O parlamento multipartidário chumbou cerca de 40 propostas de hino nacional que queriam acabar com o “Viva Viva a Frelimo” e afinal acabou escolhendo “Pátria Amada”, escrito no “mono”, recorda à Lusa o músico Roberto Chitsondzo.
Segundo Chitsondzo, na altura deputado e relator da comissão parlamentar responsável pela revisão do hino, logo após a sua investidura, em 1994, a primeira Assembleia da República (AR) multipartidária definiu como prioridade para o seu mandato de cinco anos a alteração do hino nacional.
A ideia, sublinha, era substituir o “Viva Viva a Frelimo”, em vigor desde a independência em 1975, por um cântico que reflectisse o pluralismo introduzido pela aprovação da primeira Constituição multipartidária, em 1990, e concretizado com a realização das primeiras eleições gerais em 1994.




