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quarta-feira, outubro 07, 2015

OFICIAIS DA RENAMO INTEGRADOS NAS FORÇAS DE DEFESA E SEGURANCA

Três oficiais da Renamo, o maior partido da oposição no país, abandonaram a ala militar daquele antigo movimento rebelde, liderado por Afonso Dhlakama, para integrarem as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique (FDS).

Trata-se de António Barroma, Anselmo Goba e Santos Daniel, todos naturais da província central de Sofala, que há dois meses se encontravam na cidade de Maputo, capital moçambicana, aguardando pela sua efectiva integração nas fileiras da Polícia da República de Moçambique (PRM), facto que ocorreu formalmente nesta terça-feira.

domingo, abril 28, 2013

Cecile Kyenge é a primeira mulher negra a integrar governo italiano

Entre os novos membros do governo formado este sábado pelo moderado Enrico Letta, destaca-se a titular do novo ministério da Integração e primeira mulher negra a alcançar o posto de ministra na História da Itália, Cecile Kyenge.

"É um passo decisivo para mudar a Itália concretamente", disse esta oculista de 49 anos, de origem congolesa, que chegou à Itália em 1983.

A sua prioridade, o direito à nacionalidade italiana por nascimento. "Provavelmente vou encontrar resistência, temos que trabalhar muito para chegar a isto", admitiu. A cidadania italiana determina-se por filiação (direito de sangue). "Uma criança, filha de imigrantes, que nasceu e cresceu aqui, deve ser cidadã italiana", afirmou.

segunda-feira, abril 16, 2012

Itália: Estudantes moçambicanos preocupados com integração

Estudantes moçambicanos na Itália dizem estar preocupados com as dificuldades que enfrentam quando regressam ao país após concluírem a sua formação no estrangeiro.
Falando durante um encontro com a Primeira-Dama da República, Maria da Luz Guebuza, que desde Sexta-feira passada realiza uma visita de trabalho a Itália, os estudantes afirmaram que as dificuldades enfrentadas pelos seus colegas que estiveram antes a estudar naquele país europeu desincentivam o regresso a Moçambique.
“O grande problema é a burocracia”, disse Márcia Guiliche, estudante de Economia na Universidade de La Sapienza, em Roma. “Em cada gabinete do Ministério da Educação encontras sempre alguém que te diz que não reconhece o teu certificado”, acrescentou ela, apontando o exemplo de um ex-colega que se encontra em Moçambique há já seis meses, sem conseguir que o seu certificado seja formalmente reconhecido. Ler mais