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segunda-feira, maio 25, 2015

Ministério Público angolano pede 30 dias de prisão para Rafael Marques

A posição foi anunciada no dia em que foram proferidas, em Luanda, as alegações finais do julgamento que opõe o jornalista angolano a sete generais e duas empresas diamantíferas. Rafael Marques fala numa "cilada".

O Ministério Público angolano pediu esta segunda-feira (25.05) 30 dias de prisão para o jornalista e ativista Rafael Marques. Segundo avançou o advogado do arguido, David Mendes, o Ministério Público entende que não há provas das acusações feitas no livro "Diamantes de Sangue: Corrupção e Tortura em Angola".

quinta-feira, junho 05, 2014

Tribunal português recusa pedido de Rafael Marques

Tribunal português recusou o pedido de abertura de instrução do caso ligado ao vice-Presidente de Angola, ao general Higino Carneiro e à empresa Portmil, cujo inquérito fora arquivado pelo Ministério Público português.

O juíz do Tribunal Central de Instrução Criminal, em Portugal, Carlos Alexandre, considerou que o jornalista angolano Rafael Marques, que pediu a abertura da instrução, "não tem legitimidade para interferir nos autos na qualidade de assistente, relativamente ao crime de branqueamento de capitais, que constitui o novo objeto dos autos", noticiou a agência de notícias LUSA.

quarta-feira, novembro 14, 2012

Da inveja portuguesa ao ódio a Angola: o editorial do Jornal de Angola na íntegra

Nota: O Jornal Angolano é um órgão de comunicação social sob control do governo.

Jogos perigosos

Camões, faminto de tudo, até de pão, na hora da partida desta vida, descontente, ainda foi capaz de um último grito de amor.
Morreu sem nada, mas com a sua ditosa e amada pátria no coração. Ele que sofreu as agruras do exílio e foi emigrante nas sete partidas, escorraçado pelos que se enfeitavam com a glória de mandar e a vã cobiça, morreu no seu país.

domingo, novembro 11, 2012

LUANDA AINDA NÃO REAGIU ALEGADA INVESTIGAÇÃO EM PORTUGAL A ALTOS DIRIGENTES ANGOLANOS


Lisboa, 11 Nov (AIM)- As autoridades angolanas ainda não reagiram a notícia publicada este sábado no semanáio luso "Expresso", segundo a qual três figuras próximas do Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, estão sob investigação em Portugal.

O semanário avança que indícios de fraude fiscal e branqueamento estão na origem de um inquérito-crime aberto pela Procuradoria-Geral da República portuguesa que visa três altos dirigentes angolanos da total confiança do Presidente José Eduardo dos Santos.

Trata-se do Vice-presidente de Angola e ex-director-geral da empresa petrolífera nacional Sonangol, Manuel Vicente, o general Hélder Vieira Dias “Kopelipa”, ministro de Estado e chefe da Casa Militar da Presidência da República, e o general Leopoldino Nascimento “Dino”, consultor do ministro de Estado e ex-chefe de Comunicações da Presidência da República.

terça-feira, novembro 15, 2011

Rafael Marques faz queixa-crime contra nove generais angolanos

São nove conhecidos e influentes generais e são citados na qualidade de proprietários de duas sociedades, nomeadamente a Lumanhe e a Teleservice.
A Procuradoria Geral da República de Angola recebeu hoje um requerimento, para procedimento criminal e inquérito, da autoria do jornalista e investigador Rafael Marques. Na queixa-crime, são citados os nome de nove generais angolanos.
Rafael Marques foi hoje recebido na área de Expediente do Gabinete do Procurador da República.
O documento queixa a que a Voz da América teve acesso, identifica quatro grupos de pessoas, incluindo as respectivas sociedades que funcionam nas Lundas. Ler mais

Fonte: Voz da América - 14.11.2011

sábado, março 05, 2011

Não vivemos num país democrático, sustenta David Mendes

Não pertencer ao MPLA constitui razão para ser declarado inimigo

Luanda está tensa. Ameaças de morte e residências vigiadas são relatos que nos chegam de pessoas visadas.
O político, advogado e defensor dos Direitos Humanos David Mendes disse ter recebido várias mensagens na madrugada de hoje.
Em carta que fez distribuir o responsável aponta igualmente para os boatos que vêm sendo disseminados via electrónica, anunciando a sua fuga para o exterior do país.