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quarta-feira, abril 06, 2016

CIP questiona papel do Estado no desvio de fundos públicos

O Centro de Integridade Pú­blica (CIP) defende uma respon­sabilização do Tribunal Admi­nistrativo e da Inspecção-Geral de Finanças, devido ao que cha­ma de incumprimento das suas funções em relação ao caso de desvio de fundos na embaixada moçambicana na Rússia, que levaram o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) a instaurar um processo-crime contra um antigo embaixador naquele país.
De acordo com uma análise que consta do boletim informati­vo daquela organização da socie­dade civil, as duas instituições, “injustificadamente e por longos nove anos, não cumpriram com a sua função de órgãos de audi­toria e fiscalização das contas públicas, respectivamente, se­gundo o preconizado na lei”.
Devido ao alegado incumpri­mento das autoridades respon­sáveis, cerca de oito milhões de meticais são dados como tendo sido usados indevidamente na embaixada moçambicana na Rússia, durante o período que vai de 2003 a 2012.

Fonte: O PaísO País – 06.04.2016

terça-feira, junho 09, 2015

Moçambicano diz-se filho de Robert Mugabe

Gabriel Ricardo foi preso no passado dia 30 de Maio depois de ter atravessado o posto fronteiriço de Beitbridge sem um passaporte.

Um cidadão Moçambicano acusado de ter entrado ilegalmente no Zimbabwe através da África do Sul, criou um escândalo num tribunal em Harare quando a alto e bom som declarou que havia se deslocado ao Zimbabwe a procura do seu pai biológico - nada mais nada menos que próprio Robert Mugabe presidnete da República!

domingo, junho 06, 2010

35 Anos de Independência

ECONOMICANDO

Por Joao Mosca

Celebra-se a 25 de Junho o 35º aniversário da independência de Moçambique. Uma data que será sempre recordada. Alguns nomes ficarão merecidamente na história como heróis da luta de libertação nacional. Não existem dúvidas e sem qualquer margem para questionamentos que foi a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) que catalizou o sentimento, o desejo e a revolta dos moçambicanos a partir de 1962. Ela foi a força principal da luta que conduziu Moçambique à independência.
 Mas já é discutível quando se pretende monopolizar os dividendos políticos (e não só) dessa conquista. Secundariza-se grande parte dos contributos de fora da FRELIMO. De pessoas e organizações que na clandestinidade ou que dentro do próprio regime colonial prestaram importantes contributos. Quase que se ignora o papel das forças progressistas em Portugal no derrube do regime que a todos oprimia (não é consistente separar os dois processos). O papel de pessoas, organizações e países que contribuíram para o isolamento político de Portugal.