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segunda-feira, dezembro 14, 2015

Forças governamentais dividem o país no Rio Save

A travessia do Norte e do centro para o Sul está a ser sujeita a medidas fronteiriças.
Exige-se B.I., passaporte, DIRE e guia de marcha.
As forças governamentais intensificaram a revista a pessoas e a veículos de mercadorias no posto de controlo da ponte sobre o Rio Save, na Estrada Nacional N1, no sentido do centro do país para o Sul.
A Polícia tem estado a exigir bilhetes de identidade, passaportes e guias de marcha aos passageiros provenientes do Norte e do centro com destino ao Sul. Para além disso, todos os passageiros de transportes públicos e de transportes particulares – homens, mulheres, adolescentes e idosos – são submetidos a revista, um por um. Mas a medida é aplicada apenas aos que querem “entrar” no Sul do país.
Segundo apurou o “Canal de Moçambique”, a Polícia não aplica as mesmas medidas às pessoas provenientes do Sul que viajam para o centro e o Norte. Aquele posto de controlo tornou-se um posto fronteiriço.

quinta-feira, novembro 15, 2012

Avaliados em dois mil milhões de dólares: Diamantes roubados no Zimbabwe

Diamantes avaliados em 2.000 milhões de dólares foram desviados do Zimbabwe nos últimos quatro anos por uma rede de ministros e militares alinhados com o Presidente Robert Mugabe, disse hoje uma organização com sede no Canadá.

sexta-feira, abril 15, 2011

Burkina Faso: Presidente abandona cidade

Motim realizado pelos soldados da guarda presidencial leva chefe de Estado a deixar a sua aldeia natal
Blaise Compaoré, no poder há 24 anos, partiu esta sexta-feira de madrugada para Ziniaré após dezenas de militares terem saído às ruas, esta quinta-feira, e terem disparado para o ar em frente à sua residência, o palácio presidencial em Ouagadougou, escreve a Lusa.
Os militares burquinenses iniciaram os protestos em Março contra uma decisão judicial de condenar cinco soldados a 18 e 15 meses de prisão pela agressão a um civil por este ter feito a corte à mulher de um dos militares.

Fonte: TVI24 - 15.04.2011

Reflectindo: será o motivo?

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Manifestantes egípcios furiosos por respaldo militar a reformas de Moubarak

Cairo - Os manifestantes egípcios expressaram revolta hoje (sexta-feira) pelo apoio dos militares à tentativa do presidente Hosni Moubarak de permanecer no poder, apesar do grande movimento de protesto que afecta o país.
Ao mesmo tempo que a televisão estatal divulgava um comunicado, um coronel do Exército leu a mesma mensagem - na qual o alto comando militar apóia o plano de reformas de Moubarak - diante do palácio presidencial no Cairo.

domingo, fevereiro 07, 2010

A consciência do general da reserva Mateus Ngonhamo

Numa entrevista do savana a conferir aqui, Mateus Ngonhamo, o ex-Chefe do Estado Maior-General, vindo das forças guerrilheiras da Renamo, agora na reserva, deixa palavras muitíssimo imprtantes para uma sociedade democrática como a que pretendemos construir em Moçambique. Eis como ele responde algumas perguntas:

Savana: Como membro da Renamo, não devia saber das manifestações?

Ngonhamo: Não sou membro da Renamo. Nunca tive cartão de nenhum partido político. Estive na Renamo quando ainda era um movimento que lutava pela democracia. Quando terminou a guerra, fui destacado para integrar um exército apartidário do Estado, portanto as FADM, mas depois disso não posso dizer mais nada sobre a política, porque não estou envolvido em actividades políticas.

Savana: O facto de estar na reserva não é justificação para não exercer a política activa. Se calhar seja por razões pessoais. É isso?

Ngonhamo: As opções das pessoas dependem das suas consciências individuais. Os oficiais a que se refere já passaram do quadro militar para o quadro político. Estão na reserva exercendo a política… mas no meu caso isso não passa pela minha cabeça.

Savana: É o que estamos a dizer, as suas razões são mais pessoais do que de impedimento legal…

Ngonhamo: É uma questão de consciência pessoal, pois as normas que construímos dizem que as FADM são apartidárias. Se alguém opta por exercer uma dupla função aí já é uma questão pessoal. O militar é militar mesmo estando na reserva.

Reflectindo: as palavras do general da reserva Mateus Ngonhamo deviam servir de exemplo para muitos militares e não só, mas também para todos aqueles que não sabem que numa sociedade democrática, o lugar dos militares e policiais é nos quarteis e comandos da polícia. Recordo-me duma afirmação na blogosfera, durante a campanha eleitoral, segundo a qual Daviz Simango não estava a altura de governar Moçambique porque não lhe faltaria apoio militar e policial. A minha reacção imediata foi de questionar se o regime de facto no país era democrático ou militar.
Na minha opinião, o general da reserva Mateus Ngonhamo tem uma visão democrática, pena é que não são muitos com esta visão em Moçambique.