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sábado, junho 20, 2015

Moçambique atrasa-se na migração digital

Operadores privados sentem-se marginalizados
O país deveria, a 17 destes mês, ter transitado do sistema de radiodifusão analógica para o digital. Com a perca da protecção, corre o risco de ter interferência de sinal dos países vizinhos.
No entanto, para Simão Anguilaze, vice-presidente da Comissão Nacional de Migração Digital,  tudo está salvaguardado.
"Já foram assinados acordos com a Swazilândia, Malawi e África do Sul e neste momento estáo em preparação acordos com a Tanzânia, justamente para  evitar  interferências de sinal", disse Anguilaze.

quinta-feira, maio 08, 2014

GOVERNO TRANQUILIZA E REITERA MIGRAÇÃO DIGITAL NÃO AFECTA RÁDIOS COMUNITÁRIAS

O governo moçambicano tranquiliza os actores das rádios comunitárias do país e reitera que não haverá migração do sistema analógico para digital, uma vez que estas utilizam frequências incompatíveis com a nova tecnologia que será adoptada pelas rádios e televisões públicas e privadas.

Os receptores de rádio e televisão analógicos actualmente na posse da maioria dos cidadãos vão exigir a instalação de um conversor para garantir a recepção do sinal das rádios e televisões públicas e privadas, excluindo as rádios comunitárias.

Sociedade civil preocupada com migração digital e criminalização de SMS's e emails "insultuosos"

A sociedade civil moçambicana está preocupada com o “secretismo” do Governo em torno das matérias ligadas ao processo de migração de radiodifusão analógico para o sistema digital e também sobre proposta de Lei de Transacções Electrónicas aprovada pelo Executivo visando criminalizar a circulação de mensagens telefónicas (SMS), correios electrónicos (e-mail) e outras publicações na Internet que considere “insultuosos ou que coloquem em causa a segurança do Estado”.

quarta-feira, abril 16, 2014

Gabriel Muthisse tenta tapar o Sol com a peneira

Adjudicação da digitalização à família Guebuza sem concurso

O ministro dos Transportes e Comunicações, Gabriel Muthisse, continua numa verdadeira maratona para tentar tapar o Sol com a peneira, no escândalo da adjudicação, sem concurso público, do negócio da digitalização à empresa da família de Armando Guebuza, o qual ocupa em Moçambique, no momento actual, o cargo de Presidente da República.

Na terça-feira, durante a apresentação da estratégia de migração da radiodifusão analógica terrestre para o sistema digital, Muthisse voltou a produzir mais uma peça teatral, tentando justificar que os lucros da digitalização não vão parar aos bolsos da família Guebuza através da “StarTimes Moçambique”, filial da gigante chinesa “StarTimes Technology”. 

terça-feira, abril 08, 2014

A CONSUMAÇÃO DO ALERTA DO CIP: Migração Digital entregue à Empresa da Família Presidencial

A Assembleia da República e as três bancadas parlamentares assistiram em silêncio o desenrolar e concretização de um negócio promíscuo, apesar do alerta que o CIP fez em 2011. Ler mais