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domingo, fevereiro 05, 2017

Porquê dispensar os mediadores internacionais?

A única razão da dispensa dos mediadores internacionais é a Transparência dos mesmos.
Isso aconteceu para com os chamados facilitadores chefiados por Lourenço do Rosário. Quando estes e sobretudo Lourenço de Rosário e Filipe Couto começaram a pensar e falar da nação moçambicana e não da Frelimo e Renamo, esses grupos que pensam que Moçambique lhes pertence, optaram por dispensá-los. Com os facilitadores totalmente moçambicanos aconteceu o mesmo. Quando falaram da nação moçambicana e o seu futuro, passaram a não servirem no processo de diálogo. Os mediadores internacionais passaram a dispensa desde que à questão de descentralização acolheram as propostas da Sociedade Civil, do MDM e do Prof. Bernard Weimer.


quarta-feira, agosto 10, 2016

Manuel de Araújo: Com quem negociar em Moçambique?

Se a memoria nao me trai, foi Sergio Vieira quem uma vez disse que em Lusaka a delegacao da FRELIMO descobriu que estava a negociar com alguem sem poder! Mandou Aquino de Braganca a Lisboa para saber quem detinha o verdadeiro poder e exigiu que as negociacoes fossem com os que detinham poder! E tivemos os Acordos de Lusaka! Nao se negoceia com quem nao tem poder! ! Nyussi nao e o interlocutor valido! Quem quer negociar de verdade, negoceia com Chipande, o Dono do Poder! E mais nao disse. MA

terça-feira, agosto 09, 2016

RETOMADAS ONTEM (8) AS NEGOCIAÇÕES DE PAZ EM MOÇAMBIQUE

As negociações entre a Renamo e o governo de Moçambique, irão concentrar-se num dos primeiros e principais focos da Agenda, que é a exigência da Renamo em governar as 6 províncias que alega ter vencido as eleições de 2014.
Para além do pedido ou exigência da Renamo em governar nas 6 províncias, as negociações tem também na agenda outro ponto segundo ponto que de certa forma no momento a quem defende que chega a ser o mais importante da agenda, que é a cessão do confronto militar entre a Renamo e o governo, bem como a despartidarização das forças de defesa e segurança, visando incluir os militares ou toda a força militar política do Partido Renamo no Governo e a sua reintegração efectiva na vida civil. (moznotícias, 09.08.2016)

quinta-feira, novembro 28, 2013

Moçambique pode estar a ser alvo de maior pressão internacional

Notável pela discrição foi a visita, na semana passada, a Maputo, do antigo sub-secretário norte-americano para os assuntos africanos, Chester Crocker. Da sua missão, pouco ou nada transpareceu.

Apesar de não haver confirmação oficial, em Moçambique a deslocação foi largamente entendida como tendo sido desejada pelo Presidente norte-americano, Barack Obama, para pressionar Maputo no sentido de uma solução pacífica para o conflito que opõe o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), ao maior partido de oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO).

Para além de se encontrar com o Presidente Armando Guebuza, Crocker falou ainda com os mediadadores moçambicanos no conflito, entre os quais Dom Dinis Sengulane, bispo anglicano da Diocese dos Libombos e presidente do Observatório Eleitoral - uma parceria de oito organizações da sociedade civil moçambicana. A DW África falou com Dom Dinis sobre esta visita.