A ONG diz que tráfico de influências e informações privilegiadas beneficiam grupos políticos em Moçambique. Somente uma empresa de integrantes da FRELIMO tem sete licenças para exploração mineral.
O Centro de Integridade Pública de Moçambique (CIP), organização não-governamental que trabalha em prol da transparência na vida política e económica do país, aponta a crítica: os cadastros mineiros, ou seja, as licenças de pesquisa, prospecção ou exploração de recursos naturais estão, muitas vezes, associados a conflitos de interesses e ao tráfico de influências.




