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terça-feira, outubro 30, 2012

Ahmadinejad é impedido de visitar prisão de Evin

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, foi impedido neste domingo de visitar a prisão de Evin, no norte da capital Teerã, devido a ordens judiciais.
No início deste mês, Ahmadinejad anunciou que visitaria a penintenciária depois que um de seus assessores mais próximos foi preso e enviado para o local, onde cumpre pena. Ler mais

terça-feira, agosto 30, 2011

Líbia: Irão convida presidente do CNT

Teerão - O ministro das Relações Exteriores iraniano, Ali Akbar Salehi, convidou o presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio, Mustafa Abdel Jalil, a visitar Teerão.
Durante uma conversa telefônica na segunda-feira com Abdel Jalil, Salehi fez o convite para a visita assim que for possível, informa um comunicado.

terça-feira, março 01, 2011

Forças iranianas jogam gás lacrimogêneo em manifestantes

(Reuters) - As forças de segurança iranianas dispararam bombas de gás lacrimogêneo e entraram em choque com partidários da oposição em Teerã nesta terça-feira, quando manifestantes faziam um protesto para pedir a libertação de dois líderes oposicionistas, segundo um site da oposição.
"Forças de segurança e pessoas à paisana entraram em choque com manifestantes em Teerã para dispersá-los", informou o site oposicionista Kaleme.
Outro site da oposição, Sahamnews, informou que agentes de segurança em grande número se espalharam pelas principais ruas e praças de Teerã para "impedir reuniões de oposicionistas". Ler mais

Fonte: Reuters- 01.03.2011

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Edson Macuácua/Frelimo: Magreb deve dialogar e não repreender manifestantes

A Frelimo entende que este caminho (diálogo) é o único a ser seguido por países do Magreb (África branca), que actualmente enfrentam manifestações populares contra os respectivos líderes e regimes políticos. Na opinião da Comissão Política deste partido, a violência só gera violência, por isso, os partidos no poder devem parar de usar a força e repreensão para dispersar os manifestantes.

“Perante as manifestações nalguns países da África do Norte, a Comissão Política da Frelimo condena veementemente o uso da violência para pôr termo às manifestações, porque, como se sabe, a violência gera violência e ceifa vidas humanas”, reiterou Macuácua, sublinhando que a única alternativa ao diálogo é o próprio diálogo, e a única à paz é a própria paz.

Fonte: O País online - 25.02.2011

Reflectindo: esta é parte do artigo em que a Frelimo assume que está dialogando com a Renamo e um artigo do Jornal Notícias com o mesmo teor publiquei, ver aqui. Mas como tem sido tratadas manifestações em Moçambique? Como foi o caso das manifestações de Montepuez, Mocimboa da Praia, Aiube em Angoche, entre outros locais? O que se fez ao Hermínio dos Santos dos desmobilizados? Qual tem sido o discurso e a acção do governo da Frelimo em relação às manifestações há muito anunciadas por Afonso Dhlakama?  Estaremos perante um discurso igual ao de Mahmud Ahmadinejad ou uma mudança de visão por parte da Frelimo?

Adenda: O que aconteceu aquando as manifestações de 1 a 3 de Setembro de 2010? Se recorda do que Pedro Cossa havia dito, dia antes da revolta? Se esta for mudança de visão da Frelimo que sempre foi violenta, não é mau, o que nós os moçambicanos temos que fazer é exigir que ela ponha isso em prática.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Líbia/Irão: Ahmadinejad critica "repressão inimaginável"

Teerão - O presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad criticou hoje (quarta-feira) o que chamou de "repressão inimaginável" na Líbia, e pediu aos líderes mundiais para ouvirem os apelos dos seus povos.
"É inimaginável que alguém esteja a matar oo seus cidadãos, bombardear os seus cidadãos", afirmou Ahmadinejad ao ser indagado sobre a situação na Líbia na TV iraniana.
"Como podem ordenar que os militares usem as sua armas e tanques contra os seus próprios cidadãos?", acrescentou.
"Isso é inaceitável. Deixem o povo falar, ser livre, decidir e expressar o seu desejo. Não resistam ao desejo do povo", afirmou o presidente iraniano, pedindo aos líders mundiais que "ouçam e falem" com o seu povo.
O Irão experimentou vários meses de protestos populares contra a controversa reeleição de Ahmadinejad em Junho de 2009.
As demonstrações foram brutalmente reprimidas pelas autoridades iranianas que causaram a morte a várias pessoas e feriram outras.

Fonte: Angolapress - 23.02.2011

Reflectindo: isto é ridículo sem sombra de dúvidas, mas muito importante para uma análise sob o ponto de vista político e geopolítico. Discurso igual tem sido dado por grupo de Osama Bin Ladin. Por outro lado, Gaddafi alega que Líbia sem ele será governado por fundamentalistas. Alguns comentadores (moçambicanos) no O País online, acusam EUA e Ocidente de promotores das manifestações na Líbia, aliando-se ao discurso de Fidel Castro.

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Diplomata iraniano renuncia e se une a grupo de oposição

PARIS (Reuters) - Um diplomata iraniano renunciou ao posto no consulado do país em Milão para se unir ao movimento Onda Verde na França, disse o grupo de oposição em comunicado nesta segunda-feira.
Ahmed Maleki, primeiro secretário e vice-cônsul no consulado do Irã em Milão, é o mais recente diplomata a desertar do serviço estrangeiro do presidente Mahmoud Ahmadinejad. Ler mais

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Público/Portugal: Deputados iranianos pedem a pena de morte para Mousavi e Karroubi

Oposição denuncia 1500 detenções

No Parlamento de Teerão voltaram a ouvir-se velhas palavras de ordem, um dia depois de a oposição ter conseguido voltar a manifestar-se. “Morte à América! Morte a Mousavi e Karroubi”, gritaram dezenas de deputados conservadores, exigindo a condenação à morte dos dois opositores.

Um morto em manifestações reprimidas com violência no Irão

"Dia de raiva" em Teerão

O Irão tornou-se o primeiro país não-árabe do Médio Oriente a sofrer o contágio das revoltas populares da Tunísia e Egipto, com milhares de pessoas a enfrentarem um forte dispositivo policial e juntarem-se a uma manifestação proibida que, em pleno centro de Teerão, fez ecoar gritos de “fora os ditadores!”. Uma pessoa morreu e várias ficaram feridas, segundo a agência Fars.
A ousadia dos manifestantes foi travada pelas forças de segurança com violência, numa exibição de força do regime que, ironicamente, saudara os acontecimentos na Tunísia e no Egipto, comparando a deposição dos respectivos Presidentes à Revolução Islâmica que pôs fim ao regime do xá Reza Pahlavi, em 1979. Ler mais

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Polícia iraniana recorre a gás lacrimogéneo contra manifestantes

Oposição desafia as autoridades e marcha pelas ruas de Teerão

As forças de segurança iranianas estão a usar gás lacrimogéneo para dispersar uma marcha pacífica convocada pelos opositores do Presidente Mahmoud Ahmadinejad para celebrar as revoluções da Tunísia e do Egipto. A manifestação foi proibida pelas autoridades. Ler mais

Entretanto, Ahmadinejad festejou pessoalmente o fim do seu colega Mubarak, alegando que era

sábado, fevereiro 12, 2011

As fintas de Ahmadinejad

Para enganar ao seu próprio povo, Ahmadinejad festejou o fim do regime de Hosni Mubarak, horas antes da sua declaração. Entretanto, o regime de Ahmadinejad proibiu e proibe que os seus opositores marchem em apoio às revoluções tunisina e egípcia.

Eis o que que Sofia Lorena escreve nu artigo publicado no jornal público, a ler aqui:
Regime teme e festeja queda de Mubarak
Ahmadinejad celebra “revolta inspirada” na revolução islâmica

sábado, setembro 25, 2010

Nações Unidas: Ahmadinejad "irrita" ocidente

MAIS de 30 delegações à Assembleia-Geral da ONU, incluindo a norte-americana e da União Europeia (UE), abandonaram a sala da plenária durante o discurso do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad. O protesto ocorreu quando este referiu-se a antigas teorias de conspiração segundo as quais os próprios EUA teriam orquestrado os atentados de 11 de Setembro de 2001 para exercer mais pressão sobre o Médio Oriente e defender Israel.