio, como é a colocação dos dois tanques de água no ponto elevado, pintura da tribuna de honra entre outras obras. (Suizane Rafael)

Fonte: Faísca Edição 507 - 23.04.2010

terça-feira, outubro 13, 2009

Dlakhama impedido de fazer campanha por vendedoras

A caravana eleitoral da Renamo, chefiada por Dlakhama, foi impedida de fazer campanha quando passava ao largo do mercado central na cidade de Lichinga, no dia 8 de Outubro. Ao se aperceber da passagem da caravana de Dlakhama que consistia duma viatura com equipamento sonoro, ciclistas e peões, as vendedoras do mercado saíram das suas bancas e dirigiram-se ao encontro da caravana de Dlakhama gritando palavras de ordem como: “pisa, pisa Renamo”. As vendedoras ameaçavam ainda as pessoas que se mostravam dispostas a ouvir o manifesto da Renamo. “Quem sair ao encontro deles será interditado de vender neste mercado. Este mercado foi construído pela Frelimo e não pela Renamo”, diziam as vendedoras, que empunhavam o material propagandístico da frelimo. A caravana de Dlakhama ficou parou e ficou em silêncio até que as vendedoras recolheram às suas bancas.


Fonte:Boletim sobre o processo político em Moçambique,Número 14, 12 de Outubro de 2009

Nota: Este é um acto democrático? Estamos num Estado Damocrático?