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quinta-feira, março 07, 2013

Corpo de Hugo Chávez será embalsamado e exposto como Lenine e Mao

As homenagens fúnebres a Hugo Chávez afinal não vão terminar na sexta-feira, dia em que se realiza o funeral do Presidente da Venezuela nos últimos 14 anos. O corpo do “comandante” vai ser embalsamado e poderá ser visto pelos seus compatriotas por pelo menos mais sete dias, anunciou Nicolás Maduro, presidente interino.

“Foi decidido preparar o corpo do comandante, embalsamá-lo, para que pode ser visto eternamente, para que o povo o possa ter consigo no museu da Revolução”, disse Maduro, vice-presidente de Chávez e agora presidente interino, citado pela AFP.

quarta-feira, março 06, 2013

Anúncio da morte de Chávez terá sido atrasado para levar corpo para Caracas

O anúncio da morte do Presidente da Venezuela, por parte do vice-Presidente, Nicolás Maduro, poderá ter sido atrasado para que o corpo de Hugo Chávez pudesse ser transladado para Caracas, noticia o jornal espanhol ABC.

terça-feira, março 05, 2013

Hugo Chávez morre aos 58 anos

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, morreu na tarde desta terça-feira (5), aos 58 anos, na capital Caracas. A morte ocorreu às 16h25 locais (22h55 de Moçambique), segundo o vice-presidente Nicolás Maduro, herdeiro político de Chávez, que fez o anúncio num pronunciamento ao vivo na TV.
Chávez lutava contra um cancro desde junho de 2011 e, após realizar um tratamento em Cuba contra a doença, havia voltado ao país em fevereiro deste ano.
Chávez foi um dos mais destacados e controversos líderes da América Latina. Desde que assumiu o comando da Venezuela, em 1999, o militar da reserva promoveu mudanças à esquerda, na política e na economia. Ele nacionalizou empresas privadas, atribuiu ao Estado actividades essenciais, além de mudar a Constituição, o nome, a bandeira e até o fuso horário do paísLer mais

quinta-feira, setembro 06, 2012

Chávez promete caos se não ganhar as eleições

A cerca de um mês das eleições presidenciais de 7 de outubro, Hugo Chávez ameaça com a possibilidade de “uma guerra civil” em caso de derrota nas eleições, uma mudança de tom que, segundo os analistas, traduz a vontade do actual presidente do país em convencer os numerosos indecisos a votar em si nas próximas eleições presidenciais.


No poder desde 1999, Hugo Chávez continua a ser o favorito nas sondagens, que lhe atribuem entre 10 a 20 pontos de avanço perante o seu principal concorrente, Henrique Capriles Radonski, representante de uma coligação de partidos da oposição.

Mas esta margem encurtou no final do mês, e as mesmas sondagens apontam para que uma percentagem considerável de indecisos esteja a pensar em mudar a sua intenção de voto. Segundo os observadores, este contexto de maior incerteza levou Chávez a voltar a acenar com o espectro da “desestabilização do país”, e a assumir-se como garante da estabilidade.

Hugo Chávez tenta assim capitalizar votos, dizendo aos venezuelanos que a chegada de um governo de direita ao poder será “a sentença de morte dos programas sociais no país” destinados à habitação, saúde ou alimentação, que tem financiado graças às rendas petrolíferas.

Fonte: O País online – 06.09.2012

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Chávez diz que EUA podem ter método para desenvolver cancro nos líderes sul-americanos

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, especulou ontem sobre a existência de uma "tecnologia americana para induzir o cancro", um dia após o anúncio de que a colega argentina, Cristina Kirchner, sofre da doença que vitimou também outros líderes sul-americanos. Ler mais

domingo, outubro 02, 2011

Hugo Chávez envia solidariedade a Gaddafi e Síria

CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse no sábado estar orando pelo líder deposto da Líbia, Muammar Gaddafi, e também enviou uma mensagem de solidariedade ao presidente sírio, Bashar al-Assad, contra a "agressão ianque".

sábado, outubro 01, 2011

Chávez chama de fantoche representante líbio na ONU

Caracas - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, chamou quinta-feira de "fantoche" o representante do Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio na Organização das Nações Unidas (ONU), Ibrahim Dabbashi, e disse que, actualmente, na Líbia, "não há governo".

sábado, março 27, 2010

Chávez decreta feriado durante toda a Semana Santa para poupar energia

O presidente Hugo Chávez, da Venezuela, decretou feriado os cinco dias da Semana Santa, como forma de poupar energia num país que já convive com racionamentos, em meio a uma severa crise no setor.
A medida, porém, foi muito criticada pelos empresários, que a consideram inútil para conter os problemas.
Esta medida é a mais radical adotada pelo governo desde que Caracas declarou estado de emergência elétrica no início de fevereiro.
"O objetivo fundamental não é afrouxar, mas poupar o consumo de energia", acrescentou.
Na Venezuela, um país de maioria católica, são feriados, por lei, apenas a quinta e a sexta-feira da Semana Santa.
A Venezuela passa por uma severa crise no setor elétrico, atribuída pelo governo ao elevado consumo e à falta de chuva no país. No entanto, os críticos do Executivo denunciam a falta de investimentos por parte do governo e sua ineficácia.
A medida foi muito criticada pelos empresários. O presidente da Fedecámaras, Noel Alvarez, chamou a decisão de "populista e pouco efetiva para a economia de energia".
"O maior consumo de eletricidade é registrado justamente nas casas e se, durante os três dias de feriado mais pessoas estiverem em casa, o efeito pode ser contrário ao que espera o governo", declarou.
"Todos os cidadãos estão pagando com grandes sacrifícios pela ineficiência do governo, que não soube gerenciar nem investir os recursos necessários", criticou.
A mesma linha foi seguida pelo presidente da associação do setor comercial, Consecomercio, Fernando Morgado, para quem em meio à crise "deveria ser maior o esforço para seguir trabalhando".
Nesta semana, a administração Chávez suspendeu por 24 horas o fornecimento de eletricidade a 96 empresas e estabelecimentos comerciais que não reduziram seu consumo em 20%, como o estabelecido por um decreto de fevereiro.
Além das medidas de poupança fixadas para os "altos consumidores" industriais, o governo exigiu dos usuários particulares a redução, de pelo menos 10% o consumo, estabelecendo multas para os que não cumprirem o objetivo.
Em diversos pontos do país, exceto na capital, o governo realiza desde o começo do ano cortes programados no fornecimento da energia elétrica.
Fonte: retirado da Brasil Econômico - 25.03.2010