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quarta-feira, agosto 20, 2014

Xiconhocas da semana

Frelimo e Renamo amnistiam-se mas esquecem as vítimas
A Frelimo, em nome do Governo e, por conseguinte dos moçambicanos, "ontem" pegaram em armas, a par do que fizeram há mais de 20 anos, e dispararam um contra o outro. Para justificar este e outros crimes, juraram que se digladiavam para defenderem os interesses do povo e a democracia. Qual povo e qual democracia qual é que é, xicos! Hoje que os seus interesses foram alcançados decidiram perdoar-se e, para o efeito, assinaram acordos, aprovaram leis, trocaram beijinhos e abraços. Mas esqueceram-se das vítimas das suas atrocidades, sobretudo de muitas crianças que por sua culpa deles crescerão órfãs.

Fonte: @Verdade – 15.08.2014

Xiconhaca da semana

Filipe Jacinto Nyusi
Desde que foi eleito candidado a Presidente da República de Moçambique, este xico a quem foi dado o nome de Filipe Jacinto Nyusi não pára no seu posto de trabalho porque percorre o país e o mundo a vender mentiras e verdades com vista a ser eleito em Outubro próximo. A "ANYUSI" é como é tratado segundo a nova invenção do partido Frelimo. Diz-se que é uma associação, certamente inventada por outros xicos para dar suporte financeiro ao candidato na sua árdua tarefa de deixar de ser um ilustre desconhecido antes das eleições. E com vista a dar maior apoio ao xico aproveita-se aplicando uma parte dos nossos impostos nas causas alheias aos nossos anseios como povo e como Nação. Sabe-se que o projecto "ANYUSI" foi arquitectado num dos bairros caracterizados por águas negras de esgotos, onde habitam outros xicos-mor. 

Fonte: @Verdade – 15.08.2014

domingo, junho 08, 2014

Xiconhoca da Semana


O ministro das Finanças, Manuel Chang, demonstrou não ter escrúpulos ao mentir publicamente dizendo que o negócio da EMATUM, empresa criada com o objectivo de sacar dinheiro dos cofres do Estado, foi decidido pela Assembleia da República. Ele afirmou ainda que teve o aval do Tribunal Administrativo, do Fundo Monetário Internacional e de outros parceiros internacionais de cooperação. Tudo indica que, quando criança, não lhe foi dito que “mentir é feio”. “Quantas outras mentiras este Xiconhoca não contou sobre a nossa economia?”, questiona um leitor.

Fonte: @Verdade - 07.06.2014

sábado, outubro 19, 2013

Carvalho Muária

“O crime faz parte do desenvolvimento”, disse o ministro do Turismo, Carvalho Muária. A justificação de um alto quadro do Governo deixou os nossos leitores agastados. É que, dizem, se o crime faz parte do desenvolvimento a letargia da Polícia da República de Moçambique só pode fazer parte do retrocesso. “Um dirigente não pode brincar com a inteligência das pessoas. O que passa, com essa afirmação, é a ideia de que o Governo é incapaz de combater o crime e arranjou um desculpa para se eximir da sua responsabilidade. Patético”, diz um dos nossos leitores assíduos. Outro acrescenta: “essa justificação absurda é digna de um Xiconhoca”.

Fonte: @verdade - 18.10.2013

Efraime Macitela

A expulsão de Diamantino Miranda, depois da divulgação de uma gravação feita sem o seu consentimento, coloca em maus lençóis os profissionais de comunicação que enveredaram por atitude tão torpe. Os nossos leitores, frise-se, estão cobertos de razão pela escolha. “As lágrimas daquele homem não podem ser de crocodilo, elas escondem a raiva pelo acto pouco profissional de jornalistas que se vendem por um prato de sopa”, diz um leitor descontente. “O Sindicato Nacional de Jornalistas devia agir ou fazer alguma coisa”, diz outro. Nós concordamos, pois achamos que a atitude é realmente digna de Xiconhocas.

Fonte: @verdade - 18.10.2013

sábado, julho 20, 2013

Xiconhoca da semana: Oposição construtiva; Suzana Loforte; Amosse Macamo

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:
Oposição construtiva
A oposição construtiva é mesmo um covil de Xiconhocas, com Yacub Sibindi e Mabote à cabeça. Não é que os homens inventaram, de tão preocupados que estavam com a situação social e política do país, uma visita ao líder da oposição barricado em Sathungira. Cidadãos exemplares estes dois senhores e políticos engajados no bem-estar social e económico de todos os moçambicanos. Engajados uma pinóia.
Aquele gesto, digno de Xiconhocas, serviu mais para continuar a lamber de forma desalmada, despudorada e pornográfica as partes íntimas do poder. Uma oposição que se comporta como oposição e que nem luta para ter assentos parlamentares não é oposição. É uma espécie de catedral onde um Xiconhoca desempenha o papel de sacerdote na oração da sem-vergonhice.
Suzana Loforte
Suzana Loforte, como qualquer Xiconhoca, deve viver num bairro de luxo, com contas pagas, televisão por satélite e água a jorrar 25 horas sobre 24. Só por isso teve lata para afirmar que os bairros, depois da interrupção no fornecimento, seriam abastecidos por camiões cisterna. O pronunciamento Xiconhoca só tem lógica para quem despreza profundamente a pobreza dos moçambicanos e desconhece igualmente a especificidade dos bairros.
É impossível conter um incêndio no coração da periferia de Maputo quanto mais fazer chegar um camião para distribuir água pela plebe! O perigo não reside na inovação ou na evolução, o perigo nasce da boca suja dos Xiconhocas que abundam nas instituições públicas.
Amosse Macamo
O papagaio do regime. Aliás, o indivíduo que aspira ao cargo de papagaio do regime. O homem que quer chegar ao topo decidiu abrir o livro e desdobra-se em campanhas para descortinar lixo nas cidades governadas pela oposição. Isso é, diga-se, atitude de um Xiconhoca da pior espécie.
Só um Xiconhoca pode saltar o lixo da Polana Caniço, passar pela Lixeira de Hulene a transbordar da incompetência do regime que pretende pintar e ir desembocar numa cidade libertada como Quelimane. Gostaríamos de saber quanto é que um Xiconhoca ganha para abdicar do discernimento e colocar os neurónios em coma. Isso gostaríamos, sinceramente, de saber.

Fonte: @Verdade - 18.07.2013

domingo, junho 20, 2010

O Xiconhoca já virou a regra

— denuncia Jorge Rebelo, antigo combatente, que diz também não entender muito bem o conceito de geração da viragem

Por Armando Nenane

O antigo combatente da Luta de Libertação Nacional, Jorge Rebelo, entende que os desafios que os jovens têm que enfrentar hoje não têm nada a ver com a libertação do país tal como aconteceu com a sua geração no passado. Falando na manhã desta quarta-feira por ocasião dos 35 anos da Independência Nacional, num encontro promovido pelo Parlamento Juvenil de Moçambique, o também antigo ministro da Informação no governo de Samora Machel defendeu que o mérito conquistado pela geração que trouxe a Independência ao país também podia ter sido alcançado pelo jovens de hoje caso tivessem vivido no mesmo contexto.
Jorge Rebelo chamou atenção aos jovens no sentido de não olharem para os antigos combatentes com tanta veneração. “Muitas vezes tenho sentido que os jovens encaram os antigos combatentes dessa forma, mas é preciso reparar que eles fizeram o que fizeram porque sentiram que a Pátria precisava deles para libertarem o país”, elucidou.
Acrescentou que hoje já não é preciso libertar o país. No passado, os jovens da Frelimo tiveram que ir à escola aprender a pegar em armas, a estudar a posição do alvo, a disparar, mas hoje os jovens devem direccionar a sua inteligência, conhecimento e coragem para outros combates, como o combate à pobreza, ao analfabetismo, a SIDA, à corrupção, a descoberta de novas formas de aumentar a produção agrícola, a comercialização, assim como criar mercados internos e externos.