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terça-feira, julho 22, 2014

Austrália aprovou preservativo que anula quase totalmente o VIH

As autoridades australianas aprovaram  um preservativo desenvolvido no país que possui uma substância capaz de  anular quase totalmente o vírus VIH e outros transmitidos sexualmente, revelou  hoje a imprensa local.

sábado, maio 05, 2012

APESAR DE CONHECIMENTO DE MÉTODOS PREVENTIVOS, MOÇAMBICANOS EXPOSTOS A RISCO

O conhecimento dos métodos de prevenção do HIV/SIDA em Moçambique é generalizado e maior parte dos cidadãos acredita que é possível evitar a infecção usando preservativo todas as vezes que mantiver relações sexuais e que o risco de contrair o vírus pode ser reduzido tendo apenas um só parceiro sexual.

segunda-feira, novembro 22, 2010

Papa Admite a Utilização do Preservativo Em Certos Casos

Pela primeira vez, um Papa admite a utilização do preservativo em certos casos, desde que para reduzir os riscos de contaminação do vírus da sida. A declaração é de Bento Dezasseis e, consta num livro a ser publicado na quarta-feira.
"Em certos casos, quando a intenção é reduzir o risco de contaminação, este pode mesmo ser um primeiro passo para abrir caminho a uma sexualidade mais humana, de outra forma vazia", afirma Bento Dezasseis.
O livro, intitulado "A luz do mundo", foi escrito por um jornalista alemão e aborda vários temas polémicos, como a pedofilia, o celibato dos padres, a ordenação das mulheres e a relação com o Islão.
Até hoje, o Vaticano sempre baniu toda e qualquer forma de contracepção, excepto a abstinência sexual, mesmo relativamente à prevenção das doenças sexualmente transmissiveis.

Fonte: VOA - 21.11.2010

sábado, fevereiro 27, 2010

Dom Hilário e preservativos nos bolsos

Segundo o Diário da Zambézia, (aqui), o bispo Dom Hilário Massinga disse aos crentes da igreja católica que o preservativo não pode andar nas carteiras como lipse, lencinho de mão, etc. “Porquê andam com ele”-questionou o chefe da igreja católica em Quelimane.

Sobre as palavras do bispo tenho o meu ponto de vista o qual exprimi no Diário de um sociológico, ver aqui. Ora, se bem que o bispo não disse que HIV-SIDA não existia, o que ele podia podia dizer sobre a sua prevêncão? Ele apenas falou do que crê como maneira de prevenir o HIV-SIDA que é a fidelidade. Acho ser irrefutável que fidelidade seja um dos métodos de prevencão. Pode ser um método difícil e duro para alguns, mas é método. Não é?
Por outro lado, a igreja, tem os seus princípios e um deles é a fidelidade, se há quem não concorda com este princípio é do seu direito. Se um indivíduo for cristão respeita este princípio ou viola-o duma forma discreta.
Dom Hilário, falou de andar-se com preservativos nos bolsos o que realmente, segundo o meu ponto de vista, deviamos reflectir sobre o seu significado. Será que se alguém apanhar camisinha no bolso da esposa, ou a esposa no bolso do marido, não fica intrigado/a? Não pode constituir motivo de divórcio.
O facto muito curioso, é que mesmo em países liberais da Europa nunca vi pessoas a comprarem camisinhas como se fossem cigarros.

terça-feira, dezembro 02, 2008

Prefiro contrair o HIV na relação desprotegida do que através do preservativo

Por Cremildo Antique

Celebrou-se ontem o primeiro de Dezembro, Dia Internacional da Luta contra o HIV-SIDA. Desde que se implantou esta luta, passam já vinte anos e com esta, esperavam-se bons resultados após um perído de sensibilização.

O HIV-SIDA mata a cada dia milhares de pessoas no mundo e no nosso país, em particular, apesar de adoptadas diversas formas para o combate.

Primeiro houve a necessidade de fidelidade e abstinência como forma de reduzí-lo e, por pensar-se nas pessoas que iriam se sentir castigadas, introduziu-se o uso de preservativos, mas apesar disso considera-se um esforço fútil. Existem assim ainda pessoas que quando sensibilizadas para o uso da camisinha durante o acto sexual se sentem desacatadas, preferindo envolverem-se sem proteccão por alegadamente existir virus que causa o SIDA no interior do preservativo.

Um dia, estava eu curioso em saber donde surgia esta tese que tanta barreira causava no combate ao SIDA. Fui saber que eram activistas que se diziam trabalhar na luta contra esta doença que semeiavam nas mentes das pessoas estas ideias bastante perigosas, dizendo que dentro da caixa de preservativos, alguns estão infectados e neles não estão sinalizados.

E, quem pode arriscar a sua vida atravez do preservativo tendo em conta que havia a “probabilidade” de não contrair o HIV caso fizesse acto sexual sem preservativo com alguém que não esteja infectado pelo virus? Daí surge a ideia de arruinar a campanha de uso de preservativos enquanto esperava-se tornar algo para a redução dos indíces de contaminacão do HIV.

Se os activistas não usam a camisinha, como vão convencer a população para usá-la; como provar a abstinência e fidelidade às pessoas se eles não se abstem do sexo ou mostram traições à camada alva e quando perguntados alegam não se seguir o que fazem, mas sim o que dizem?

Assim fica o SIDA considerado um monstro trazido pelo governo para derrubar vidas, pelo mau trabalho dos activistas da área.

O importante para saber é que enquanto houver preservativos à venda e outros gratuitos e supostamente infectados, aguardemos maior número de infectados no país porque as pessoas irão preferir contrair o HIV-SIDA numa relação desprotegida do que pelo preservativo.

02 de Dezembro de 2008